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18 Setembro 2019 - 16:27

Esquema de policiamento pronto para o 27º Festival da Cachaça em Abaíra

Foto: Divulgação | SSP-BA

Sem registros de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) há seis anos e nove meses, o município de Abaíra, localizado na Chapada Diamantina, sedia entre os dias 19 e 22 deste mês a 27ª edição do Festival da Cachaça e já encontra-se com o esquema de policiamento preparado para o evento. Aproximadamente 110 profissionais da segurança pública estadual atuarão na festa, que acontece a cada dois anos e atrai pessoas de diferentes cidades. A Polícia Militar, assim como a Civil, estará presente durante os quatro dias de folia, com postos elevados de observação, patrulhas e unidades no entorno para atendimento de possíveis ocorrências. As ações preventivas da PM foram iniciadas dias antes da festa, como explica o comandante do Policiamento Regional da Chapada, coronel Valter Araújo. “Estamos focando principalmente nas abordagens, não só em Abaíra, mas também nos municípios vizinhos e rodovias que dão acesso à cidade onde acontecerá o festival, para evitar qualquer atitude de má intenção. É uma festa tradicional e, com certeza, a ausência de CVLIs é um grande atrativo”, pontuou o oficial. A titular da Delegacia Territorial de Abaíra, delegada Veronice Santos da Silva, além de garantir a disposição do efetivo no evento, passou algumas orientações em situações que envolvam perdas de documentos, ocorrência, na qual, segundo ela é bastante recorrente em festas de grande movimentação. “Estamos prontos para juntos com a população realizarmos mais uma festa com muita tranquilidade. Aos que perderem qualquer documento é imprescindível que o caso seja registrado na delegacia física ou digital disponível no site da SSP. Já aqueles que encontrem qualquer material ou documento perdido, orientamos que entreguem diretamente na nossa unidade que realizaremos a divulgação por meio da sonorização”, aconselhou.

09 Setembro 2019 - 10:24

Abaíra: Prefeitura prepara novo palco para o Festival da Cachaça 2019

Foto: Blog Regional

Visando a realização do XVII Festival da Cachaça e principalmente a fomentação dos eventos culturais da cidade, a prefeitura de Abaíra está realizando um trabalho de reforma da Praça Edmundo Oliveira, batizada de Praça de Eventos, palco dos principais festejos realizados no município como o São Pedro e o próprio Festival, que atrai milhares de pessoas de vários lugares. De acordo o site L12 Notícias, a intervenção começou pelo palco existente no local, o qual está recebendo um novo visual em sua estrutura, mais moderna e mais ampla em relação a anterior. De acordo com o prefeito de Abaíra Edval Luz Silva, a ideia é transformar o que é hoje um calçadão em um equipamento bem moderno para entretenimento e bem-estar da população. Entre as bandas contratadas esse ano para o Festival da Cachaça, algumas se figuram entre as destacadas no Cenário Nacional, tais como Lambasaia, Parangolé e Edson Lima. A ideia também fazer com que a praça de eventos da cidade esteja preparada para receber qualquer atração de grande porte, tendo em vista que antes contava com um palco pequeno, inviável para esse tipo de evento. A obra está orçada em R$ 140.000,00, com recursos próprios do município.

Abaíra: Prefeitura prepara novo palco para o Festival da Cachaça 2019

Foto: Blog Regional

01 Julho 2019 - 18:13

Cachaça de Abaíra será beneficiada por acordo de livre comércio entre o Mercosul e a UE

Foto: Reprodução

A cachaça de Abaíra, município baiano conhecido como capital da bebida, será um dos produtos beneficiados pelo acordo de livre comércio firmado entre o Mercosul e a União Europeia na sexta-feira (28).  A cachaça baiana encabeça a lista de pedidos de 61 bens exclusivamente brasileiros que o governo pediu que não fossem replicados com o mesmo nome na Europa. A avaliação do Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) é de que o reconhecimento e proteção da Indicação Geográfica da Cachaça pelo bloco europeu, um dos maiores mercados de exportação do destilado brasileiro, resultará no aumento das vendas. As reduções de tarifas também tendem a facilitar os negócios. As indicações geográficas brasileiras incluem tipos regionais de vinhos, arroz, mel, cacau, própolis, café, camarão, frutas diversas, carne, doces e biscoitos. Variedades de pedras, mármores, calçados, têxteis, artesanatos e até peixes ornamentais também constam na lista. Há dois tipos de “indicação geográfica” reconhecidos pela maioria dos países. A “indicação de procedência” diz respeito à fama que determinado produto adquiriu por ser vinculado à região que o produz. É o caso das “Uvas do Vale do São Francisco”. Já o selo de “denominação de origem” requer processo mais apurado de validação científica, pois trata de produtos que têm características só encontradas nas regiões onde são produzidos. São os casos do “Própolis Vermelho dos Manguezais de Alagoas” e da “Pedra Carijó do Rio de Janeiro”. A lista de produtos típicos europeus protegidos no Brasil saltará de sete para 357 após a conclusão do acordo. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) – ligado ao Ministério da Economia – só reconhece hoje nove denominações de origem estrangeira, sendo sete europeias. Nenhuma empresa brasileira pode produzir e vender com esses nomes Vinhos Verdes e Vinhos do Porto (Portugal); Cognac, Champagne e queijo Roquefort (França); presuntos San Daniele e Vinhos de Franciacorta (Itália). De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, a partir da ratificação do acordo, outros 350 produtos também ganharão essa proteção no Mercosul, aumentando em muito as restrições a determinados setores da indústria, sobretudo para fabricantes de queijos, embutidos e bebidas. Entre os itens destacados pela própria UE após a assinatura do acordo estão o presunto tirolês (Áustria), o queijo Herve (Bélgica), a cerveja de Munique (Alemanha), o queijo Comté (França), o presunto de parma (Itália), a vodca polonesa, o queijo São Jorge (Portugal), o vinho tokaji (Hungria) e o presunto jabugo (Espanha). Além da redução de tarifas comerciais, o acordo traz um capítulo sobre propriedade intelectual que ampliará o rol de bens que deverão contar com proteção especial pelos governos dos dois blocos. A lista é composta principalmente por alimentos e bebidas com selos de “indicação geográfica”, que atestam que aquele produto só pode ser produzido com aquele nome em determinado local.