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Um ataque de abelhas causou correria e deixou mais de 100 pessoas feridas na manhã desta terça-feira (31), no Colégio Batista Taylor-Egídio, em Jaguaquara, no Vale do Jiquiriçá. A maioria das vítimas é composta por crianças. O incidente ocorreu na área externa da unidade, no momento em que seria realizado um evento que também reuniria alunos da rede municipal. O ataque inesperado provocou pânico entre estudantes e servidores, que tentaram deixar o local às pressas. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia foram acionadas para atender à ocorrência na Avenida Taylor-Egídio, no bairro Muritiba. No entanto, ao chegarem, muitos dos feridos já haviam sido socorridos por funcionários da escola e levados ao hospital em veículos particulares e ônibus escolares. Apesar do grande número de pessoas atingidas, os casos foram considerados leves, sem registro de feridos em estado grave. O atendimento também contou com o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que foi acionado durante a ocorrência. O episódio gerou momentos de tensão tanto na escola quanto na unidade de saúde que recebeu os pacientes, com grande movimentação de pessoas em busca de atendimento. Após o controle da situação, o Corpo de Bombeiros iniciou o trabalho de identificação e remoção da colmeia. A presença de áreas arborizadas no entorno da escola pode ter contribuído para a ocorrência. A direção da instituição prestou apoio aos envolvidos e acompanha a situação.
A tentativa de reverter a condenação de Jair Bolsonaro (PL) por liderar a articulação golpista que resultou nos ataques de 8 de janeiro será analisada novamente no Supremo Tribunal Federal. O ministro Dias Toffoli encaminhou para a Segunda Turma o agravo regimental interposto após a rejeição de um habeas corpus apresentado por uma cidadã que não integra a equipe jurídica do ex-presidente. O julgamento está previsto para ocorrer no plenário virtual entre os dias 5 e 15 de dezembro. O pedido inicial foi protocolado por uma autora que não possui vínculo com a defesa de Bolsonaro. Ela sustentou que o voto divergente do ministro Luiz Fux no julgamento da Primeira Turma indicaria suposta incompetência do juízo responsável pela condenação e caracterizaria uma situação que, segundo sua argumentação, deveria justificar a anulação do processo. Toffoli negou o habeas corpus na segunda-feira (17), observando que pedidos paralelos podem interferir nas estratégias adotadas pelos advogados do ex-presidente. Após a negativa, a autora recorreu, o que levou o caso à Segunda Turma. O colegiado que analisará o agravo é formado pelos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Luiz Fux, André Mendonça e Kassio Nunes Marques. Caberá ao grupo decidir se o pleito terá continuidade ou será arquivado. Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito, organização criminosa, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
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