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O presidente da Câmara de Vereadores de Livramento de Nossa Senhora, Aparecido Lima da Silva (Cidão Aracatu), rebateu nesta sexta-feira (10) uma declaração do ex-prefeito Ricardo Ribeiro que voltou a circular nas redes sociais nos últimos dias, sobre a situação financeira deixada para a atual gestão municipal. Durante sessão legislativa, Cidão contestou a narrativa de que a administração anterior teria deixado recursos livres em caixa para a prefeita Joanina Batista Silva Morais Sampaio. Segundo ele, embora valores tenham permanecido nas contas do município, esses recursos já estavam comprometidos com obras em andamento e despesas empenhadas, o que impedia seu uso livre pela nova administração. A fala do presidente da Câmara faz referência a uma declaração pública dada por Ricardo Ribeiro em janeiro de 2025, durante a cerimônia de transição de cargo para a prefeita Joanina, quando o ex-prefeito afirmou ter deixado recursos em caixa para a gestão seguinte. Nos últimos dias, esse discurso voltou a repercutir nas redes sociais, em meio ao debate sobre o projeto que autoriza a Prefeitura a contratar um empréstimo de até R$ 100 milhões. “É fácil dizer que deixou R$ 20 milhões no caixa. Mas esses R$ 20 milhões tinham compromisso, estavam empenhados com empresas e obras que precisavam ser concluídas”, afirmou Cidão Aracatu durante o pronunciamento na Câmara. Segundo o parlamentar, o ponto que precisa ser esclarecido à população é que o dinheiro remanescente citado pela gestão anterior não estava livre para novos investimentos, pois já possuía destinação definida e estava vinculado a contratos e obrigações herdadas. Na avaliação de Cidão, a narrativa de que a atual prefeita recebeu recursos disponíveis para investir livremente “não se sustenta”, justamente porque parte do valor deixado em caixa já estava comprometida com pagamentos de obras e despesas da gestão passada. Durante a mesma sessão, o presidente da Câmara também saiu em defesa do projeto que autoriza o município a contratar um financiamento de até R$ 100 milhões. Para ele, a operação pode ser importante para viabilizar obras estruturantes em diversas regiões do município, desde que haja fiscalização rigorosa por parte do Legislativo. Cidão destacou ainda que a atual administração enfrenta limitações financeiras porque, além de manter as obrigações atuais em dia, também estaria arcando com parcelamentos e débitos herdados de gestões anteriores, o que, segundo ele, reforça a necessidade de buscar novas fontes de investimento. Ao defender o empréstimo, o vereador afirmou que a operação pode variar entre R$ 51 milhões e R$ 100 milhões, e declarou apoio à aprovação do projeto, desde que os recursos sejam acompanhados de perto pela Câmara. Ele afirmou que os vereadores devem fiscalizar licitações, execução das obras, qualidade dos materiais e prestação de contas, para garantir que o dinheiro seja aplicado corretamente e revertido em benefícios concretos para a população. Entre os possíveis destinos dos recursos, Cidão citou obras de infraestrutura e pavimentação para localidades como Iguatemi, São Timóteo, Mucambo, Vazinha e Tanajé, defendendo que os investimentos podem impulsionar o desenvolvimento de Livramento de Nossa Senhora. Ao final, o presidente da Câmara reforçou que apoia a contratação do financiamento, mas deixou claro que, caso o recurso seja aprovado, a gestão municipal terá de aplicar corretamente cada valor, enquanto o Legislativo deverá exercer fiscalização permanente sobre todo o processo.
A Caixa Econômica Federal iniciou nesta segunda-feira (16) o pagamento do abono salarial para trabalhadores nascidos no mês de fevereiro. De acordo com o governo federal, cerca de 2 milhões de beneficiários recebem neste segundo lote, com a liberação de aproximadamente R$ 2,5 bilhões. Têm direito ao benefício trabalhadores com carteira assinada que receberam, em média, até R$ 2.776 por mês em 2024. O valor do abono varia entre R$ 136 e R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados no ano-base. Do total de beneficiários, cerca de 1,8 milhão são trabalhadores da iniciativa privada inscritos no Programa de Integração Social, com pagamento realizado pela Caixa. Outros 203,9 mil são servidores públicos vinculados ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Além disso, trabalhadores de municípios de Minas Gerais afetados por enchentes, como Juiz de Fora, Matias Barbosa e Ubá, tiveram o pagamento antecipado. Nesses casos, cerca de 93 mil pessoas nascidas entre março e dezembro também recebem nesta etapa. O calendário de pagamentos segue escalonado ao longo do ano, conforme o mês de nascimento dos trabalhadores.
A Caixa Econômica Federal confirmou nesta terça-feira (7) que "está em estudo" a possibilidade de abrir as agências bancárias aos finais de semana para que os trabalhadores possam sacar o dinheiro das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A medida seria uma alternativa para cobrir uma possível sobrecarga nas agências em meio ao programa de demissão voluntária do banco, que pretende cortar até 10 mil cargos. "Claro que há preocupação [em atender os trabalhadores que sacarão o FGTS]. Nós estamos falando de 30 milhões de brasileiros que podem ir ao banco", disse o presidente da Caixa, Gilberto Occhi. Para abrir as agências aos fins de semana, a Caixa precisa de autorização na delegacia do trabalho e acertar entendimento com os sindicatos, de acordo com o jornal. Na semana passada, a Caixa havia informado que o calendário para o saque de contas inativas do FGTS será divulgado ainda na primeira quinzena de fevereiro. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", a ordem dos saques deve começar em março.
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