Essa tag tem 3 posts encontrados
O Flamengo empatou por (1 a 1) com o Paris Saint-Germain na tarde desta quarta-feira (17), no Estádio Ahmad Bin Ali, em Al Rayyan, no Catar, em duelo decisivo que acabou sendo definido nos pênaltis a favor da equipe francesa. O resultado no tempo regulamentar levou a partida à prorrogação e, posteriormente, à disputa nas penalidades máximas. Desde o início, o PSG teve maior controle da posse de bola e impôs forte marcação, dificultando a saída rubro-negra. O time francês criou mais oportunidades e abriu o placar ainda no primeiro tempo, aos (37) minutos, quando Kvaratskhelia aproveitou cruzamento vindo da direita e finalizou para o fundo da rede. O Flamengo encontrou dificuldades ofensivas na etapa inicial, mas voltou mais agressivo após o intervalo. A mudança no ataque deu mais presença na área adversária e o time passou a pressionar. Aos (14) minutos do segundo tempo, Arrascaeta sofreu pênalti, que foi confirmado após revisão do VAR. Jorginho cobrou com precisão e deixou tudo igual no marcador. Com o empate, a partida ganhou em intensidade. O Flamengo passou a ocupar mais o campo ofensivo e criou boas chances em contra-ataques, enquanto o PSG tentou responder principalmente em bolas paradas. No tempo regulamentar e na prorrogação, apesar do maior domínio francês, o placar não voltou a ser alterado. Na disputa por pênaltis, o Flamengo converteu apenas uma cobrança, enquanto desperdiçou outras tentativas. Pelo lado do PSG, duas cobranças também foram perdidas, mas a equipe francesa foi mais eficiente no total e garantiu a vitória nas penalidades, ficando com o título.
O Flamengo embarcou na tarde de quarta-feira (26) para Lima, no Peru, onde disputa a final da Copa Libertadores contra o Palmeiras no próximo sábado (29), às 18h, pelo horário de Brasília. A saída da delegação foi marcada por uma grande festa organizada por torcedores ao longo do trajeto. O cortejo, conhecido como Aerofla, acompanhou o time desde o Ninho do Urubu até o Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional do Galeão, em um percurso de aproximadamente 45 quilômetros. Um dia após empatar com o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro, resultado que aproximou o clube do título, o time recebeu apoio intenso dos rubro-negros durante todo o deslocamento. Durante o trajeto, torcedores subiram no ônibus da delegação e, em determinado momento, alguns chegaram a entrar no veículo pela saída de emergência posicionada no teto. A movimentação gerou preocupação de segurança. O encerramento do cortejo foi marcado por confusão. Policiais militares utilizaram bombas de efeito moral e gás de pimenta para dispersar a multidão que se aglomerava no entorno do terminal. Apesar do tumulto, a delegação conseguiu embarcar para a capital peruana, onde se prepara para a decisão continental.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta terça-feira (25) que a Câmara dos Deputados declare a perda do mandato do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ). A decisão ocorre após a condenação definitiva do parlamentar no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado. Ramagem foi sentenciado a 16 anos de prisão e também teve os direitos políticos suspensos. De acordo com o despacho, a cassação deve ser feita diretamente pela Mesa Diretora da Câmara, uma vez que a pena em regime fechado impossibilita o exercício das funções parlamentares e levaria o deputado a acumular faltas superiores ao limite permitido pela Constituição. A ordem será enviada para referendo da Primeira Turma do STF. Ramagem deixou o país antes da conclusão do julgamento no Supremo e se encontra nos Estados Unidos. A viagem ocorreu na segunda semana de setembro, período em que foi condenado por envolvimento no núcleo central da trama golpista. Ele foi diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência durante o governo Bolsonaro. Na mesma decisão, Moraes também autorizou a prisão dos demais condenados do grupo considerado estratégico para a tentativa de ruptura institucional, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Medida semelhante já havia sido tomada pelo STF no caso da deputada Carla Zambelli (PL-SP), que também deixou o Brasil e pode ser alvo de pedido de extradição. Na ocasião, o presidente da Câmara, Hugo Motta, não seguiu a orientação direta de Moraes e optou por adotar o rito tradicional de análise pela Comissão de Constituição e Justiça antes da deliberação do plenário. Técnicos da Câmara afirmam que ambos os procedimentos são previstos e que caberá ao presidente da Casa definir qual rito será seguido após receber a comunicação oficial do Supremo.
Usamos cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Privacidade.

