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Mulher suspeita de tráfico é presa em Serra do Ramalho
SERRA DO RAMALHO 07/Mar/2026 - 21h00
Foto: Divulgação/RONDESP Meio-Oeste

Mulher suspeita de tráfico é presa em Serra do Ramalho

Uma mulher de 38 anos foi presa na manhã de sábado (07) suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas no município de Serra do Ramalho, no oeste da Bahia. De acordo com a Polícia Militar da Bahia, equipes da RONDESP Meio-Oeste, com apoio da 38ª Companhia Independente de Polícia Militar, foram até a localidade de Agrovila II após receberem informações de que uma mulher estaria comercializando entorpecentes na região. Ao chegarem nas proximidades do endereço indicado, os policiais realizaram um período de observação e identificaram intensa movimentação de pessoas e veículos em frente a uma residência. Durante a abordagem, os agentes encontraram com a suspeita, uma pochete contendo drogas, dinheiro e um aparelho celular. Segundo a polícia, foram apreendidos 350 gramas de substância semelhante à maconha, 20 gramas de substância semelhante à cocaína, R$ 660 em dinheiro e um telefone celular. A mulher e o material apreendido foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Bom Jesus da Lapa, onde a ocorrência foi registrada e as medidas legais cabíveis foram adotadas.

Anvisa proíbe canetas emagrecedoras irregulares à base de tirzepatida e retatrutida
23/Jan/2026 - 07h49
Foto: Reprodução

Anvisa proíbe canetas emagrecedoras irregulares à base de tirzepatida e retatrutida

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira (21), a comercialização, fabricação, distribuição, importação, divulgação e o uso de medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de produtos que contenham retatrutida, de todas as marcas e lotes. Conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”, os itens vinham sendo comercializados principalmente por meio de redes sociais, como o Instagram. Segundo a Anvisa, os produtos são fabricados por empresas desconhecidas e não possuem registro, notificação ou cadastro junto ao órgão regulador, o que torna a comercialização irregular em todo o território nacional. Em nota, a agência alertou que, por se tratarem de medicamentos de origem incerta, não há garantia quanto à composição, qualidade, eficácia ou segurança. Por esse motivo, a Anvisa afirmou que os produtos não devem ser utilizados “em nenhuma hipótese”. “A ausência de controle sanitário impede qualquer confirmação sobre o que, de fato, está sendo aplicado no organismo do consumidor”, destacou o órgão. A resolução que determina a proibição foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor. O descumprimento da medida pode gerar sanções administrativas, incluindo multas e apreensão dos produtos, além de responsabilização civil e criminal dos envolvidos. A Anvisa reforça que medicamentos devem ser adquiridos apenas em estabelecimentos regularizados e com prescrição médica, quando exigida, e orienta a população a denunciar a venda de produtos irregulares pelos canais oficiais do órgão.

Anvisa proíbe venda de lotes de fórmulas infantis da Nestlé por risco à saúde
BRASIL 07/Jan/2026 - 17h21
Foto: Reprodução

Anvisa proíbe venda de lotes de fórmulas infantis da Nestlé por risco à saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a proibição da comercialização, distribuição e uso de alguns lotes de fórmulas infantis da Nestlé no Brasil. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (7). A medida atinge produtos das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino. Segundo a Anvisa, a proibição foi adotada após a identificação de risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. De acordo com a agência, a ingestão da substância pode provocar sintomas como vômitos persistentes, diarreia e letargia — caracterizada por sonolência excessiva, lentidão de movimentos e dificuldade de reação, especialmente em crianças. No comunicado, a Anvisa informou ainda que os lotes afetados devem ser recolhidos do mercado. A recomendação é que consumidores não utilizem os produtos incluídos na determinação e busquem orientações diretamente nos canais oficiais da empresa fabricante ou junto à própria agência reguladora. A Anvisa reforçou que segue monitorando a situação e que novas medidas poderão ser adotadas caso sejam identificados outros riscos à saúde pública.

Vacina do Butantan contra dengue é oficialmente registrada pela Anvisa
BRASIL 09/Dez/2025 - 20h16
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Vacina do Butantan contra dengue é oficialmente registrada pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou na segunda-feira (8) o registro da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A decisão aparece no Diário Oficial da União e formaliza a autorização para produção e comercialização do imunizante no país. A previsão do Ministério da Saúde é iniciar a aplicação gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2026. O registro consolida o processo regulatório iniciado anteriormente e garante que o imunizante atende aos requisitos de segurança, eficácia e qualidade previstos na legislação sanitária. Segundo a agência, a vacina passou por todas as etapas de análise técnica antes de ser liberada. O imunizante é tetravalente, capaz de proteger contra os quatro sorotipos da dengue, e será aplicado em dose única. A tecnologia utilizada é a de vírus vivo atenuado, modelo já empregado em outras vacinas amplamente utilizadas no Brasil e no exterior. Com a autorização, o Butantan poderá iniciar a produção em escala para abastecer a rede pública, que deverá incorporar o novo imunizante como estratégia nacional de enfrentamento à doença.

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