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A Associação Industrial e Comercial de Macaúbas (Acimac) alertou comerciantes do município sobre a aplicação de golpes envolvendo pagamentos via Pix no comércio local. De acordo com boletim de ocorrência registrado na delegacia da cidade, a autora realiza compras e apresenta comprovante de Pix agendado como se o pagamento tivesse sido concluído. No entanto, o valor não é efetivamente creditado na conta do estabelecimento no momento da venda. Com a apresentação do comprovante, a mercadoria é liberada, mas a transferência não é compensada. O prejuízo só é percebido depois, ao ser constatado que o valor não entrou na conta. Segundo a associação, alguns comerciantes já foram lesados. A Acimac orienta que os lojistas confirmem o recebimento diretamente no extrato bancário antes de liberar produtos e que registrem ocorrência na delegacia caso tenham sido vítimas do golpe.
A Escola Municipal Florisvaldo da Silva Ribeiro, no bairro Jurema, foi palco, na segunda-feira (24), do lançamento do Projeto Adote um Leitor, iniciativa construída por meio de parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (SEMED), comerciantes locais e moradores de Livramento de Nossa Senhora. O evento reuniu estudantes, familiares e apoiadores do programa. O projeto foi criado com a proposta de ampliar o interesse das crianças pela leitura por meio do envio mensal de revistas educativas. O material reúne conteúdos sobre valores, curiosidades, temas gerais e narrativas voltadas para o desenvolvimento intelectual e social dos alunos. A cada assinatura realizada por um padrinho, uma criança da rede municipal passa a receber o conteúdo em casa ou na escola. A ação vai atender 223 estudantes com idades entre 6 e 12 anos, garantindo acesso regular às revistas. Segundo a organização, as publicações devem contribuir para o enriquecimento do vocabulário, o estímulo à criatividade e o fortalecimento do hábito da leitura entre os participantes.
Pedestres e comerciantes têm intensificado reclamações contra a invasão de vendedores ambulantes nas principais ruas do comércio central de Ilhéus, principalmente o Calçadão da Marques de Paranaguá e adjacências. A situação se agrava a cada dia e dificulta a mobilidade nos calçadões do centro, daqueles que buscam os serviços bancários, correios e outros, além da procura por artigos comerciais. Segundo observações de lojistas ilheenses, a movimentação dos vendedores ambulantes, especialmente de outras cidades da região, começou logo após o último período eleitoral, se agravou em dezembro durante as vendas de Natal e permanece agora com o aumento do fluxo de turistas na cidade. A reclamação parte de todos os setores, principalmente dos comerciantes, que pagam impostos e taxas para exercerem suas atividades. A invasão prejudica as lojas estabelecidas no centro da cidade, a mobilidade urbana e o próprio município, que deixa de arrecadar, emprestando um aspecto desorganizado que depõem contra o comércio de Ilhéus. Denúncias feitas por comerciantes locais, apontam vendedores ambulantes que, ao mesmo tempo, ocupam o Calçadão da Paranaguá e possuem boxes no Shopping Popular, no mesmo ramo de negócio.
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