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A Polícia Civil da Bahia, por meio da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Vitória da Conquista), com equipes do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti/Sudoeste), cumpriu, na sexta-feira (10), um mandado de prisão contra um homem de 46 anos, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado pelos crimes de maus-tratos e tortura contra idosos e pessoas com deficiência. O homem foi localizado em um imóvel no bairro Candeias. O crime ocorreu em 28 de janeiro de 2022. À época, o investigado atuava como administrador de uma instituição de acolhimento de idosos, sendo posteriormente indiciado no inquérito policial instaurado para apuração dos fatos. A investigação foi conduzida pela 10ª Coorpin e pela 2ª Delegacia Territorial de Vitória da Conquista. Após o cumprimento do mandado, o custodiado foi apresentado no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), realizou os exames legais e será encaminhado ao presídio, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Investigadores do CATTI Extremo Sul obtiveram êxito em minucioso trabalho de inteligência e investigação que resultou na prisão na manhã deste sábado (28), de um homem de 30 anos com mandado de prisão em aberto por homicídio. Ele foi condenado pela 1ª Vara do Júri e Execuções Penais de Teixeira de Freitas, como autor dos disparos que mataram Vitor Aguiar Antônio, em 19 de dezembro de 2015, no bairro Universitário. O homem foi alcançado no bairro Tancredo Neves, imediações da Estrada Rural sentido Cidade de Deus. Segundo registro do mandado de prisão, a pena restante para cumprimento em regime fechado é de seis anos. Levado à unidade policial, ele foi submetido aos exames de praxe e segue custodiado à disposição da Justiça
O Tribunal do Júri de Carinhanha, no sudoeste da Bahia, condenou, na quarta-feira (19), Wanrley Silva Teixeira, de 30 anos, a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão em regime fechado. Ele foi responsabilizado por tentativa de feminicídio qualificado e por provocar aborto sem consentimento da vítima. O crime ocorreu em abril de 2020. Cleidiane dos Santos Ribeiro, então com 20 anos e grávida, foi empurrada da ponte Guimarães Rosa, que liga Carinhanha a Malhada, sobre o rio São Francisco. A jovem sobreviveu após ficar presa na vegetação às margens do rio. Ela foi resgatada por guardas municipais com apoio de um pescador que passava pelo local. Durante o julgamento, a defesa alegou que a queda teria sido acidental, mas os jurados rejeitaram a tese. O Ministério Público sustentou que o réu agiu por motivo torpe, ao se recusar a assumir a paternidade, e levou a vítima ao local com o objetivo de provocar sua morte. A denúncia foi acolhida integralmente pelo júri, que reconheceu as qualificadoras de feminicídio tentado e aborto provocado por terceiro. Na sentença, o juiz Arthur Antunes Amaro Neves destacou a gravidade do crime e as consequências para a vítima, que ainda enfrenta sequelas psicológicas e faz uso de medicamentos controlados cinco anos após o ocorrido. Apesar da condenação, Wanrley Teixeira poderá recorrer em liberdade. Ele terá de cumprir medidas cautelares que o impedem de se aproximar ou manter contato com a vítima e familiares.
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