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O município de Livramento de Nossa Senhora passou a contar com uma nova unidade do Sicoob Crediconquista, ampliando o acesso a serviços financeiros e fortalecendo o cooperativismo de crédito na cidade e na região. A cooperativa atua no modelo em que os associados são donos do negócio e participam diretamente dos resultados, promovendo inclusão financeira, tarifas e taxas mais competitivas e uma relação equilibrada entre instituição, cooperados e comunidade. A implantação da unidade integra o plano de expansão do Sicoob Crediconquista, que prioriza municípios com papel estratégico e influência regional. A escolha de Livramento levou em conta estudos de viabilidade e o potencial econômico do município, reconhecido como polo regional por concentrar serviços e atender demandas de cidades vizinhas. A presença da cooperativa contribui para a ampliação da oferta de crédito, investimentos e atendimento financeiro cooperativo. A gestão municipal destacou a importância do cooperativismo para o desenvolvimento local, ressaltando que os recursos movimentados permanecem no próprio município, fortalecendo a economia e estimulando a geração de oportunidades. O setor empresarial também avalia a chegada da nova unidade como positiva para o crescimento econômico regional, com impactos diretos no comércio, na agricultura e em outros segmentos produtivos. Com a inauguração da unidade em Livramento de Nossa Senhora, o Sicoob Crediconquista reforça o desenvolvimento sustentável e mantém os recursos circulando na própria região.
A Barragem de Ceraíma, em Guanambi, no sudoeste da Bahia, enfrenta um cenário de alerta devido ao baixo volume de água acumulado. O reservatório, que abastece o perímetro irrigado da região, está operando com cerca de 30% da capacidade e já provocou queda significativa na produção agrícola. De acordo com o presidente da Cooperativa dos Agricultores de Ceraíma, Marco Antônio Fraga, as chuvas registradas nas últimas semanas não foram suficientes para elevar o nível do reservatório. Ele estima que aproximadamente 40% da safra já foi perdida e considera que a situação pode se agravar caso não haja recuperação hídrica nos próximos meses. O dirigente também questiona a captação de água pela Embasa, afirmando que a Adutora do Algodão poderia ser utilizada como alternativa de abastecimento. No perímetro irrigado, produtores vêm reduzindo drasticamente a utilização da água, medida que tem refletido diretamente na diminuição da oferta de frutas e hortaliças. Caso o ritmo atual de queda no volume se mantenha, a previsão é de que a barragem alcance o volume morto até junho de 2026, o que impediria a continuidade da irrigação. A produção agrícola local abastece mais de 27 municípios da região, o que amplia a preocupação com os efeitos econômicos e sociais decorrentes da crise hídrica.
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