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O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), desafiou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) para uma série de debates públicos sobre os problemas do estado. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Sociedade, nesta terça-feira (12). Durante a entrevista, ACM Neto afirmou que o governador estaria sendo “escondido” por aliados políticos, especialmente na Região Metropolitana de Salvador. Segundo o ex-prefeito, o grupo governista tenta repetir a estratégia adotada nas eleições de 2022, quando, segundo ele, Jerônimo teria evitado o confronto direto no debate eleitoral. O pré-candidato declarou ainda que pretende concentrar os embates diretamente no atual governador, sem direcionar críticas ao ex-ministro Rui Costa ou ao senador Jaques Wagner. ACM Neto também criticou a ausência de Jerônimo Rodrigues nas peças de propaganda do PT. Segundo ele, nas campanhas publicitárias do partido, as respostas às críticas feitas ao governo são dadas por Rui Costa e Jaques Wagner, e não pelo governador. Na entrevista, o ex-prefeito mencionou ainda uma suposta disputa interna dentro do grupo governista, afirmando que haveria interesse de Rui Costa em disputar novamente o Governo da Bahia. Ao final, ACM Neto reiterou o convite para debates antes do início oficial da campanha eleitoral e afirmou que o governador pode definir local, horário e temas para a discussão pública.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (7) que sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026 pode ser retirada caso uma contrapartida seja apresentada. A declaração foi dada após participar de um culto evangélico em Brasília. Segundo o senador, sua continuidade na disputa está condicionada a um “preço”, que não detalhou naquele momento. Ele afirmou que pretende revelar o conteúdo da contrapartida posteriormente. Flávio Bolsonaro relacionou o tema ao debate sobre um projeto de anistia aos condenados pelo Supremo Tribunal Federal por participação na trama golpista, medida que poderia beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso. O parlamentar disse esperar que os presidentes da Câmara e do Senado cumpram o compromisso de pautar o tema ainda esta semana, defendendo que a proposta seja apreciada em plenário. A pré-candidatura do senador foi lançada dentro do movimento do PL para ocupar espaço no cenário eleitoral de 2026. A possibilidade de retirada, no entanto, passa a depender do avanço das negociações em torno da anistia.
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