Busca pela tag "doencas"

Essa tag tem 3 posts encontrados

Nova variante da Covid-19 se espalha por 23 países, mas não aumenta gravidade dos casos
MUNDO 29/Mar/2026 - 11h00
Foto: Reprodução

Nova variante da Covid-19 se espalha por 23 países, mas não aumenta gravidade dos casos

Uma nova variante do vírus da Covid-19, identificada como BA.3.2, já foi registrada em pelo menos 23 países, segundo análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Apesar da capacidade maior de escapar da resposta imunológica, a Organização Mundial da Saúde afirma que não há evidências de aumento na gravidade dos casos nem de perda relevante da proteção oferecida pelas vacinas. No Brasil, até o momento, não há confirmação da circulação da linhagem. A variante foi identificada pela primeira vez na África do Sul, em novembro de 2024, e voltou a ganhar força a partir de setembro de 2025. Em alguns países europeus, como Dinamarca, Alemanha e Holanda, já representa cerca de 30% das amostras analisadas semanalmente, indicando avanço consistente da linhagem. Especialistas apontam que a BA.3.2 apresenta um número elevado de mutações na proteína Spike — estrutura usada pelo vírus para invadir células humanas. Essa característica explica a maior capacidade de escapar de anticorpos, o que pode facilitar reinfecções, mesmo em pessoas previamente imunizadas ou que já tiveram contato com o vírus. Apesar disso, a avaliação da Organização Mundial da Saúde é de que a variante não representa um risco adicional significativo em relação às cepas já em circulação. Até agora, não foram observados aumentos relevantes em hospitalizações ou mortes associados à nova linhagem. A principal estratégia de proteção continua sendo a vacinação. No Brasil, a imunização contra a Covid-19 segue incluída no calendário para gestantes, idosos, crianças de 6 meses a 5 anos e grupos prioritários, como imunocomprometidos, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades. Para a população fora desses grupos, não há, neste momento, recomendação de novas doses.

Casos de dengue caem 86 por cento na Bahia em 2025 aponta Sesab
BAHIA 07/Jan/2026 - 17h46
Foto: Reprodução

Casos de dengue caem 86 por cento na Bahia em 2025 aponta Sesab

Os casos de dengue na Bahia apresentaram uma redução de 86% em 2025, segundo dados divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia. Ao todo, foram registradas 32.715 notificações da doença neste ano, contra 232.645 casos contabilizados em 2024. A queda também foi expressiva nos casos de chikungunya e zika. De acordo com a Sesab, a chikungunya apresentou redução de 84,7%, com 2.562 casos prováveis em 2025. Já a zika teve diminuição de 74,4%, totalizando 305 casos no mesmo período. O número de mortes provocadas pela dengue também caiu de forma significativa. Em 2024, o estado registrou 182 óbitos pela doença. Em 2025, esse número caiu para 14, representando uma redução de 92,3%. Outro dado destacado pela secretaria é que nenhum município baiano se encontra atualmente em situação de epidemia, cenário diferente do ano anterior, quando seis cidades enfrentavam esse quadro. Segundo a Sesab, os resultados refletem a atuação conjunta do Governo do Estado da Bahia e dos municípios no enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das arboviroses. Para reforçar as ações, foram investidos cerca de R$ 32 milhões em equipamentos, veículos para aplicação de fumacê, kits destinados aos agentes de combate às endemias, insumos estratégicos e campanhas educativas voltadas à população. A secretaria informou que as ações de vigilância, prevenção e controle seguem sendo realizadas de forma contínua para manter a redução dos casos e evitar novos surtos das doenças no estado.

2,2 milhões de brasileiros tiveram doenças ligadas ao Aedes em 2016
23 12/Fev/2017 - 12h00
Foto Divulgação

2,2 milhões de brasileiros tiveram doenças ligadas ao Aedes em 2016

A previsão da tríplice epidemia se confirmou. Boletim divulgado nesta quinta-feira, 2, pelo Ministério da Saúde mostra que em 2016 o país conviveu com epidemias simultâneas: dengue, chikungunya e zika. Ao todo, foram 2,175 milhões de casos de infecções, com 846 mortes. Chama a atenção o expressivo número de óbitos provocados por chikungunya. Durante 2016, 196 pessoas morreram em razão da infecção, 14 vezes mais do que o registrado em 2015, com 14 óbitos. Quando o vírus foi confirmado no Brasil, autoridades sanitárias afirmavam que a doença trazia pouco risco de morte. A zika, outra doença também que era tida como "prima fraca" da dengue, provocou 8 mortes.


Usamos cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Privacidade.