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Seleção Brasileira divulga convocação oficial para a Copa do Mundo de 2026
ESPORTE 19/Mai/2026 - 08h59

Seleção Brasileira divulga convocação oficial para a Copa do Mundo de 2026

A Confederação Brasileira de Futebol anunciou nesta segunda-feira (18) a lista oficial dos 26 jogadores convocados para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. A apresentação dos atletas ocorreu durante um evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O principal destaque da convocação feita pelo técnico Carlo Ancelotti foi o retorno de Neymar. O atacante do Santos Futebol Clube volta a vestir a camisa da Seleção após ficar afastado desde outubro de 2023 por questões físicas. Recuperado, o jogador foi confirmado entre os nomes que representarão o Brasil no Mundial. Além de Neymar, o setor ofensivo contará com jovens atletas que vêm ganhando espaço no futebol internacional, entre eles Endrick, atualmente no Olympique Lyonnais, e Rayan, que atua pelo AFC Bournemouth. Entre os clubes brasileiros, o Clube de Regatas do Flamengo aparece como o maior fornecedor de jogadores para a Seleção, com os laterais Danilo e Alex Sandro, o zagueiro Léo Pereira e o meia Lucas Paquetá entre os convocados. O futebol nacional também será representado pelo volante Danilo Santos, do Botafogo de Futebol e Regatas, e pelo goleiro Weverton, do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. A comissão técnica também confirmou ausências importantes por conta de lesões. O zagueiro Éder Militão e os atacantes Estêvão e Rodrygo ficaram fora da relação final. Já João Pedro, do Chelsea Football Club, não foi incluído entre os selecionados. Com a definição da lista oficial, a Seleção Brasileira inicia agora o período de preparação visando a estreia na Copa do Mundo FIFA de 2026, marcada para as próximas semanas.

Nova variante da Covid-19 se espalha por 23 países, mas não aumenta gravidade dos casos
MUNDO 29/Mar/2026 - 11h00
Foto: Reprodução

Nova variante da Covid-19 se espalha por 23 países, mas não aumenta gravidade dos casos

Uma nova variante do vírus da Covid-19, identificada como BA.3.2, já foi registrada em pelo menos 23 países, segundo análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Apesar da capacidade maior de escapar da resposta imunológica, a Organização Mundial da Saúde afirma que não há evidências de aumento na gravidade dos casos nem de perda relevante da proteção oferecida pelas vacinas. No Brasil, até o momento, não há confirmação da circulação da linhagem. A variante foi identificada pela primeira vez na África do Sul, em novembro de 2024, e voltou a ganhar força a partir de setembro de 2025. Em alguns países europeus, como Dinamarca, Alemanha e Holanda, já representa cerca de 30% das amostras analisadas semanalmente, indicando avanço consistente da linhagem. Especialistas apontam que a BA.3.2 apresenta um número elevado de mutações na proteína Spike — estrutura usada pelo vírus para invadir células humanas. Essa característica explica a maior capacidade de escapar de anticorpos, o que pode facilitar reinfecções, mesmo em pessoas previamente imunizadas ou que já tiveram contato com o vírus. Apesar disso, a avaliação da Organização Mundial da Saúde é de que a variante não representa um risco adicional significativo em relação às cepas já em circulação. Até agora, não foram observados aumentos relevantes em hospitalizações ou mortes associados à nova linhagem. A principal estratégia de proteção continua sendo a vacinação. No Brasil, a imunização contra a Covid-19 segue incluída no calendário para gestantes, idosos, crianças de 6 meses a 5 anos e grupos prioritários, como imunocomprometidos, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades. Para a população fora desses grupos, não há, neste momento, recomendação de novas doses.

EUA retiram tarifas de 40% sobre produtos brasileiros após decisão de Donald Trump
MUNDO 20/Nov/2025 - 21h19
Foto: Ricardo Stuckert / PR

EUA retiram tarifas de 40% sobre produtos brasileiros após decisão de Donald Trump

O governo dos Estados Unidos retirou tarifas de 40% que incidiam sobre diversos produtos brasileiros, entre eles carne bovina, café, frutas, bebidas e petróleo. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (20) e representa um avanço nas negociações entre os dois países, com impacto direto no agronegócio e em setores da indústria nacional. A medida foi formalizada por ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump. O documento aponta que o recuo nas tarifas ocorreu após tratativas diretas entre Trump e o presidente Lula, que discutiram a revisão das cobranças impostas anteriormente ao Brasil. A suspensão amplia um movimento iniciado na semana passada, quando o governo norte-americano já havia eliminado uma tarifa de 10% aplicada a parte dos alimentos exportados pelo país. A expectativa é de que a retirada das taxas melhore a competitividade dos produtores brasileiros e fortaleça o fluxo comercial entre as duas nações.

EUA acatam decisão de juiz que suspende medidas anti-imigração de Trump
16;12 05/Fev/2017 - 10h00
Agência Brasil A comunidade islâmica da Califórnia protestou contra o veto do presidente Donald TrumpAgência Lusa/EPA/Eugene Garcia

EUA acatam decisão de juiz que suspende medidas anti-imigração de Trump

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, sigla em inglês) informou hoje (4) em nota que suspendeu as ações para implementação do veto do presidente Donald Trump para que refugiados e cidadãos de sete nações predominantemente muçulmanas entrem nos Estados Unidos. O Departamento acatou a decisão do juiz federal James Robart, do estado de Washington. Robart determinou, na sexta-feira (3), a suspensão temporária da ordem de Trump, que levaria à revogação de 60 mil a 100 mil vistos, segundo funcionários dos departamento de Justiça e do Estado. A ordem de Trump abrange a Síria, Líbia, Sudão, Irão, Somália, Iêmen e Iraque. "Em acordo com a decisão do juiz, o DHS suspendeu todas e quaisquer ações que implementassem as seções afetadas da Ordem Executiva intitulada Protegendo a Nação contra a Entrada Terrorista Estrangeira nos Estados Unidos. Isso inclui ações para suspender as regras do sistema de passageiros que identificam os viajantes para a ação operacional sujeita à Ordem Executiva", diz a nota.


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