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O Governo Federal deve anunciar, ainda nesta semana, uma nova etapa do programa Desenrola, voltado à renegociação de dívidas das famílias brasileiras. A principal novidade da iniciativa, chamada de Desenrola 2.0, é a possibilidade de utilização de parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço como forma de pagamento dos débitos. A confirmação foi feita nesta segunda-feira (27) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, após reuniões com representantes de instituições financeiras. Segundo ele, o uso do fundo terá limites e será vinculado diretamente ao valor da dívida, com restrição de saque a um percentual específico dentro do programa. A nova fase também prevê aporte do Fundo Garantidor de Operações para facilitar as negociações. A expectativa da equipe econômica é ampliar a adesão dos bancos e reduzir as taxas de juros, o que pode permitir descontos de até 90% sobre os valores devidos. O governo avalia que a medida tem caráter pontual e não deve se tornar uma prática recorrente de renegociação. A iniciativa busca reduzir os níveis de inadimplência no país, em um cenário ainda impactado por juros elevados. Na primeira edição do programa, realizada em 2023, cerca de 15 milhões de pessoas foram atendidas, com mais de R$ 53 bilhões em dívidas renegociadas. A previsão é que o anúncio oficial da nova fase seja feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, uma medida provisória que autoriza a destinação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para entidades hospitalares filantrópicas, instituições que atuam com pessoas com deficiência e organizações sem fins lucrativos que participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi feito durante visita às Obras Sociais Irmã Dulce, na Bahia, ocasião em que também foram assinados outros três atos voltados ao repasse de recursos para a área da saúde. A expectativa do governo federal é de que a medida possibilite a liberação de R$ 4 bilhões em 2026 para essas entidades, sem impacto nos recursos já destinados à habitação, saneamento e infraestrutura. O uso do FGTS para operações de crédito destinadas a instituições filantrópicas da saúde já havia sido autorizado entre 2019 e 2022. Com a nova medida provisória, a possibilidade foi restabelecida até 2030, permitindo que bancos públicos ofereçam financiamentos com taxas de juros mais baixas às entidades beneficiadas. Dados apresentados pelo governo indicam que a taxa média de juros da carteira de crédito da Caixa Econômica Federal com recursos do FGTS para hospitais filantrópicos, contratada no período anterior, foi de 11,6% ao ano, enquanto a taxa média praticada com recursos próprios da instituição é de 17,7% ao ano. Durante a cerimônia, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a redução dos encargos financeiros permitirá ampliar e qualificar os serviços prestados ao SUS, fortalecendo o programa Agora Tem Especialistas. Segundo ele, a medida também garante ampliação do prazo de pagamento de 120 para 180 meses, além de carência de 12 meses, contribuindo para a manutenção dos serviços, aumento do número de cirurgias e aquisição de equipamentos pelas entidades filantrópicas.
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta quarta-feira (26) a liberação do uso do saldo do fundo para aquisição, amortização ou liquidação de imóveis de até R$ 2,25 milhões, abrangendo tanto contratos novos quanto antigos. A mudança passa a valer imediatamente. A atualização corrige uma diferença criada após o aumento do teto do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), reajustado de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões em outubro. Desde então, apenas financiamentos assinados antes de junho de 2021 podiam utilizar o FGTS com base no novo limite, enquanto contratos mais recentes continuavam restritos ao valor anterior, o que gerava desigualdade entre mutuários. Com a nova decisão, qualquer contrato firmado dentro do SFH poderá usar o fundo, independentemente da data de contratação. A ampliação deve impactar principalmente famílias com renda acima de R$ 12 mil, concentradas em regiões onde os preços dos imóveis superam com facilidade o antigo teto, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A padronização das regras reduz incertezas no mercado e uniformiza o acesso ao FGTS no crédito habitacional, segundo o Conselho Curador, permitindo que bancos e consumidores operem com o mesmo limite nacional.
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) aprovou nesta terça-feira (7/10), por unanimidade, um conjunto de ajustes que limitam as operações de antecipação do saque-aniversário. As novas regras entram em vigor a partir de 1º de novembro e estabelecem restrições quanto à quantidade de operações, ao prazo das antecipações e ao valor que pode ser antecipado. Com as mudanças, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estima que cerca de R$ 84,6 bilhões deixarão de ser destinados às instituições financeiras e serão repassados diretamente aos trabalhadores até 2030.
Durante a reunião, os conselheiros ressaltaram que as alterações são fundamentais para preservar a sustentabilidade do FGTS. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu a medida e classificou o saque-aniversário como uma “armadilha” para os trabalhadores. “Ao ser demitida, a pessoa não pode sacar o saldo do seu FGTS — e demissões acontecem todos os dias. Hoje, já temos 13 milhões de trabalhadores com valores bloqueados, que somam R$ 6,5 bilhões. O saque-aniversário enfraquece o Fundo tanto como poupança do trabalhador quanto como instrumento de investimento em infraestrutura, habitação e saneamento”, afirmou o ministro.
As mudanças seguem a política do governo federal de recompor o papel social e econômico do FGTS, garantindo maior proteção ao trabalhador e reforçando o caráter de poupança e investimento coletivo do Fundo.
A Caixa Econômica Federal deve antecipar um pouco o pagamento dos recursos das contas inativas do FGTS. O início dos saques que obedecerão dia e mês de nascimento dos trabalhadores pode começar no dia 10 de março. A data inicial era o dia 13 ou 15 de março. O prazo final entrará no segundo semestre, porque será dado uma margem de tolerância para quem não foi buscar o dinheiro. Clientes da Caixa poderão autorizar o crédito em conta, de acordo com o cronograma. Na próxima terça-feira, a Caixa divulgará o calendário de pagamento em uma cerimônia no Palácio do Planalto. Durante o evento, será anunciado um site específico, que está sendo finalizado pelo banco, onde os trabalhadores poderão acessar para saber se têm direito ao saque, qual o valor e a data do pagamento. Queremos facilitar a vida dos trabalhadores. Ninguém precisa ir às agências para saber se tem direito, disse um técnico envolvido nas negociações. Dia 10 cairá numa sexta-feira, mas a Caixa tem planos para abrir suas agências nos fins de semana a fim de atender a demanda. A orientação do governo é liberar o dinheiro o mais rápido possível para dar um estimulo à economia da ordem de R$ 42 bilhões.
A Caixa Econômica Federal confirmou nesta terça-feira (7) que "está em estudo" a possibilidade de abrir as agências bancárias aos finais de semana para que os trabalhadores possam sacar o dinheiro das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A medida seria uma alternativa para cobrir uma possível sobrecarga nas agências em meio ao programa de demissão voluntária do banco, que pretende cortar até 10 mil cargos. "Claro que há preocupação [em atender os trabalhadores que sacarão o FGTS]. Nós estamos falando de 30 milhões de brasileiros que podem ir ao banco", disse o presidente da Caixa, Gilberto Occhi. Para abrir as agências aos fins de semana, a Caixa precisa de autorização na delegacia do trabalho e acertar entendimento com os sindicatos, de acordo com o jornal. Na semana passada, a Caixa havia informado que o calendário para o saque de contas inativas do FGTS será divulgado ainda na primeira quinzena de fevereiro. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", a ordem dos saques deve começar em março.
A empresa fabricante de antivírus ESET detectou na semana passada um golpe online que utiliza um e-mail falso, que promete apresentar o cronograma para saques das contas inativas do FGTS, para roubar dados bancários de clientes de nove instituições financeiras. Segundo a empresa, o e-mail contém um anexo chamado “CronogramaFGTS” que, ao ser aberto, inicia vários downloads e instala um vírus que verifica quais plugins de bancos estão instalados na máquina da vítima. Assim, todas as vezes que o usuário abre sua conta bancária pelo computador, o vírus captura suas senhas e chaves de segurança e envia para os cibercriminosos. A ESET ressalta que essa praga eletrônica não afeta smartphones. O calendário oficial para a retirada do dinheiro ainda não foi divulgado pelo governo. A expectativa é que o anúncio seja feito ainda neste mês, e que os saques comecem a partir de março, levando em conta a data de aniversário do trabalhador.
A empresa fabricante de antivírus ESET detectou na semana passada um golpe online que utiliza um e-mail falso, que promete apresentar o cronograma para saques das contas inativas do FGTS, para roubar dados bancários de clientes de nove instituições financeiras. Segundo a empresa, o e-mail contém um anexo chamado "CronogramaFGTS" que, ao ser aberto, inicia vários downloads e instala um vírus que verifica quais plugins de bancos estão instalados na máquina da vítima. Assim, todas as vezes que o usuário abre sua conta bancária pelo computador, o vírus captura suas senhas e chaves de segurança e envia para os cibercriminosos. A ESET ressalta que essa praga eletrônica não afeta smartphones. O calendário oficial para a retirada do dinheiro ainda não foi divulgado pelo governo. A expectativa é que o anúncio seja feito ainda neste mês, e que os saques comecem a partir de março, levando em conta a data de aniversário do trabalhador. Serão liberados R$ 30 bilhões para cerca de 10,1 milhões de pessoas. Para o presidente da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, os criminosos aproveitam temas de grande interesse do público para aplicar golpes que atingem milhares de pessoas rapidamente. "Na ânsia de obter informações sobre o FGTS, os usuários muitas vezes não verificam o remetente, links e arquivos para download contidos na mensagem", explica. A ESET afirma que já notificou o servidor responsável por enviar os e-mails para suspender a propagação do código malicioso.