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Comerciantes de Macaúbas são vítimas de golpe com falso comprovante de pix
MACAúBAS 25/Fev/2026 - 06h00
Foto: Blog Regional

Comerciantes de Macaúbas são vítimas de golpe com falso comprovante de pix

A Associação Industrial e Comercial de Macaúbas (Acimac) alertou comerciantes do município sobre a aplicação de golpes envolvendo pagamentos via Pix no comércio local. De acordo com boletim de ocorrência registrado na delegacia da cidade, a autora realiza compras e apresenta comprovante de Pix agendado como se o pagamento tivesse sido concluído. No entanto, o valor não é efetivamente creditado na conta do estabelecimento no momento da venda. Com a apresentação do comprovante, a mercadoria é liberada, mas a transferência não é compensada. O prejuízo só é percebido depois, ao ser constatado que o valor não entrou na conta. Segundo a associação, alguns comerciantes já foram lesados. A Acimac orienta que os lojistas confirmem o recebimento diretamente no extrato bancário antes de liberar produtos e que registrem ocorrência na delegacia caso tenham sido vítimas do golpe.

Operação Prisma: PF e MPBA desarticulam esquema de fraudes bancárias na Bahia
BAHIA 08/Abr/2025 - 13h39
Foto: Divulgação / MPBA

Operação Prisma: PF e MPBA desarticulam esquema de fraudes bancárias na Bahia

Na manhã desta terça-feira (8), a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagraram a Operação Prisma, com o objetivo de combater fraudes bancárias que causaram um prejuízo superior a R$ 170 mil à Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras. A operação cumpriu dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Feira de Santana, no interior da Bahia, expedidos pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária local. A investigação revelou que os suspeitos, membros de uma mesma família, utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em agências da Caixa localizadas em Feira de Santana, Riachão do Jacuípe, Santo Antônio de Jesus, Castro Alves, Valença, Amargosa e Cruz das Almas. Por meio dessas contas, eram contratados empréstimos fraudulentos. De acordo com o MPBA, uma das investigadas possui um histórico extenso de processos criminais desde 2017 e agia em conjunto com seu filho, pai e irmão. A movimentação bancária dos envolvidos foi rastreada com o apoio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude (Cefra) da Caixa Econômica Federal. Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio dos bens dos investigados para garantir eventual ressarcimento às instituições financeiras lesadas. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de estelionato e associação criminosa. O nome "Prisma" foi escolhido como uma analogia ao comportamento dos investigados, que fragmentavam suas identidades em múltiplas versões para dificultar a ação das autoridades. As investigações continuam em andamento, e novas fases da operação não estão descartadas.

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