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O ex-prefeito de Palmeiras, Carlos Alberto da Silva Lopes, foi condenado por atos de improbidade administrativa relacionados a desvios de verbas públicas ocorridos entre os anos de 2002 e 2003, período em que esteve à frente da administração municipal. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pelo Ministério Público do Estado da Bahia. Segundo a decisão judicial, o ex-gestor foi condenado ao pagamento de multa superior a R$ 1,5 milhão, além da perda dos direitos políticos pelo período de oito anos. Carlos Alberto da Silva Lopes morreu em dezembro do ano passado, durante o andamento do processo. De acordo com o Ministério Público, apesar do falecimento do ex-prefeito extinguir sanções de caráter pessoal, como suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o Poder Público, permanece válida a obrigação de ressarcimento aos cofres públicos. Ainda conforme o órgão, os efeitos patrimoniais da condenação poderão atingir os bens deixados pelo ex-gestor, respeitando os limites da herança e eventual existência de espólio a ser partilhado entre herdeiros. As investigações conduzidas pelo Ministério Público apontaram a existência de um esquema fraudulento envolvendo o uso de “notas fiscais clonadas” para dar aparência de legalidade a pagamentos relacionados à suposta compra de medicamentos, materiais hospitalares e materiais elétricos. O MP-BA informou que diversas empresas envolvidas negaram ter fornecido produtos ao município e apresentaram documentos comprovando adulterações nas notas fiscais encaminhadas ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Segundo as apurações, documentos originais de baixo valor teriam sido alterados para justificar pagamentos elevados pela administração municipal. Em um dos casos citados pela investigação, uma nota fiscal apresentada pela prefeitura com valor próximo de R$ 15 mil correspondia originalmente a uma venda de apenas R$ 13,80 destinada a outro cliente. As apurações também identificaram suposta falsificação de identidade visual em documentos atribuídos a empresas e a realização de licitações simuladas com o objetivo de encobrir os desvios de recursos públicos durante a gestão municipal.
A Prefeitura de Tanhaçu, por meio da Secretaria Municipal de Transportes de Tanhaçu, segue realizando serviços de manutenção nas estradas vicinais do município. As ações têm como objetivo melhorar as condições de tráfego, garantir mais segurança e facilitar o acesso das comunidades rurais. De acordo com a gestão municipal, os trabalhos são contínuos e buscam atender, dentro das possibilidades, diferentes regiões do município, promovendo melhores condições de mobilidade e fortalecendo a ligação entre a zona rural e a sede. Nesta etapa, as equipes atuam na manutenção das estradas que atendem as comunidades de Jurema, Sobrado, Torta e Várzea da Pedra. Segundo o vice-prefeito Dielzo de Valter, as intervenções são essenciais para assegurar melhores condições de deslocamento para moradores, produtores rurais e estudantes. A administração municipal destacou ainda que a manutenção das vias rurais é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do município, contribuindo para o escoamento da produção agrícola e para a melhoria da qualidade de vida da população.
A conselheira Aline Peixoto, do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, indeferiu o pedido de medida cautelar apresentado após denúncias de supostas irregularidades no Carnaval de 2025 em Rio de Contas. O processo foi movido pelo vereador Dilemardo Martins Cardoso Filho, o Bado, contra o prefeito Célio Evangelista da Silva, o servidor municipal Amarildo Nunes de Souza e a secretária municipal de Finanças, Carla Patrícia Araújo Bonfim. Na representação, o vereador apontou possíveis falhas como arrecadação informal de valores junto a ambulantes, inclusão de pessoas na folha de pagamento sem vínculo funcional, confecção posterior de recibos para justificar despesas, contratações sem processo administrativo regular e eventual promoção pessoal do prefeito durante a festa. Segundo o parlamentar, o cantor Pedro Silva de Souza teria recebido nove mil reais em lançamento único na folha municipal, sem comprovação de vínculo ou serviço prestado. Ao analisar o pedido, a relatora reconheceu que os fatos relatados exigem apuração detalhada, por envolverem recursos públicos e possíveis irregularidades administrativas. No entanto, destacou que as situações narradas se referem a um evento já encerrado e não apresentam sinais de continuidade ou risco imediato ao erário que justifiquem a adoção de medida urgente. A conselheira ressaltou que as questões levantadas serão examinadas no julgamento de mérito, após a formação do contraditório. Também foi registrado no processo que parte dos fatos já está sob apuração do Ministério Público da Bahia.
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) voltou a criticar o governo estadual ao comentar a situação de obras paralisadas na Bahia. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele reagiu à resposta do governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre a interrupção das obras da Estrada da Sapucaia, em Cruz das Almas. Neto afirmou que Jerônimo deu “mais um migué” ao ser questionado por um repórter sobre a paralisação e acusou o governador de não dizer a verdade. “O golpe tá aí, cai quem quer. Vejam só mais essa lorota.. ou melhor, mais esse migué.. do governador Jerônimo Rodrigues, quando um repórter perguntou por que as obras da Estrada da Sapucaia, em Cruz das Almas, estão paralisadas”, disse. Segundo o ex-prefeito, o problema não se resume ao trecho de Cruz das Almas. Ele citou outras obras que estariam paradas, como a BA-120, entre Monte Santo e Queimadas; a delegacia e o Mercadão de Ibicoara, parados há mais de um ano; a BA-225, entre Gentio do Ouro e Mirorós; e a duplicação da rodovia entre Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos. Neto ainda mencionou dados do Tribunal de Contas da União para reforçar a crítica. “Segundo o Tribunal de Contas da União, são mais de 900 obras paradas em todo o estado. Mais de R$ 1,5 bilhão que está na conta do governo, mas que não sai do papel.” Ele encerrou afirmando que a situação se tornou prática comum da atual gestão. “Aliás, obra parada virou padrão do governo Jerônimo na Bahia, que promete muito e não entrega nada. Só ladainha. Só cheiro mole.”
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