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Campanha de vacinação contra gripe começa dia 28 na Bahia
BAHIA 25/Mar/2026 - 10h52
Foto: Divulgação/SESAB

Campanha de vacinação contra gripe começa dia 28 na Bahia

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia recebeu na última sexta-feira (20) e sábado (21) a primeira remessa de vacinas contra a influenza para a Campanha Nacional de Vacinação 2026, com um total de 1.336.000 doses. A distribuição para os municípios já foi iniciada, e o Dia D de mobilização nacional está marcado para o sábado (28). Ao longo da estratégia vacinal, o estado deve receber 6.022.574 doses. A chegada dos imunizantes ocorre em meio a um cenário de atenção na saúde pública. Dados do Serviço Estadual de Regulação indicam crescimento na demanda pediátrica relacionada à Síndrome Respiratória Aguda Grave. As solicitações de UTI pediátrica passaram de 55 na primeira semana de janeiro para 141 entre os dias (12) e (18) de março. No mesmo período, os pedidos de leitos de enfermaria pediátrica aumentaram de 44 para 102. De acordo com a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, a vacinação é a principal forma de prevenção contra a doença e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes, além de aliviar a pressão sobre os serviços de saúde. O imunizante integra o calendário do Sistema Único de Saúde e é ofertado gratuitamente. Entre os municípios que receberam maior volume de doses nesta primeira remessa estão Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Porto Seguro e Camaçari. A campanha é direcionada a grupos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde e professores. Também estão incluídos povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, indivíduos com comorbidades ou deficiência permanente, além de profissionais de diversas áreas essenciais. A meta nacional é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários. A orientação é que os municípios concentrem esforços especialmente no primeiro mês da campanha, com ações em escolas, unidades de saúde e outros locais de grande circulação. A vacina influenza trivalente deste ano, produzida pelo Instituto Butantan, teve a composição atualizada conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde para o hemisfério sul e protege contra as cepas A/H1N1, A/H3N2 e B/Victoria.

Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa com meta de imunizar 90% dos grupos prioritários
SAúDE 08/Abr/2025 - 00h46
Patric Cassiano Foto: Paula Pinto / Agência Brasil

Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa com meta de imunizar 90% dos grupos prioritários

Começou nesta segunda-feira (7) a campanha nacional de vacinação contra a influenza, organizada pelo Ministério da Saúde com o objetivo de imunizar 90% dos grupos prioritários. Entre os públicos-alvo estão crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos, gestantes, trabalhadores da saúde, puérperas, professores, povos indígenas, pessoas em situação de rua e profissionais das forças de segurança e das Forças Armadas. Caminhoneiros, trabalhadores portuários e do transporte coletivo, além da população privada de liberdade e adolescentes sob medidas socioeducativas, também estão incluídos. O imunizante trivalente distribuído na rede pública protege contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B do vírus influenza, reduzindo entre 60% e 70% os casos graves e óbitos provocados pela doença. Para a campanha deste ano, o Ministério da Saúde adquiriu um total de 73,6 milhões de doses, das quais 67,6 milhões serão distribuídas no primeiro semestre para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. No segundo semestre, outras 5,9 milhões serão enviadas à região Norte durante o chamado "Inverno Amazônico", período de maior circulação viral na região. A vacina é segura e pode ser administrada junto a outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Está contraindicada apenas para crianças menores de seis meses e pessoas com histórico de anafilaxia grave após doses anteriores. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a meta é garantir ampla cobertura vacinal para proteger os grupos mais vulneráveis e reforçar o sistema imunológico da população brasileira contra os vírus respiratórios que circulam intensamente nesta época do ano.

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