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A estiagem recorrente no semiárido baiano tem impulsionado iniciativas inovadoras para enfrentar os desafios da alimentação animal na região. Em Igaporã, estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral de Igaporã desenvolveram um suplemento alimentar para bovinos à base de Moringa oleifera, como alternativa de baixo custo para pequenos produtores. O projeto foi idealizado pelos alunos Lívia Lopes e Pedro Henrique, com orientação dos professores Poliana Cardoso e Robson Costa. A iniciativa surgiu a partir da dificuldade enfrentada por criadores de gado durante períodos de seca, quando a vegetação perde folhas e o capim se torna escasso. Durante a pesquisa, os estudantes realizaram visitas a quatro propriedades rurais da região para observar práticas de alimentação bovina. Em duas delas, identificaram o uso da moringa como suplementação alimentar, enquanto nas demais predominavam alternativas tradicionais, como capim, palma e cana-de-açúcar. A partir dessas observações, os alunos estruturaram uma proposta baseada no uso da moringa, planta adaptada ao clima semiárido e conhecida pelo valor nutricional, com presença de proteínas, ferro, cálcio e vitaminas. A ideia é oferecer uma solução acessível aos produtores, reduzindo custos com insumos industrializados e incentivando práticas mais sustentáveis. O projeto também contou com a aplicação de etapas de pesquisa científica, incluindo análise de campo e desenvolvimento da proposta de formulação do suplemento. A iniciativa foi destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação da Bahia e deve avançar com novas etapas, como aprofundamento das análises nutricionais, testes mais detalhados na alimentação bovina e busca por parcerias para viabilizar o desenvolvimento do produto.
Um homem de 37 anos foi preso na noite de quarta-feira (21) por suspeita de tráfico de drogas no bairro Alto do Cruzeiro, em Igaporã, no sudoeste da Bahia. A abordagem ocorreu por volta das 18h, durante patrulhamento da Rondesp. De acordo com a polícia, o suspeito demonstrou nervosismo ao perceber a aproximação das viaturas, jogou uma sacola no chão e arremessou um simulacro de arma de fogo. Em seguida, tentou entrar em uma oficina para se esconder, mas foi alcançado pela equipe policial. Na sacola dispensada pelo homem, os policiais encontraram porções de cocaína. Durante a verificação no imóvel, foram apreendidas cinco espingardas artesanais, além de outros materiais relacionados ao tráfico de drogas. Entre os itens recolhidos estão dinheiro, pinos e trouxas de cocaína, uma porção maior da droga, uma balança de precisão, um telefone celular e o simulacro utilizado pelo suspeito. O homem e todo o material apreendido foram apresentados na Delegacia Territorial de Guanambi, onde o caso foi registrado e as medidas cabíveis adotadas.
Uma pessoa morreu após um grave acidente na tarde do último domingo (28), no Km 12 da BR-430, em trecho do município de Caetité, no sentido Igaporã. A Polícia Militar da Bahia foi acionada e constatou que o acidente envolveu um carro modelo Golf. O motorista, Roberto Leal Fernandes, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. No veículo também estavam a esposa do condutor e a filha, uma criança, que ficaram feridas. Equipes do Samu 192 realizaram os primeiros atendimentos no local do acidente. A mulher foi encaminhada ao Hospital Geral de Guanambi, enquanto a criança foi levada para o hospital do município de Igaporã. O estado de saúde das vítimas não foi divulgado até a última atualização desta reportagem.
Um lavrador de 36 anos, morador da zona rural de Igaporã, perdeu R$ 11.580 após ser alvo do golpe do “falso advogado”. O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Riacho de Santana, no sudoeste da Bahia. De acordo com o boletim, Edinardo Selvino da Silva recebeu mensagens pelo WhatsApp de um número com DDD 77. Os golpistas utilizaram o nome do advogado Léo Humberto Guanais, de Riacho de Santana, e informaram falsamente que uma ação judicial movida por ele teria sido decidida de forma favorável. Na sequência, outro estelionatário entrou em contato por vídeo chamada usando um número com DDD 11. Ele orientou o agricultor a realizar uma transferência de R$ 10 mil via Pix, afirmando que o valor seria devolvido juntamente com um suposto crédito de R$ 45 mil. Após o depósito inicial, os criminosos exigiram mais R$ 1.580, quantia que também foi enviada. A vítima desconfiou da fraude quando o contato foi encerrado repentinamente. Ao procurar a secretária do advogado, soube que nenhuma ação estava em andamento e que se tratava de um golpe. O caso será investigado pela Polícia Civil.
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