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Governo anuncia subsídio para reduzir preço da gasolina e do diesel
BRASIL 14/Mai/2026 - 09h01
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Governo anuncia subsídio para reduzir preço da gasolina e do diesel

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (13) uma nova medida para tentar conter a alta dos combustíveis no país. A principal ação será a criação de uma subvenção federal, espécie de subsídio pago pela União, para reduzir o impacto do aumento da gasolina e do diesel sobre consumidores e empresas. A medida será implementada por meio de uma medida provisória (MP) que deverá ser editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o governo, a ajuda poderá chegar a até R$ 0,8925 por litro de gasolina e R$ 0,3515 por litro de diesel. No entanto, o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, informou que, neste primeiro momento, o objetivo é subsidiar entre R$ 0,40 e R$ 0,45 por litro da gasolina. No caso do diesel, a subvenção de R$ 0,3515 deverá entrar em vigor a partir de junho, período em que termina a redução a zero dos tributos federais sobre o combustível. De acordo com o governo federal, a medida busca amenizar os impactos da alta internacional do petróleo e conter os reflexos no custo de vida da população e nas despesas de setores que dependem diretamente do transporte rodoviário.

Juros altos pressionam famílias e impulsionam uso do crédito no Brasil, aponta Banco Central
BRASIL 27/Abr/2026 - 16h22
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Juros altos pressionam famílias e impulsionam uso do crédito no Brasil, aponta Banco Central

As famílias brasileiras seguem pressionadas por juros elevados e recorrem cada vez mais a modalidades de crédito de curto prazo, como o cartão de crédito, segundo dados das Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central do Brasil. Em março, a taxa média de juros do crédito livre para pessoas físicas ficou em 61,5% ao ano. Apesar de uma leve queda de 0,4 ponto percentual em relação ao mês anterior, o patamar segue considerado alto. Com o custo elevado do crédito, a inadimplência no Sistema Financeiro Nacional atingiu 4,3% da carteira em março. O índice recuou 0,1 ponto percentual no mês, mas acumula alta de 1,0 ponto percentual em 12 meses. Entre as famílias, a taxa é ainda maior, chegando a 5,3%, com avanço de 1,4 ponto percentual no período de um ano. Os dados também mostram aumento no endividamento. Em fevereiro, o comprometimento das famílias com dívidas alcançou 49,9% da renda, com alta de 0,1 ponto percentual no mês e de 1,3 ponto percentual em 12 meses. Já o comprometimento da renda com o pagamento dessas dívidas chegou a 29,7%, também em trajetória de crescimento. Mesmo diante desse cenário, o volume de crédito segue em expansão no país. O saldo total das operações do Sistema Financeiro Nacional somou R$ 7,2 trilhões em março, com crescimento de 0,9% no mês. O crédito às famílias atingiu R$ 4,5 trilhões, registrando alta de 0,8% em março e expansão de 10,9% em 12 meses. No segmento de crédito livre para pessoas físicas, o saldo chegou a R$ 2,5 trilhões, com crescimento de 1,1% no mês e de 12,3% na comparação anual. De acordo com o Banco Central, o avanço foi puxado principalmente pelo aumento das operações com cartão de crédito à vista, crédito consignado para trabalhadores do setor privado e financiamentos de veículos.

Salário mínimo sobe para R$ 1.621 a partir de janeiro de 2026
ECONOMIA 24/Dez/2025 - 20h00
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Salário mínimo sobe para R$ 1.621 a partir de janeiro de 2026

O salário mínimo nacional será reajustado para R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026. O novo valor foi oficializado nesta quarta-feira (24), por meio de publicação no Diário Oficial da União, e representa um aumento de 6,8% em relação ao piso atual, que é de R$ 1.518. O reajuste corresponde a um acréscimo de pouco mais de R$ 100 e segue a política de valorização do salário mínimo adotada pelo governo federal. Pelas regras em vigor, o piso nacional é corrigido anualmente pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulada em 12 meses até novembro, somada ao crescimento da economia brasileira de dois anos antes, neste caso o desempenho de 2024, respeitando o limite máximo de 2,5% ao ano em razão do teto de gastos. A combinação desses dois fatores garante aumento real do salário mínimo, diferentemente do modelo adotado em governos anteriores, quando o reajuste se limitava à reposição inflacionária. Em nota técnica, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) avaliou que a política anterior teve efeitos negativos sobre o poder de compra, especialmente em períodos de inflação mais elevada. Segundo o Dieese, entre 2020 e 2022, a simples reposição da inflação não foi suficiente para compensar a alta dos preços dos alimentos, que avançaram acima da média e impactaram de forma mais intensa o orçamento das famílias de baixa renda. O órgão destaca que o salário mínimo tem papel fundamental na proteção social e na garantia de condições básicas de sobrevivência. A Constituição Federal estabelece que o salário mínimo deve ser capaz de atender às necessidades vitais do trabalhador e de sua família, como moradia, alimentação, saúde, lazer, higiene e transporte. De acordo com cálculos do Dieese, para suprir essas necessidades de uma família de quatro pessoas, o salário mínimo ideal deveria ser de R$ 7.067,18 em novembro de 2025, o equivalente a cerca de 4,3 vezes o novo piso nacional previsto para 2026. Ainda conforme o departamento, aproximadamente 62 milhões de brasileiros têm rendimentos atrelados ao salário mínimo. Com o reajuste para R$ 1.621, a estimativa é de um impacto positivo de R$ 81,7 bilhões na economia brasileira, por meio do aumento do consumo e da circulação de renda.

Salário mínimo sobe para R$ 1.621 a partir de janeiro de 2026
ECONOMIA 16/Dez/2025 - 19h00
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Salário mínimo sobe para R$ 1.621 a partir de janeiro de 2026

O salário mínimo no Brasil será reajustado a partir de janeiro de 2026 e passará a ser de R$ 1.621. O novo valor representa um aumento de R$ 103 em relação ao piso atual, fixado em R$ 1.518. A confirmação foi feita pelo Ministério do Planejamento e Orçamento. O reajuste segue a política permanente de valorização do salário mínimo válida até 2030, que leva em conta a variação da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor e o crescimento do Produto Interno Bruto registrado dois anos antes, respeitando o limite máximo de ganho real de 2,5%. Como a inflação de 2025 ficou abaixo das estimativas iniciais, o aumento definido acabou sendo menor do que o projetado anteriormente. Segundo dados do governo federal, o salário mínimo serve como referência direta para cerca de 60 milhões de brasileiros. O impacto do novo valor se estende não apenas aos trabalhadores com remuneração vinculada ao piso nacional, mas também a aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social, além de benefícios como o Abono Salarial e o Benefício de Prestação Continuada. O senador Paulo Paim, do Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul, destacou que o reajuste reforça o compromisso do governo federal com a valorização do salário mínimo e ressaltou o papel do piso nacional como instrumento de fortalecimento da renda e de redução das desigualdades sociais. Embora o novo valor passe a valer como referência a partir de janeiro, os pagamentos com o salário reajustado ocorrerão a partir de fevereiro de 2026, conforme o calendário tradicional de remuneração.

Black Friday deve ter volume recorde e alcançar R$ 5,4 bilhões em novembro
ECONOMIA 24/Nov/2025 - 16h00
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Black Friday deve ter volume recorde e alcançar R$ 5,4 bilhões em novembro

O comércio brasileiro deve registrar um volume recorde de R$ 5,4 bilhões em vendas durante a Black Friday deste ano, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. A projeção representa alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano passado, descontada a inflação, e considera o impacto das promoções ao longo de todo o mês de novembro. De acordo com a confederação, a Black Friday já ocupa a quinta posição entre as datas mais relevantes do varejo nacional, atrás apenas do Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais. O levantamento destaca que o desempenho previsto é influenciado pela desvalorização do dólar, que torna produtos importados mais acessíveis, pela desaceleração da inflação e pelo avanço do emprego e da renda média no país. A taxa de desemprego medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística atingiu 5,6% no trimestre encerrado em setembro, o menor nível da série histórica iniciada em 2002. O cenário favorece o consumo, embora fatores como juros elevados e endividamento das famílias restrinjam um crescimento mais expressivo. A pesquisa cita dados do Banco Central do Brasil que mostram juros médios de 58,3% ao ano no crédito livre para pessoas físicas, o maior patamar para o período desde 2017. A CNC monitorou diariamente 150 preços de itens de 30 categorias para avaliar o comportamento dos descontos. O estudo aponta que 70% dos grupos analisados apresentam potencial elevado de redução, com tendência de queda superior a 5% antes mesmo do início oficial das promoções. O endividamento segue entre os obstáculos para o setor. A entidade indica que 30,5% das famílias estão com contas em atraso, número que compromete a capacidade de compra nesse período. Também pesam contra as vendas a concorrência de produtos importados adquiridos em sites estrangeiros, que têm atraído parte dos consumidores. Inspirada no modelo criado nos Estados Unidos após o Dia de Ação de Graças, a Black Friday brasileira tem crescido desde 2010, quando movimentou R$ 1,52 bilhão e concentrava operações especialmente nos segmentos de móveis, eletrodomésticos, papelarias e utilidades domésticas. O evento ganhou força em diversos setores ao longo dos anos e se tornou uma das datas mais aguardadas do calendário do varejo. Uma pesquisa divulgada pelo site Reclame Aqui apontou que 63% dos consumidores não conseguem identificar golpes que usam inteligência artificial, o que reforça a necessidade de atenção durante as compras online.

Eduardo Bolsonaro diz que redução de tarifas pelos EUA não tem relação com diplomacia brasileira
ECONOMIA 21/Nov/2025 - 20h00
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Arquivo

Eduardo Bolsonaro diz que redução de tarifas pelos EUA não tem relação com diplomacia brasileira

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira (20/11) que a decisão dos Estados Unidos de reduzir parte das tarifas aplicadas a produtos brasileiros não está relacionada à atuação diplomática do governo brasileiro. Segundo o parlamentar, o recuo faz parte de um movimento interno da administração Donald Trump para conter a inflação norte-americana. Em publicação nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro argumentou que a retirada parcial das tarifas atende exclusivamente às demandas econômicas dos EUA e não decorre de negociações conduzidas pelo Brasil. Para ele, a medida faz parte de uma estratégia voltada a entregar resultados rápidos ao eleitorado norte-americano em um contexto de pressão inflacionária. O deputado também responsabilizou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela tarifa de 50% aplicada pelos Estados Unidos à maior parte das exportações brasileiras. Segundo Eduardo, o aumento estaria relacionado ao que classificou como uma crise institucional provocada pelo magistrado, o que teria abalado a confiança internacional no Brasil. A Casa Branca publicou, nesta quinta-feira, uma ordem executiva que zera as tarifas de 40% aplicadas a produtos agrícolas brasileiros, incluindo carne bovina fresca, resfriada ou congelada, café, cacau, frutas, vegetais, nozes e fertilizantes. Na semana anterior, o governo dos EUA já havia retirado uma tarifa global de 10%, embora alguns setores brasileiros continuassem sujeitos à alíquota de 40%.

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