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Um suplente de vereador foi morto a tiros na manhã desta quinta-feira (19), após ter a residência invadida no município de Ipirá, na região da Bacia do Jacuípe. Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil informou que as circunstâncias do crime estão sendo investigadas. A vítima foi identificada como Alexsandro Rosário Pindobeira, de 42 anos. De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar da Bahia, ele estava em casa, localizada na Rua Projetada, no bairro Mirante, quando um homem entrou no imóvel e efetuou os disparos. A mãe de Alexsandro relatou aos policiais que havia saído por cerca de 15 minutos para sua própria residência, deixando o filho deitado no sofá. Ao retornar, encontrou o corpo já sem sinais vitais. Conforme informações divulgadas pela TV Subaé, o tiro atingiu a cabeça da vítima. Ele se recuperava de uma cirurgia no período em que ocorreu o homicídio. Alexsandro disputou as eleições municipais de 2024 pelo partido Avante, obtendo 323 votos e ficando como suplente. Em 2008, também havia concorrido a uma vaga na Câmara Municipal, mas não foi eleito. A Delegacia Territorial de Ipirá conduz as investigações para esclarecer a autoria e a motivação do crime.
A Justiça da Bahia, a pedido do Ministério Público Estadual (MP-BA), determinou a interdição da Comunidade Terapêutica CT Vidas, localizada no município de Ipirá, após uma operação conjunta das polícias Civil e Militar realizada na quinta-feira (23). Durante a ação, foram encontradas 89 pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo idosos, dependentes químicos e pessoas com transtornos mentais, vivendo em condições precárias e sob relatos de maus-tratos.
De acordo com o MP-BA, as inspeções conduzidas pela Coordenadoria de Apoio Técnico à Investigação (Cati) constataram portas trancadas, banheiros sujos, lixo acumulado e quartos sem ventilação adequada. As denúncias também apontavam alimentação insuficiente, internações ilegais e exploração de trabalho não remunerado, além de funcionários dormindo próximos a um galinheiro. Na sexta-feira (24), promotores de Justiça se reuniram com representantes da Prefeitura de Ipirá para formar uma comissão interventora provisória, responsável por garantir cuidados médicos, alimentação e higiene aos internos, além de iniciar o processo de reintegração familiar e retorno aos municípios de origem. A decisão judicial também proíbe os responsáveis pela CT Vidas de administrar qualquer entidade de acolhimento no país e determina que o município assuma a gestão da unidade em até 15 dias. O processo de desinstitucionalização deve ser concluído em até 30 dias, e os documentos e cartões de benefícios dos acolhidos foram apreendidos para assegurar a proteção e os direitos das vítimas.
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