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O senador Jaques Wagner (PT) comentou a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, após votação no Senado. Em entrevista, ele negou ter cometido erro na contagem de votos e classificou como injusto o tratamento dado ao indicado durante o processo. Segundo Wagner, o momento ainda é recente e foi marcado por desgaste emocional. O senador afirmou que Messias possui qualificação para o cargo e não deveria ter sido alvo de críticas durante a sabatina. De acordo com o parlamentar, antes da votação, a expectativa era de aprovação do nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que trabalhava com uma projeção de pelo menos 41 a 42 votos favoráveis, mas que o cenário mudou devido a articulações nos bastidores. Wagner destacou a dificuldade de prever resultados em votações secretas e afirmou que houve movimentações contrárias que não foram percebidas a tempo. Para ele, parte dos senadores utilizou a sabatina para fazer uma disputa política, em vez de avaliar critérios como conhecimento jurídico e reputação. O senador também negou ter atuado contra a indicação e afirmou que trabalhou pela aprovação de Messias. Segundo ele, críticas recebidas estariam relacionadas a uma disputa em torno do nome de Rodrigo Pacheco como alternativa para a vaga no STF. Por fim, Wagner afirmou que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ficou desgastada durante o processo. Ele ressaltou que, como líder do governo, mantém diálogo com diferentes parlamentares para viabilizar votações, mas reiterou que a escolha do indicado ao STF é prerrogativa do presidente da República.
Os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner aparecem na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado na Bahia, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29). O levantamento ouviu 1.200 eleitores em todo o estado entre os dias 23 e 27 de abril. No cenário de intenção de voto, Rui Costa registra 24%, seguido por Jaques Wagner, com 22%. Na sequência aparecem João Roma, com 9%, e Angelo Coronel, com 6%. Delliana Ricelli tem 1%, enquanto Marcelo Santtana não pontuou. O levantamento aponta ainda que 22% dos entrevistados pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 16% estão indecisos ou não souberam responder. Segundo os dados, metade do eleitorado afirma já ter definido o voto, enquanto 47% admitem a possibilidade de mudança até o pleito. Em relação ao alinhamento político, 47% dos entrevistados preferem candidatos ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 15% optam por nomes associados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 33% demonstram preferência por candidatos independentes. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos, possui margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-03657/2026.
A movimentação política na Bahia já começa a indicar possíveis cenários para a disputa eleitoral de 2026, com destaque para o posicionamento de prefeitos em diferentes regiões do estado. Embora setores da oposição tentem comparar o atual momento com o cenário de 2006 — quando Paulo Souto foi derrotado por Jaques Wagner em uma virada considerada histórica —, o comportamento de gestores municipais tem sido apontado como fator relevante para o pleito que deve envolver o atual governador Jerônimo Rodrigues e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto. Nos últimos meses, prefeitos de diferentes partidos têm demonstrado aproximação com o governo estadual, inclusive alguns que integraram a base de oposição nas eleições de 2022. Um dos exemplos é o prefeito de Teixeira de Freitas, Marcelo Belitardo, filiado ao União Brasil. Durante visita de Jerônimo Rodrigues ao município, nesta terça-feira (7), o gestor municipal fez declarações em defesa do governador. Sem citar nomes, Belitardo criticou posicionamentos de adversários políticos e afirmou que críticas feitas por quem não integra o governo podem gerar distorções na percepção da população. O prefeito também destacou investimentos na área da saúde, mencionando a ampliação de serviços como a radioterapia no Hospital Estadual Costa das Baleias. O episódio reforça um cenário em que lideranças municipais têm desempenhado papel estratégico na articulação política estadual, especialmente diante da proximidade do próximo ciclo eleitoral.
O prefeito de Ituaçu, Phellipe Brito, participou da primeira audiência do ano na Governadoria, em Salvador, onde se reuniu com o secretário de Governo, Adolpho Loyola, e com o chefe de gabinete do senador Jaques Wagner, Lucas Reis. Segundo o gestor municipal, o encontro teve como pauta principal a apresentação de demandas e solicitações de investimentos considerados estratégicos para o desenvolvimento de Ituaçu ao longo do novo ano. Phellipe Brito destacou o apoio do deputado estadual Marquinho Viana e do governador Jerônimo Rodrigues, ressaltando a parceria institucional em ações voltadas ao fortalecimento e ao crescimento do município.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou publicamente a composição da chapa governista para as eleições de 2026 na Bahia e deixou o senador Angelo Coronel fora do arranjo. A declaração foi feita durante visita ao município de Maracás, no Vale do Jiquiriçá, no sábado, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Jaques Wagner. Durante entrevista, Rui Costa disse que deixará o ministério no fim de março para disputar uma vaga no Senado e que a chapa majoritária seria formada por Jerônimo Rodrigues na disputa pelo governo e Jaques Wagner ao Senado. O ministro também voltou a descartar qualquer possibilidade de disputar o governo estadual. A agenda em Maracás incluiu a inauguração de uma escola em tempo integral e simbolizou a unidade do grupo petista. Angelo Coronel e o senador Otto Alencar não participaram do evento. As declarações de Rui contrastam com o posicionamento adotado por Jerônimo Rodrigues, que tem evitado tratar a chapa como definida e afirma que as negociações seguem em andamento, sem descartar publicamente Coronel. Jaques Wagner tem sinalizado preferência por uma chapa composta apenas por nomes do PT, mas também afirma que o processo de negociação ainda não foi encerrado. O presidente Lula deve participar das articulações políticas. Do lado do PSD, Angelo Coronel mantém o discurso de que será candidato à reeleição. Otto Alencar já declarou que o senador terá legenda para concorrer, mesmo que de forma independente, caso fique fora da chapa governista.
O vice-presidente nacional do União Brasil e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, criticou o senador Jaques Wagner (PT) após o petista mencionar, em entrevista recente, uma suposta pesquisa eleitoral que colocaria o governador Jerônimo Rodrigues (PT) à frente na disputa estadual. As declarações motivaram uma ação do União Brasil contra Wagner por possível divulgação de pesquisa eleitoral falsa. Segundo ACM Neto, o senador teria citado números de um levantamento inexistente durante entrevista a uma rádio de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, na última quarta-feira (21). O ex-prefeito de Salvador afirmou que o episódio demonstra reação de adversários e disse que o próprio presidente do instituto citado teria negado a realização da pesquisa. ACM Neto também comentou especulações sobre a possibilidade de Jerônimo Rodrigues não disputar a reeleição em (2026). Ele afirmou que as informações teriam sido publicadas em uma matéria nacional e que integrantes do próprio grupo político do governador teriam comentado o cenário. O pré-candidato declarou que espera enfrentar Jerônimo Rodrigues na disputa. O ex-prefeito avaliou que o debate interno do PT sobre a sucessão estadual não é responsabilidade da oposição e afirmou que pretende concentrar a campanha na avaliação da atual gestão estadual. Segundo ele, parte do eleitorado que apoiou Jerônimo Rodrigues em (2022) estaria insatisfeita com o desempenho do governo.
O deputado federal Paulo Azi, do União Brasil, afirmou que “torce” para que o Partido dos Trabalhadores (PT) dispute as eleições estaduais e federais de 2026 na Bahia com uma chapa “puro-sangue”. A declaração foi dada em entrevista nesta terça-feira (6). Segundo o parlamentar, uma eventual formação com o governador Jerônimo Rodrigues na disputa pela reeleição, ao lado do ministro da Casa Civil Rui Costa e do senador Jaques Wagner concorrendo às duas vagas ao Senado, poderia favorecer o campo de oposição liderado por ACM Neto. “O voto 13 vai se resumir aos três votos do candidato a governador e de dois senadores. Eu, pessoalmente, torço muito para que eles tomem essa decisão de colocar os três juntos, porque aí nós teremos a oportunidade de derrotar todos de uma única vez”, afirmou Paulo Azi. Ao comentar o cenário nacional, o deputado avaliou que ainda é cedo para definir o posicionamento do União Brasil em relação à eleição presidencial de 2026. Ele citou a existência de múltiplas pré-candidaturas no campo da direita e do centro, incluindo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que é filiado ao União Brasil. “Nós ainda estamos com um cenário muito aberto em relação à eleição presidencial. Existem inúmeros candidatos, o próprio União Brasil tem um pré-candidato, outros nomes no campo do centro e da direita”, disse. Paulo Azi afirmou ainda que defende a construção de um nome que consiga unificar esses grupos. Segundo ele, caso não haja consenso, a tendência é que cada partido lance sua própria candidatura, com o compromisso de apoio mútuo em um eventual segundo turno. “Torço muito para que possamos sentar à mesa e buscar um nome que agregue a todos. Se isso não for possível, cada partido deve lançar o seu candidato com o compromisso de que todos possam estar com aquele que for ao segundo turno disputar a eleição, provavelmente contra o presidente Lula”, completou.
O senador Jaques Wagner afirmou, em entrevista à Rádio Alvorada FM nesta quarta-feira (26), que a região de Guanambi vive um momento de “esperança renovada” diante do conjunto de ações implementadas pelo Governo Federal. Ele citou especialmente o projeto de irrigação do Vale do Iuiú e a expectativa pelo leilão do aeroporto de Guanambi, previsto para esta quinta-feira (27). Segundo o parlamentar, o leilão representa um passo importante para a modernização do terminal aéreo, que integra o Projeto AmpliAR, iniciativa do governo Lula voltada para qualificar aeroportos regionais. Wagner destacou que a ampliação permitirá receber aeronaves maiores e deve impulsionar o turismo e os investimentos em todo o território. Ele também comentou o avanço do projeto de irrigação do Vale do Iuiú, considerado um sonho antigo da região sudoeste. O senador afirmou que a iniciativa deve gerar mais de 160 mil empregos diretos e indiretos, movimentar a economia e fortalecer a agricultura local. Na avaliação dele, a obra representa uma das ações de maior impacto para o desenvolvimento do interior baiano. Líder do governo no Senado, Wagner garantiu que continuará atuando em Brasília para que o projeto siga avançando dentro das etapas ambientais previstas, reforçando que a iniciativa tem grande importância para os produtores rurais da região.