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Uma investigação sobre um esquema criminoso responsável por prejuízo superior a R$ 1 milhão a uma distribuidora de bebidas levou à deflagração da Operação Ômega na manhã desta terça-feira (13) em Itapetinga. A ação foi realizada pela Polícia Civil e cumpriu mandados de busca e apreensão nos bairros Vitória Régia, Vale do Ipê, Clodoaldo Costa e Vila Érica. Também foram executadas ordens judiciais de sequestro de bens relacionadas a crimes de furto, associação criminosa e lavagem de dinheiro. As apurações apontam que o esquema atuou ao longo de 2024 e era formado, em sua maioria, por ex-funcionários que ocupavam cargos estratégicos e de confiança na empresa vítima, com atuação direta em áreas como supervisão comercial e faturamento. O inquérito também identificou movimentações financeiras suspeitas que somam cerca de R$ 5 milhões. Com base nas informações reunidas, o Poder Judiciário determinou o bloqueio de valores em contas bancárias dos investigados até o limite de R$ 6 milhões. Durante o cumprimento das medidas, foram apreendidos seis veículos, incluindo dois automóveis de luxo avaliados em aproximadamente R$ 700 mil, além de duas motocicletas estimadas em R$ 50 mil. A polícia encontrou ainda cerca de R$ 45 mil em espécie, uma arma de fogo, celulares, notebooks, rádios comunicadores, cadernos de anotações e outros itens de interesse da investigação. A Justiça também autorizou o sequestro de cinco imóveis vinculados aos investigados, entre eles o prédio onde funciona uma empresa apontada como receptadora dos produtos desviados, além de dois cavalos de raça. A decisão inclui ainda a possibilidade de alienação antecipada dos bens apreendidos para garantir o ressarcimento dos prejuízos. Durante a operação, um homem de 52 anos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo após a apreensão de um revólver calibre 38 e munições em sua residência. Ele foi liberado após pagamento de fiança, mas responderá ao inquérito em liberdade. A Operação Ômega foi coordenada pela Delegacia Territorial de Itapetinga, com apoio do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação. Todo o material apreendido foi apresentado na unidade policial. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer todos os desdobramentos do esquema.
A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou na manhã desta terça-feira (2) a Operação Fogo Cruzado, que apura um esquema de fraude envolvendo mais de 14 milhões de reais em impostos não repassados aos cofres estaduais. A ação teve como alvos empresários do comércio varejista de armas e munição. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Salvador, Feira de Santana, Irecê, Jussara e Coração de Maria, além de uma ordem de prisão temporária em Feira contra o empresário apontado como líder do grupo. De acordo com a investigação, o grupo deixava de recolher o ICMS declarado dentro do prazo legal e utilizava diferentes estratégias para sonegar o tributo, incluindo sucessão empresarial fraudulenta e a criação de empresas em nome de terceiros para ocultar o verdadeiro proprietário. As apurações conduzidas pela Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa, Ministério Público e Polícia Civil identificaram a constituição de empresas relacionadas entre si por meio de laranjas, com o objetivo de atrasar indefinidamente o pagamento do imposto devido, sem intenção de quitá-lo. A Força-Tarefa também investiga indícios de associação criminosa e de um esquema de lavagem de dinheiro ligado à atividade ilícita, utilizando o comércio de joias como operação paralela para movimentar os valores obtidos com a fraude. A operação contou com a atuação de sete promotores de Justiça, 14 delegados, 56 policiais do Necot/Draco, seis servidores da Sefaz, oito integrantes do Ministério Público da Bahia e sete policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária. Segundo a Força-Tarefa, as ações estão sendo ampliadas para combater a prática recorrente de declarar o ICMS e não repassá-lo à Fazenda Estadual, conduta considerada crime contra a ordem tributária e que pode ocultar fraudes ainda mais graves. A prática provoca prejuízo direto à população, já que o imposto é pago pelos consumidores, mas não chega aos cofres públicos, reduzindo recursos destinados a políticas públicas e serviços essenciais. A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é formada pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal do Ministério Público da Bahia, pela Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa da Secretaria da Fazenda e pelo Núcleo Especializado no Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária da Polícia Civil.
Uma operação da Polícia Civil cumpre mandados prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de roubos a bancos na manhã desta terça-feira (15), em Salvador, Camaçari e Simões Filho, na região metropolitana. Um homem apontado pela polícia como responsável pela preparação e manuseio de explosivos morreu durante uma troca de tiros com agentes. Marcos André Marais Silva, de 25 anos, foi localizado em uma operação conjunta da Polícia Civil e reagiu à prisão. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), ele disparou contra os policiais e houve confronto. Na troca de tiros, ele foi atingido e não resistiu aos ferimentos. Marcos chegou a ser socorrido ao Hospital do Subúrbio, mas teve a morte confirmada. O delegado José Bezerra, diretor do Departamentos de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), informou que ele era o principal alvo da operação desta terça-feira. De acordo com a polícia, Marcos era integrante de uma quadrilha responsável por ataques a banco em Salvador e região metropolitana, além de algumas cidades no interior da Bahia. Drogas, armas, luvas e roupas camufladas também foram apreendidas em um imóvel no bairro de Campinas de Pirajá, que era utilizado por um dos integrantes da quadrilha. A ação faz parte da operação denominada "Aerarium", que é o latim para erário, o tesouro do estado – uma referência para o dinheiro roubado dos bancos pelos suspeitos. Os agentes cumprem mandados prisão e de busca e apreensão contra suspeitos de roubos a bancos em Salvador, Camaçari (na região de Arembepe) e Simões Filho, na região metropolitana. A polícia não deu detalhes sobre as investigações, quantos mandados cumpre, nem quais pontos da capital. A operação tem apoio das equipes dos Departamentos de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), de Inteligência Policial (DIP), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e da Coordenação de Operações Especiais (COE), além de guarnições da Polícia Militar.
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