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O Ministério da Educação anunciou nesta terça-feira (17) a redução de vagas e a aplicação de sanções a cursos de Medicina na Bahia após avaliação considerada insatisfatória no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica. As medidas foram oficializadas por meio de portarias publicadas no Diário Oficial da União pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior. De acordo com o MEC, pelo menos oito cursos no estado terão redução de 25% no número de vagas autorizadas, além da suspensão de novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil e de outros programas federais de acesso ao ensino superior. As instituições também ficam impedidas de solicitar aumento de vagas e perdem benefícios regulatórios durante o período de acompanhamento. Entre os cursos atingidos estão unidades do Centro Universitário Maurício de Nassau, em Barreiras, e da Faculdade Estácio, em Alagoinhas e Juazeiro. Segundo dados divulgados anteriormente pelo ministério, 12 dos 28 cursos de Medicina em funcionamento na Bahia tiveram desempenho considerado insatisfatório na avaliação. Outras instituições, como a Universidade Federal do Sul da Bahia, o Centro Universitário Zarns Salvador, o Centro Universitário Unime, as Faculdades Integradas do Extremo Sul da Bahia e a Afya Ciências Médicas de Itabuna, foram incluídas em fase de supervisão preliminar. O MEC informou que as medidas têm como objetivo corrigir falhas na formação acadêmica e garantir a qualidade dos cursos de Medicina no país.
O senador Otto Alencar (PSD-BA) foi submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência neste fim de semana, após apresentar um mal-estar ao retornar de uma agenda política no município de Lapão, no interior da Bahia. De acordo com nota divulgada pela assessoria de imprensa do parlamentar, Otto Alencar procurou atendimento médico e passou por exames que diagnosticaram um quadro de bradicardia, condição caracterizada pela diminuição da frequência cardíaca. Diante do diagnóstico, a equipe médica indicou a realização de um procedimento cardíaco preventivo, com a implantação de um marca-passo. A intervenção foi realizada no Hospital Aliança, em Salvador, e ocorreu sem intercorrências, conforme informou a assessoria. Ainda segundo o comunicado oficial, o senador apresenta boa evolução clínica e permanece em observação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Cardíaca, seguindo todos os protocolos médicos recomendados. “O senador encontra-se bem, clinicamente estável, em observação na UTI Cardíaca”, conclui a nota divulgada pela equipe do parlamentar.
O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) morreu na tarde deste sábado (17). A informação foi confirmada por pessoas próximas ao parlamentar. De acordo com informações divulgadas pelo Se Ligue Bahia e confirmadas pelo Bahia Notícias, Alan Sanches foi vítima de um infarto. Médico de formação, Alan Eduardo Sanches dos Santos teve trajetória política com atuação no Legislativo municipal e estadual. A morte causou surpresa no meio político, já que o deputado havia participado da Lavagem do Bonfim na última quinta-feira (15). Na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), ocupava o cargo de deputado estadual e atuava como líder da oposição. Ele também se articulava para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas próximas eleições. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre velório e sepultamento. Alan Sanches iniciou a carreira política como vereador de Salvador, eleito pelo PMDB para o mandato de 2005 a 2008 e reeleito para o período de 2009 a 2012, mandato ao qual renunciou. Durante a passagem pela Câmara Municipal, presidiu a Casa entre 2009 e 2010, além de presidir a Comissão de Educação e integrar a Comissão Especial de Saúde. Em 2011, foi eleito deputado estadual pelo PMDB (2011–2015). Foi reeleito para a AL-BA pelo PSD (2015–2019), pelo DEM (2019–2023) e pelo União Brasil para o mandato vigente. No Parlamento estadual, exerceu funções como 2º secretário da Mesa Diretora (2021–2023), procurador parlamentar (2019–2020) e vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento. Ao longo dos mandatos, integrou e presidiu diversas comissões permanentes e especiais, incluindo Constituição e Justiça, Finanças e Orçamento, Meio Ambiente, Saúde e Saneamento e o Conselho de Ética. No âmbito partidário, foi vice-líder e líder de bancadas, atuando como líder do PSD, do DEM/PRB e, mais recentemente, líder da Minoria na AL-BA. Foi filiado ao PSD entre 2011 e 2016, ao DEM entre 2016 e 2022 e ao União Brasil a partir de 2022.
O registro profissional do médico Antônio Teobaldo Magalhães Andrade foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina após a conclusão de processos ético-profissionais instaurados na Bahia e em Santa Catarina. O ato definitivo foi publicado no Diário Oficial da União e impede, de forma permanente, o exercício da medicina pelo profissional. Antes da decisão federal, o Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina já havia determinado a cassação do registro no estado em setembro. Teobaldo foi condenado judicialmente por estuprar pacientes nos dois estados, incluindo uma adolescente de 13 anos em Uruçuca, no sul da Bahia, em 2010. A psicóloga Krishna Castro, que atuou no apoio às vítimas, destacou que o cancelamento do registro e a prisão representam um avanço na responsabilização do ex-médico, embora não eliminem o impacto das agressões. Ela afirmou que o caso demonstra a importância das denúncias e do enfrentamento aos crimes sexuais. Teobaldo cumpre pena de 12 anos em um presídio de Salvador por atacar uma paciente em Joinville, município onde também atuou profissionalmente. Segundo a psicóloga, outras vítimas identificadas estão distribuídas entre Itabuna, cidade natal do ex-médico, além de Ilhéus e Uruçuca. O ex-médico era investigado por denúncias de estupro desde 2022, quando o Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina abriu processo ético-profissional contra ele. Mesmo já condenado, Teobaldo retornou a Itabuna em 2024 para disputar uma vaga na Câmara Municipal pelo Partido da Mulher Brasileira. A candidatura foi impugnada pelo Ministério Público Eleitoral e indeferida no dia 10 de setembro, a menos de um mês da eleição.
O estudante Ângelo Thomaz Duarte Cavalcante, de 20 anos, tomou uma medida drástica para buscar a aprovação no vestibular para medicina. Ele desativou suas contas nas redes sociais, restringiu saídas com os amigo e até parou de usar o celular. O resultado não só foi positivo, como além do esperado: Ângelo foi aprovado em oito universidades, das quais quatro eram públicas – incluindo a Universidade de São Paulo (USP). O aluno acertou todas as questões de biologia e química da Fuvest. Ângelo mora em Suzano, no interior de São Paulo, e é o primeiro de sua família a estudar em uma universidade pública. “Eu resolvi ficar bem focado nos estudos. Não foi fácil, porque eu só estudava. Cortei celular, desativei minhas contas nas redes sociais e quase parei de sair de casa. A rotina era de 14 horas de estudo ou mais, mas valeu a pena”.
Um raro caso médico comoveu a Inglaterra nesta semana. Numa pequena cidade do país cujo nome não foi divulgado, uma mulher sofreu uma forte reação ao receber uma dose de analgesia epidural para aliviar as dores do parto, logo após dar à luz ao seu segundo filho. Por uma razão ainda desconhecida, os médicos constataram que Bernardette Strange, de 35 anos, havia contraído um incomum tipo de meningite, cientificamente chamado de chstreptococcus salivarius. As consequências, logo em seguida, foram mais graves: internada em coma induzido, a paciente também foi diagnosticada com amnésia. Ela não tinha ideia de onde estava, quem era tampouco que havia dado à luz. “Às vezes eu lembrava do meu nome ou que estava no hospital. Outras vezes, voltava à estaca zero, sem saber nada”, disse ela ao portal de caridade “Meningitis Now”, ressaltando que demonstrou um comportamento agressivo nesse período. Transferida para uma enfermaria especializada em demência, a mulher obteve uma melhora significativa em apenas 10 dias de tratamento.
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