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Com a virada do ano, passaram a valer novas exigências previstas nas regras de transição da reforma da Previdência aprovada em (2019). As alterações impactam diretamente trabalhadores que ainda não alcançaram os critérios para aposentadoria e, na prática, ampliam o tempo necessário de contribuição ou de permanência no mercado de trabalho. Uma das principais mudanças atinge a regra de pontos, utilizada por segurados que se aposentam por tempo de contribuição. A partir deste ano, a soma da idade com o tempo de contribuição passou a exigir (93) pontos para mulheres e (103) para homens. O aumento da pontuação faz com que muitos trabalhadores precisem permanecer ativos por mais meses ou anos até alcançar o direito ao benefício. O mesmo sistema também é aplicado aos servidores públicos, que além da pontuação devem cumprir critérios adicionais, como tempo mínimo no serviço público, período no cargo atual e idade mínima estabelecida pelas normas específicas do setor. Outra alteração importante ocorre na regra da idade mínima progressiva. Para quem possui longo histórico de contribuição, mas ainda não atingiu a pontuação exigida, a idade mínima sofreu acréscimo de seis meses. Com isso, a aposentadoria passa a ser permitida somente a partir dos (59) anos e meio para mulheres e (64) anos e meio para homens, desde que sejam cumpridos os tempos mínimos de contribuição de (30) e (35) anos, respectivamente. O cronograma prevê que esses limites continuem avançando de forma gradual até (2031), quando a idade mínima alcançará (62) anos para mulheres e (65) anos para homens. As mudanças reforçam o caráter progressivo da reforma e tornam o planejamento previdenciário cada vez mais necessário para quem pretende se aposentar nos próximos anos.
Para o bem e para o mal. As redes sociais podem ajudar a conseguir uma vaga ou eliminar qualquer chance dentro da empresa. LinkedIn, Facebook, Instagram apresentam o candidato, sua imagem pública. Use-as a seu favor, aconselham consultores de Recursos Humanos. Concentre esforços no LinkedIn, que é bom sempre estar atualizado, orienta Carla Galo, palestrante motivacional que acompanha seleção de pessoal. "A presença no LinkedIn é fundamental. É uma rede social empresarial. Mas nada de dizer que está em busca de novos desafios. Fica ambíguo. Se está desempregado deve anunciar que está buscando recolocação. Mascarar a verdade não vai ajudar a conseguir um novo emprego", afirma Carla.
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