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Dengue, zika e chikungunya estão entre as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e, de acordo com dados do InfoDengue, o Brasil pode atingir em 2026 um pico de 1,8 milhão de novos casos. Diante desse cenário, os estudantes Samara Pereira e Yêgo Gabriel, do Colégio Estadual de Tempo Integral Leila Janaína Brito Gonçalves, no município de Presidente Dutra, desenvolveram um repelente em creme à base de cravo-da-índia como alternativa acessível para a prevenção das picadas do mosquito. Orientadora do projeto, a professora Mirian de Carvalho explica que a pesquisa busca compartilhar conhecimento e oferecer soluções simples e de baixo custo, destacando que os ingredientes utilizados são acessíveis e fáceis de encontrar, o que torna o produto viável para comunidades com menor poder aquisitivo. Samara Pereira ressalta que o repelente utiliza o Syzygium aromaticum, nome científico do cravo-da-índia, conhecido por suas propriedades repelentes, sendo uma opção natural para quem busca reduzir o uso de substâncias químicas, além de apresentar melhor fixação na pele, maior conforto na aplicação e auxílio na hidratação. Já o estudante Yêgo Gabriel destaca que a ideia surgiu da necessidade de prevenção aliada ao aproveitamento de recursos naturais abundantes na região, valorizando o conhecimento popular e oferecendo uma alternativa complementar para comunidades com acesso limitado a produtos comerciais. O projeto ganhou destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação e, segundo a professora Mirian, entra agora em novas etapas de aprimoramento, que incluem ajustes na fórmula, melhorias no aroma e na durabilidade do efeito repelente, além da realização de testes mais detalhados para avaliar a aceitação do produto e possíveis reações na pele, sempre com cautela.
Sintomas
A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias.
Transmissão
A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres.Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue).
Prevenção
Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d'água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do "fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela.
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