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Um relato de possível negligência no transporte de pacientes tem repercutido na comunidade de Várzea Funda, em Dom Basílio, no sudoeste da Bahia. De acordo com o site L12, um homem de 34 anos afirma ter enfrentado condições inadequadas após sofrer um acidente de moto e precisar de atendimento fora do município. Segundo o denunciante, ele foi levado para Salvador em uma viagem de aproximadamente 12 horas, realizada no início de março, em um veículo que transportava várias pessoas ao mesmo tempo. O paciente relata que, mesmo com lesões graves, precisou permanecer sentado durante todo o trajeto, o que teria agravado seu estado de saúde. Ainda de acordo com o relato, não havia acompanhamento técnico adequado durante o transporte. Após a chegada à capital, ele teria sido informado por profissionais de saúde que o esforço durante a viagem contribuiu para complicações no quadro clínico. Depois da cirurgia, o paciente afirma que solicitou o retorno ao município de origem, mas não obteve apoio da Secretaria Municipal de Saúde. Diante da negativa, ele precisou buscar ajuda de outro município para conseguir voltar para casa. O caso levanta questionamentos sobre a estrutura e os protocolos adotados no transporte de pacientes. Até o momento, não há confirmação oficial sobre irregularidades, e a situação segue baseada no relato do paciente. A Secretaria de Saúde de Dom Basílio foi procurada, mas não se manifestou até a última atualização desta matéria.
Uma moradora de Tanhaçu, no sudoeste da Bahia, denunciou suposta negligência após perder o filho durante o trabalho de parto no dia 16 de novembro. A paciente, Isadora Pereira, contou que buscou atendimento no Hospital Municipal e foi informada de que a unidade não tinha condições de realizar o parto, sendo orientada a aguardar regulação para outra cidade. No dia seguinte, já com outra equipe médica no plantão, a paciente relatou que houve mudança de conduta. Segundo ela, o novo profissional decidiu iniciar a indução do parto no próprio hospital, afirmando que o procedimento poderia ser realizado ali. Isadora afirma ter passado por intervenções sem explicações claras e sem que fosse consultada sobre os procedimentos. A transferência para o Hospital Municipal de Brumado só teria sido autorizada posteriormente. Ao chegar na unidade, o parto aconteceu rapidamente, mas o bebê não resistiu. A criança sofreu asfixia grave ao nascer, de acordo com a família, que já busca responsabilização pela morte. A Prefeitura de Tanhaçu divulgou nota em que expressa solidariedade à mãe e afirma que todas as solicitações de transferência foram feitas seguindo os protocolos estaduais. A gestão informa que os primeiros pedidos foram recusados por falta de vaga e que o encaminhamento foi realizado assim que houve liberação. O caso será investigado após a família acionar medidas legais para apuração das circunstâncias do atendimento.
A cidade de Santos, no litoral paulista, aprovou um projeto de lei que endurece as regras para combater o abandono de animais domésticos. A proposta estabelece multa de até R$ 10 mil para tutores que deixarem cães ou gatos sozinhos por um período superior a 36 horas. O texto, apresentado pelo vereador Benedito Furtado, passou pela Câmara Municipal e agora segue para sanção do prefeito Rogério Santos. A medida tem como objetivo incentivar a posse responsável e reduzir situações de negligência envolvendo animais de estimação. De acordo com o projeto, os valores arrecadados com as multas serão destinados a políticas municipais de proteção animal, incluindo ações de acolhimento, campanhas de conscientização e serviços de atendimento veterinário.
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