Essa tag tem 2 posts encontrados
A organização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) informou que a Zona Azul foi reaberta na noite desta quinta-feira (20), após o incêndio registrado no início da tarde. A liberação ocorreu às 20h40, depois que o Corpo de Bombeiros concluiu a avaliação de segurança e restabeleceu as condições de funcionamento no local. De acordo com a organização, as autoridades brasileiras providenciaram o alvará de operação e devolveram o espaço ao órgão da ONU responsável pelas negociações climáticas. Apesar da reabertura, a área diretamente atingida pelo incêndio permanecerá isolada até o encerramento da conferência. Não há previsão de retomada de atividades plenárias para esta quinta-feira. As sessões destinadas às delegações serão retomadas na manhã desta sexta-feira (21), com transmissão online. Mais cedo, o Ministério da Saúde informou que 21 pessoas receberam atendimento médico, sendo 19 por inalação de fumaça e duas por crise de ansiedade. Nenhuma vítima apresentou ferimentos graves. O monitoramento clínico dos atendidos continua sendo acompanhado pelas equipes de saúde. A organização da COP30 agradeceu a colaboração dos participantes e destacou a importância da continuidade das negociações, reforçando que os trabalhos seguem com foco na construção de resultados considerados essenciais para o avanço das pautas climáticas.
A presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Annalena Baerbock, afirmou nesta quarta-feira (8) que o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza representa um raio de esperança após mais de 700 dias de guerra, destruição e sofrimento. O pacto, resultado de intensas negociações internacionais, foi construído a partir de uma proposta de 20 pontos elaborada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e aceita por Israel e pelo grupo Hamas. Baerbock destacou que este é o momento ideal para consolidar um caminho rumo à paz definitiva, com a libertação de todos os reféns israelenses e o restabelecimento da ajuda humanitária ao território palestino. Em Tel-Aviv, familiares de reféns comemoraram o anúncio, vendo no acordo uma chance de reencontro e de retomada da esperança após meses de tensão.
O cessar-fogo foi defendido por diversos líderes mundiais durante a última Assembleia Geral da ONU, quando se reforçou a necessidade de um novo pacto político que encerre o domínio do Hamas em Gaza, reduza a ocupação israelense e abra espaço para uma solução baseada em dois Estados, garantindo segurança e dignidade a israelenses e palestinos. Nos Estados Unidos, o embaixador israelense Yechiel Leiter afirmou à CNN que os reféns ainda mantidos pelo Hamas devem ser libertados entre domingo (12) e segunda-feira (13), após a aprovação da lista de prisioneiros palestinos que serão trocados no acordo. O diplomata afirmou que a expectativa é de que o cessar-fogo leve à reconstrução de Gaza e ao início de um processo político mais amplo para estabilizar a região. Para Baerbock, o acordo simboliza o início de um novo ciclo de diálogo e reconstrução, capaz de restabelecer a confiança entre as partes e oferecer uma possibilidade real de paz duradoura no Oriente Médio.
Usamos cookies para melhorar sua experiência. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de Privacidade.

