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Governo federal aciona PF e Procons para fiscalizar preços dos combustíveis
BRASIL 19/Mar/2026 - 07h00
Foto: Blog Regional

Governo federal aciona PF e Procons para fiscalizar preços dos combustíveis

O Governo Federal iniciou uma força-tarefa nacional para intensificar a fiscalização dos preços dos combustíveis em todo o país, após identificar indícios de aumentos considerados abruptos e sem justificativa clara de custos. A articulação foi conduzida pela Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que reuniu mais de 100 Procons estaduais e municipais na terça-feira (17) para alinhar ações conjuntas. A Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis também iniciou uma operação de fiscalização em nove estados e no Distrito Federal, em parceria com órgãos de defesa do consumidor. Além disso, o governo acionou a Polícia Federal, a Secretaria Nacional de Segurança Pública e o Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública, com o envio de ofícios contendo análises preliminares sobre o comportamento dos preços. Segundo o governo, há sinais de aumentos generalizados que não acompanham variações identificáveis nos custos da cadeia produtiva, o que pode indicar práticas abusivas ou especulativas no setor. As ações foram detalhadas por representantes do Ministério da Justiça e de órgãos de controle durante entrevista coletiva realizada na noite de terça-feira. A expectativa é de que a atuação integrada entre os órgãos fortaleça a fiscalização e ajude a coibir irregularidades no mercado de combustíveis em todo o país.

PF cumpre mandados após suspeita de vazamento de dados sigilosos do STF
BRASIL 18/Fev/2026 - 20h26
Foto: Blog Regional

PF cumpre mandados após suspeita de vazamento de dados sigilosos do STF

A Receita Federal do Brasil identificou indícios de acessos irregulares a seus sistemas por parte de um servidor do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) cedido ao órgão. Segundo as apurações, dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal e de seus familiares teriam sido visualizados e posteriormente repassados de forma indevida. A investigação deu origem a uma operação da Polícia Federal, deflagrada nesta terça-feira (17), que cumpriu quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Também foram autorizadas quebras de sigilos bancário, fiscal e telemático, além de medidas cautelares como recolhimento domiciliar noturno e afastamento imediato de funções públicas. De acordo com nota do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito, os investigados são Luiz Antônio Martins Nunes, servidor do Serpro no Rio de Janeiro, além de Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes. As investigações preliminares apontaram “múltiplos acessos ilícitos” aos sistemas da Receita, seguidos de vazamento de informações protegidas por sigilo fiscal. O rastreamento permitiu identificar quais dados foram consultados, por quanto tempo permaneceram acessados e se houve download ou impressão de documentos. Segundo os investigadores, um sistema automatizado foi utilizado para mapear acessos envolvendo mais de 100 pessoas, entre ministros da Corte e familiares. Parte do relatório já foi encaminhada ao ministro relator, que havia solicitado auditoria abrangendo os últimos três anos. Entre os registros identificados está o acesso à declaração da advogada Viviane Barci, esposa do ministro. Reportagem do jornal O Globo apontou que o Banco Master contratou o escritório da advogada por R$ 3,6 milhões mensais em 2024. A instituição financeira foi liquidada pelo Banco Central do Brasil no ano passado. Em nota, a Receita informou que já conduzia investigação interna em parceria com a Polícia Federal e que, desde 2023, ampliou os mecanismos de controle de acesso a dados fiscais. O órgão destacou que concluiu sete processos disciplinares no período, com três demissões, e mantém outros dez em andamento. As defesas dos investigados não foram localizadas até a última atualização.

Operação Furvus mira grupo especializado em furto a terminais bancários
BAHIA 15/Jan/2026 - 00h28
Foto: Polícia Federal

Operação Furvus mira grupo especializado em furto a terminais bancários

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13) a Operação Furvus para desarticular uma associação criminosa especializada no furto de terminais de autoatendimento da Caixa Econômica Federal. O grupo tinha base no estado de São Paulo e concentrava parte das ações em municípios da Bahia. Segundo a PF, a quadrilha atuava de forma itinerante, deslocando-se por diferentes regiões do país para cometer os crimes. No território baiano, foram identificadas ocorrências em Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana, Vitória da Conquista e Poções. Também houve registros de atuação em Curitiba. As investigações apontam que, entre novembro e dezembro de 2023, a organização criminosa realizou ao menos sete investidas, sendo quatro furtos consumados e três tentativas frustradas. O prejuízo inicialmente estimado é de R$ 24,7 mil, mas a Polícia Federal avalia que o valor real pode ser superior. De acordo com a PF, os suspeitos utilizavam um método silencioso para evitar chamar atenção. Inicialmente, simulavam um depósito bancário para provocar a abertura mecânica do compartimento do caixa eletrônico. Em seguida, empregavam um artefato artesanal conhecido como “jacaré” para retirar envelopes com dinheiro e cheques deixados por clientes. A Justiça Federal em Vitória da Conquista expediu quatro mandados de prisão preventiva e determinou medidas cautelares contra um quinto investigado. As ordens judiciais foram cumpridas em São Paulo, com apoio da Superintendência Regional da Polícia Federal. Além das prisões, foram autorizados o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens dos investigados, com o objetivo de assegurar o ressarcimento dos valores subtraídos. Os suspeitos foram indiciados por associação criminosa e furto qualificado, crimes cujas penas somadas podem ultrapassar dez anos de reclusão.

Operação Overclean: PF cumpre mandados na Bahia e no DF por suspeita de desvio de emendas
BAHIA 13/Jan/2026 - 15h14
Foto: Blog Regional

Operação Overclean: PF cumpre mandados na Bahia e no DF por suspeita de desvio de emendas

A nona fase da Operação Overclean foi deflagrada nesta terça-feira (13) e mobilizou equipes da Polícia Federal, CGU e Receita Federal. A ação ocorreu na Bahia e no Distrito Federal, após autorização do Supremo Tribunal Federal, com o propósito de desarticular um grupo investigado por desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos e, além disso, o STF determinou o bloqueio de R$ 24 milhões das contas de pessoas e empresas envolvidas. O objetivo é impedir que recursos suspeitos continuem circulando e resguardar valores que podem ser utilizados futuramente para reparação aos cofres públicos. As investigações apuram indícios de corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal segue analisando documentos, computadores e dispositivos apreendidos para identificar transações, conexões e eventuais ramificações da organização criminosa. A operação representa mais um passo no aprofundamento das apurações iniciadas em fases anteriores e reforça o foco das autoridades no combate ao uso irregular de emendas parlamentares, que deveriam ser destinadas a políticas públicas e investimentos essenciais.

Documentos da PF detalham viagem em primeira classe de suspeito do caso INSS e filho de Lula
BRASIL 16/Dez/2025 - 19h02
Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo

Documentos da PF detalham viagem em primeira classe de suspeito do caso INSS e filho de Lula

A Polícia Federal reuniu documentos que confirmam o registro de uma viagem internacional envolvendo Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República. A documentação indica que ambos embarcaram em um voo de primeira classe com destino à Europa no dia 8 de novembro do ano passado, partindo do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com chegada em Lisboa, capital de Portugal. Os registros obtidos pela PF detalham informações como o número do voo, a classe utilizada e até a localização dos assentos ocupados pelos passageiros. De acordo com os dados, Antônio Carlos Camilo Antunes viajou no assento 3A, enquanto Lulinha ocupou o assento 6J, ambos localizados na primeira classe da aeronave e posicionados junto à janela. O voo identificado nos documentos é o Latam JJ-8148. A viagem já havia sido mencionada em depoimento prestado à Polícia Federal por Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes. Segundo ele, o deslocamento internacional faria parte de uma série de viagens realizadas pelos dois ao exterior. A lista de passageiros do voo citada pela PF é considerada um elemento de confirmação de parte do relato apresentado à investigação. No âmbito do Congresso Nacional, a CPMI do INSS chegou a discutir a possibilidade de requisitar à companhia aérea os dados completos do voo, mas o pedido acabou não sendo aprovado após articulação de parlamentares governistas. A Polícia Federal, no entanto, obteve as informações por meios próprios, incorporando os documentos ao inquérito em andamento. Ainda conforme o depoimento do ex-funcionário, os custos das viagens teriam sido arcados por Antônio Carlos Camilo Antunes. Ele também relatou à PF que Lulinha receberia repasses mensais de valores elevados e que teria ocorrido um pagamento de grande monta ao empresário, informações que seguem sob apuração das autoridades. De acordo com valores praticados pelo mercado, passagens aéreas internacionais em primeira classe podem variar entre cifras elevadas, oferecendo serviços como poltronas totalmente reclináveis, atendimento personalizado e opções exclusivas de alimentação e bebidas durante o voo. A investigação também registra que Lulinha passou a residir em Madri, na Espanha, em meados deste ano. A mudança levantou questionamentos entre parlamentares da oposição que integram a CPMI do INSS, que buscam esclarecer se a decisão ocorreu em meio ao avanço das apurações sobre o caso no Congresso Nacional. A reportagem não obteve retorno das defesas de Antônio Carlos Camilo Antunes nem de Fábio Luís Lula da Silva até a publicação desta matéria. Pessoas próximas a Lulinha afirmaram que ele pretende retornar ao Brasil no fim do ano e que avalia medidas judiciais contra associações feitas entre seu nome e as investigações em curso. Segundo esses interlocutores, a presença no mesmo voo não comprova que os dois tenham viajado juntos ou mantido relação durante o deslocamento.

Desembargador federal é preso pela PF na segunda fase da Operação Unha e Carne
BRASIL 16/Dez/2025 - 08h00
Foto: Divulgação

Desembargador federal é preso pela PF na segunda fase da Operação Unha e Carne

A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira (16), o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto durante a deflagração da segunda fase da Operação Unha e Carne. A ação teve como objetivo aprofundar as investigações sobre um esquema criminoso investigado no âmbito do Supremo Tribunal Federal. De acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos um mandado de prisão e dez mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes. As diligências ocorreram simultaneamente nos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Entre os alvos das buscas desta etapa da operação está o deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar, filiado ao União Brasil. Ele havia sido preso na primeira fase da investigação, mas acabou liberado posteriormente após decisão do plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A Operação Unha e Carne segue em andamento e, segundo a Polícia Federal, novas informações sobre os desdobramentos da investigação devem ser divulgadas após a conclusão das diligências desta fase.

Moraes determina que PF registre e fiscalize marmitas entregues a Jair Bolsonaro
JUSTIçA 02/Dez/2025 - 14h00
Foto: Alan Santos/PR

Moraes determina que PF registre e fiscalize marmitas entregues a Jair Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal registre e fiscalize todas as marmitas entregues ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (1) e inclui o monitoramento da rotina alimentar do ex-presidente. O despacho também autoriza o cadastramento das três pessoas responsáveis pela preparação e entrega da alimentação especial. Elas deverão assinar um termo de responsabilidade, enquanto a Polícia Federal ficará encarregada de definir os horários das entregas e registrar o conteúdo recebido. Segundo familiares, Bolsonaro segue uma dieta específica por recomendação médica. Em 25 de novembro, após visitá-lo, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-presidente necessita de alimentação controlada por causa de sequelas de cirurgias e alterações no fluxo intestinal. A determinação de Moraes adiciona uma nova camada de controle às condições de acompanhamento impostas ao ex-presidente.

PF e Exército prendem generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio após fim dos recursos no STF
JUSTIçA 25/Nov/2025 - 17h11
Foto: Reprodução

PF e Exército prendem generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio após fim dos recursos no STF

A Polícia Federal e o Exército prenderam, nesta segunda-feira (24), os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, ambos ex-ministros do governo Jair Bolsonaro. Os dois foram detidos em Brasília e encaminhados ao Comando Militar do Planalto, onde permanecerão custodiados. As prisões foram determinadas após o Supremo Tribunal Federal declarar o trânsito em julgado do processo conhecido como trama golpista, encerrando todas as possibilidades de recurso e autorizando a execução imediata das penas. Augusto Heleno, que chefiou o Gabinete de Segurança Institucional, foi condenado a 21 anos de prisão. Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, recebeu pena de 19 anos. Com o fim da fase recursal, ambos passam a cumprir as sentenças definidas pelo STF. A Corte também considerou esgotados os recursos para outros envolvidos no caso, incluindo o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Eles integram o grupo de condenados que não apresentaram novos embargos de declaração dentro do prazo final estabelecido nesta segunda-feira. A decisão marca mais uma etapa da execução das penas impostas aos investigados pelo conjunto de ações que, segundo o STF, visavam promover ruptura institucional no país.

Operação Prisma: PF e MPBA desarticulam esquema de fraudes bancárias na Bahia
BAHIA 08/Abr/2025 - 13h39
Foto: Divulgação / MPBA

Operação Prisma: PF e MPBA desarticulam esquema de fraudes bancárias na Bahia

Na manhã desta terça-feira (8), a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagraram a Operação Prisma, com o objetivo de combater fraudes bancárias que causaram um prejuízo superior a R$ 170 mil à Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras. A operação cumpriu dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Feira de Santana, no interior da Bahia, expedidos pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária local. A investigação revelou que os suspeitos, membros de uma mesma família, utilizavam documentos falsos para abrir contas bancárias em agências da Caixa localizadas em Feira de Santana, Riachão do Jacuípe, Santo Antônio de Jesus, Castro Alves, Valença, Amargosa e Cruz das Almas. Por meio dessas contas, eram contratados empréstimos fraudulentos. De acordo com o MPBA, uma das investigadas possui um histórico extenso de processos criminais desde 2017 e agia em conjunto com seu filho, pai e irmão. A movimentação bancária dos envolvidos foi rastreada com o apoio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude (Cefra) da Caixa Econômica Federal. Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio dos bens dos investigados para garantir eventual ressarcimento às instituições financeiras lesadas. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de estelionato e associação criminosa. O nome "Prisma" foi escolhido como uma analogia ao comportamento dos investigados, que fragmentavam suas identidades em múltiplas versões para dificultar a ação das autoridades. As investigações continuam em andamento, e novas fases da operação não estão descartadas.

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