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Deputado estadual Alan Sanches morre aos 58 anos, político passou mal neste sábado
SALVADOR 17/Jan/2026 - 16h44
Foto: Divulgação

Deputado estadual Alan Sanches morre aos 58 anos, político passou mal neste sábado

O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) morreu na tarde deste sábado (17). A informação foi confirmada por pessoas próximas ao parlamentar. De acordo com informações divulgadas pelo Se Ligue Bahia e confirmadas pelo Bahia Notícias, Alan Sanches foi vítima de um infarto. Médico de formação, Alan Eduardo Sanches dos Santos teve trajetória política com atuação no Legislativo municipal e estadual. A morte causou surpresa no meio político, já que o deputado havia participado da Lavagem do Bonfim na última quinta-feira (15). Na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), ocupava o cargo de deputado estadual e atuava como líder da oposição. Ele também se articulava para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas próximas eleições. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre velório e sepultamento. Alan Sanches iniciou a carreira política como vereador de Salvador, eleito pelo PMDB para o mandato de 2005 a 2008 e reeleito para o período de 2009 a 2012, mandato ao qual renunciou. Durante a passagem pela Câmara Municipal, presidiu a Casa entre 2009 e 2010, além de presidir a Comissão de Educação e integrar a Comissão Especial de Saúde. Em 2011, foi eleito deputado estadual pelo PMDB (2011–2015). Foi reeleito para a AL-BA pelo PSD (2015–2019), pelo DEM (2019–2023) e pelo União Brasil para o mandato vigente. No Parlamento estadual, exerceu funções como 2º secretário da Mesa Diretora (2021–2023), procurador parlamentar (2019–2020) e vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento. Ao longo dos mandatos, integrou e presidiu diversas comissões permanentes e especiais, incluindo Constituição e Justiça, Finanças e Orçamento, Meio Ambiente, Saúde e Saneamento e o Conselho de Ética. No âmbito partidário, foi vice-líder e líder de bancadas, atuando como líder do PSD, do DEM/PRB e, mais recentemente, líder da Minoria na AL-BA. Foi filiado ao PSD entre 2011 e 2016, ao DEM entre 2016 e 2022 e ao União Brasil a partir de 2022.

Cenários para o Senado na Bahia expõem cálculos e disputas entre governistas e oposição
POLíTICA 20/Dez/2025 - 19h44
Fotos: Compisção/Arquivos/Blog Regional

Cenários para o Senado na Bahia expõem cálculos e disputas entre governistas e oposição

A disputa pelas duas vagas ao Senado na Bahia tem provocado avaliações estratégicas tanto no campo governista quanto na oposição, com projeções que envolvem diferentes combinações de candidaturas e possíveis impactos no equilíbrio político do estado. Nos bastidores, aliados e adversários analisam cenários considerados decisivos para o desempenho das principais lideranças nas urnas. Entre as avaliações internas, há o entendimento de que um dos riscos para determinados grupos seria terminar a corrida fora das duas primeiras colocações, atrás de nomes ligados ao atual campo governista. A possibilidade de uma chapa composta pelo governador Jerônimo Rodrigues, ao lado dos ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner, é vista como um fator de forte competitividade eleitoral. Segundo avaliações atribuídas a interlocutores da oposição, há um cenário considerado desfavorável em que Rui Costa poderia alcançar uma votação expressiva para o Senado, o que ampliaria as dificuldades para o ex-prefeito ACM Neto e, por consequência, para Angelo Coronel, especialmente em hipóteses de reposicionamento político. Nesse contexto, a leitura é de que a força eleitoral do grupo governista pode reduzir o espaço de manobra da oposição. Por outro lado, também circula entre adversários do governo a avaliação de que, caso Angelo Coronel dispute o Senado alinhado ao grupo governista, ainda haveria margem para uma disputa direta pela segunda vaga, principalmente em um confronto com João Roma, enquanto Rui Costa despontaria como favorito. Em meio às especulações, Rui Costa comentou publicamente a leitura de que uma eventual chapa formada por ele, Jerônimo Rodrigues e Jaques Wagner seria classificada como homogênea do ponto de vista partidário. O ex-governador avaliou que essa interpretação não se aplica ao cenário, uma vez que a votação de cada nome estaria relacionada às trajetórias administrativas construídas ao longo dos anos. Na avaliação de Rui, o peso eleitoral de ex-governadores está associado aos resultados entregues durante os mandatos, independentemente da filiação partidária no momento da disputa. Ele também destacou que o papel político dessas lideranças estaria ligado à articulação institucional e ao apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dentro de um projeto nacional. Com a aproximação do calendário eleitoral, as projeções seguem em aberto, mas os bastidores indicam que a disputa pelo Senado na Bahia será marcada por estratégias complexas, protagonismo de ex-governadores e uma disputa intensa por espaço entre governistas e oposição.

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