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Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (5) pelo instituto Real Big Data aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em diferentes cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026. Apesar disso, o levantamento mostra um cenário mais equilibrado nas projeções para um eventual segundo turno. Nas simulações apresentadas pelo instituto, Lula aparece com 47% das intenções de voto contra 44% do senador Flávio Bolsonaro. Em outro cenário, o presidente registra 43% contra 43% de Ciro Gomes, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Contra o governador Ronaldo Caiado, Lula soma 43% contra 42%. Já diante de Romeu Zema, o petista aparece com 43% ante 39%. O maior distanciamento ocorre no cenário contra Renan Santos, em que Lula registra 48% das intenções de voto, contra 24% do adversário. Apesar da vantagem numérica em alguns cenários, a margem de erro da pesquisa de dois pontos percentuais para mais ou para menos indica disputas tecnicamente empatadas em boa parte das projeções de segundo turno. O levantamento ouviu 2 mil pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. Segundo o instituto, o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do Real Big Data e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03627/2026.
A rejeição à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nova alta e atingiu 53,3% dos eleitores, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30). Em fevereiro, o índice era de 52,2%, o que indica crescimento na resistência ao nome do petista para um novo mandato. Os dados mostram uma tendência de aumento desde o início de 2026. Em janeiro, 51% dos entrevistados afirmavam que Lula não merecia ser reeleito — número que avançou mais de dois pontos percentuais em três meses. Na outra ponta, o percentual de eleitores que defendem a reeleição do presidente segue em queda. O índice passou de 45,3% em janeiro para 43,9% em fevereiro e chegou a 43,7% em março. Outros 3% disseram não saber ou preferiram não opinar. O recorte regional revela diferenças marcantes. O Nordeste aparece como a região onde Lula mantém maior apoio à reeleição, com 54,8% dos entrevistados favoráveis. Já no Sul, a rejeição é mais expressiva: 66,1% afirmam que o presidente não merece um novo mandato. Nas demais regiões, também predomina a avaliação negativa. No Norte e Centro-Oeste, a rejeição chega a 59,5%, enquanto no Sudeste o índice é de 53,6%. No Nordeste, 42,6% dos entrevistados disseram que Lula não deveria ser reeleito. A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 25 e 28 de março de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00873/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (24) a chamada Lei Antifacção, que estabelece o aumento de penas para participação em organizações criminosas ou milícias, além de ampliar mecanismos para apreensão de bens dos envolvidos. O texto havia sido aprovado no fim de fevereiro pela Câmara dos Deputados do Brasil e segue agora para aplicação em todo o país. A nova legislação define como facção criminosa qualquer grupo de três ou mais pessoas que utilize violência, grave ameaça ou coação para controlar territórios, intimidar populações ou autoridades. O enquadramento também se aplica a ações contra serviços, infraestrutura ou equipamentos considerados essenciais. Entre as mudanças, a lei estabelece regras mais rígidas para concessão de benefícios. Integrantes dessas organizações deixam de ter acesso a anistia, indulto, fiança e liberdade condicional. A progressão de pena também foi restringida, podendo exigir, em alguns casos, o cumprimento de até 85% da pena em regime fechado. Outro ponto previsto é que líderes de facções cumpram pena ou prisão preventiva em presídios de segurança máxima. A norma ainda determina a suspensão do direito de voto de detentos que, mesmo sem condenação definitiva, tenham associação comprovada com organizações criminosas. Durante a sanção, o presidente destacou a preocupação com a reincidência de suspeitos após prisões, apontando críticas recorrentes de governadores sobre a soltura rápida de pessoas detidas em operações policiais.
A Câmara dos Deputados do Brasil aprovou nesta segunda-feira (2) o Projeto de Lei 2158/23, que autoriza a instalação de um setor de farmácias dentro de supermercados, desde que em um ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade farmacêutica. O texto segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O relator da proposta, o deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), afirmou que a medida pode facilitar o acesso da população a medicamentos, especialmente em municípios pequenos ou regiões mais afastadas que não possuem farmácias suficientes. Segundo o parlamentar, muitos consumidores enfrentam dificuldades para adquirir medicamentos em cidades do interior ou localidades remotas do país, o que justificaria a ampliação dos pontos de venda. A proposta, no entanto, gerou críticas durante a votação. Para a deputada Maria do Rosário (PT-RS), a medida pode incentivar a automedicação e atender a interesses da indústria farmacêutica. Durante o debate, a parlamentar argumentou que a proximidade entre medicamentos e outros produtos de consumo cotidiano poderia estimular compras impulsivas e ampliar riscos relacionados ao uso inadequado de remédios. Com a aprovação na Câmara, o projeto aguarda agora análise para sanção ou veto presidencial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, uma medida provisória que autoriza a destinação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para entidades hospitalares filantrópicas, instituições que atuam com pessoas com deficiência e organizações sem fins lucrativos que participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi feito durante visita às Obras Sociais Irmã Dulce, na Bahia, ocasião em que também foram assinados outros três atos voltados ao repasse de recursos para a área da saúde. A expectativa do governo federal é de que a medida possibilite a liberação de R$ 4 bilhões em 2026 para essas entidades, sem impacto nos recursos já destinados à habitação, saneamento e infraestrutura. O uso do FGTS para operações de crédito destinadas a instituições filantrópicas da saúde já havia sido autorizado entre 2019 e 2022. Com a nova medida provisória, a possibilidade foi restabelecida até 2030, permitindo que bancos públicos ofereçam financiamentos com taxas de juros mais baixas às entidades beneficiadas. Dados apresentados pelo governo indicam que a taxa média de juros da carteira de crédito da Caixa Econômica Federal com recursos do FGTS para hospitais filantrópicos, contratada no período anterior, foi de 11,6% ao ano, enquanto a taxa média praticada com recursos próprios da instituição é de 17,7% ao ano. Durante a cerimônia, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a redução dos encargos financeiros permitirá ampliar e qualificar os serviços prestados ao SUS, fortalecendo o programa Agora Tem Especialistas. Segundo ele, a medida também garante ampliação do prazo de pagamento de 120 para 180 meses, além de carência de 12 meses, contribuindo para a manutenção dos serviços, aumento do número de cirurgias e aquisição de equipamentos pelas entidades filantrópicas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão nesta quarta-feira (24), véspera de Natal. A mensagem de fim de ano terá duração de 6 minutos e 39 segundos e será exibida a partir das 20h30, segundo informações divulgadas pela CNN Brasil. De acordo com a emissora, o pronunciamento já foi gravado e segue a tradição mantida por presidentes brasileiros de se dirigir à população neste período do ano. Em mensagens desse tipo, é comum que os chefes do Executivo façam votos de boas festas e apresentem um balanço das ações e resultados alcançados ao longo do ano. No pronunciamento de Natal exibido no ano passado, Lula afirmou que governar significa cuidar das pessoas, com atenção especial àquelas que mais necessitam. Na ocasião, ele destacou que sua gestão se baseia no diálogo e na atuação conjunta com a sociedade, os governos estaduais e as administrações municipais. O presidente também ressaltou, na mensagem anterior, a importância da harmonia entre os Poderes da República, defendendo o respeito e a convivência equilibrada entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário como pilares da democracia brasileira. Ainda naquele discurso, Lula associou o Natal a um momento de reflexão sobre valores cristãos, como compaixão, fraternidade, respeito e amor ao próximo, defendendo que esses princípios orientem não apenas as celebrações de fim de ano, mas também a vida cotidiana ao longo de todo o ano.
A maioria dos brasileiros segue contrária à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026, mas a rejeição à permanência do petista no cargo apresentou recuo no último mês. De acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira, dia 16, 56% dos entrevistados afirmam que Lula não merece permanecer por mais quatro anos na Presidência da República, enquanto 41% defendem um novo mandato. Apesar do cenário ainda desfavorável, o levantamento indica uma melhora na avaliação do presidente em relação ao futuro político. Em novembro, a rejeição à reeleição era de 60%, enquanto o apoio somava 37%. Em dezembro, a diferença entre os dois grupos diminuiu em oito pontos percentuais, resultado da queda na rejeição e do crescimento no número de entrevistados favoráveis à continuidade do atual governo. A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro e ouviu 2.004 pessoas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários avaliados por pesquisa divulgada nesta terça-feira, dia 16, pelo instituto Quaest. De acordo com o levantamento, o petista registra percentuais que variam entre 34% e 41%, conforme os adversários apresentados aos eleitores. Em todas as simulações, o senador Flávio Bolsonaro aparece na segunda colocação, consolidando-se como o principal nome da oposição nos cenários testados. Esta é a primeira pesquisa de abrangência nacional realizada após a retirada do ex-presidente Jair Bolsonaro das projeções eleitorais, com a inclusão do filho como pré-candidato. O estudo foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento testou nomes como os governadores Ratinho Júnior, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de outros pré-candidatos que aparecem com percentuais menores. Mesmo nos cenários mais amplos, com maior número de concorrentes, o presidente mantém a liderança, enquanto os votos da oposição se distribuem entre diferentes candidaturas. Os dados indicam que Lula segue com vantagem consistente na disputa de primeiro turno, enquanto a briga pela segunda colocação permanece concentrada entre os principais representantes da oposição.
A disputa pela Presidência da República em 2026 ganhou novo contorno após a divulgação da pesquisa AtlasIntel, realizada para a Bloomberg News e publicada nesta terça-feira (2). O levantamento aponta um cenário de forte competitividade entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que reduz a diferença e aparece tecnicamente empatado com o petista em uma simulação de segundo turno. Segundo a sondagem, Lula aparece com 49% das intenções de voto, enquanto Tarcísio alcança 47%, diferença de dois pontos percentuais, dentro da margem de erro de aproximadamente um ponto percentual. O cenário ocorre em meio à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, detido há pouco mais de uma semana por tentativa de golpe. Considerado o principal nome da direita para 2026, Tarcísio, ex-ministro de Bolsonaro, tem ampliado sua presença nacional e fortalecido sua imagem junto ao mercado financeiro. Ele tem defendido que uma mudança na Presidência traria impacto direto na economia, com atração de investimentos e maior controle da inflação e das taxas de juros. Ainda assim, evita embates diretos que possam afastar o eleitorado bolsonarista e reafirma que seu foco permanece na reeleição ao governo paulista. A pesquisa também indica divisão no campo da direita. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece praticamente empatada com Tarcísio em apoio, especialmente entre mulheres, evangélicos e o núcleo mais fiel ao ex-presidente. Apesar disso, Bolsonaro ainda não declarou apoio a nenhum possível sucessor e insiste na intenção de concorrer novamente, o que mantém o cenário indefinido e interfere na articulação de outras candidaturas. Do outro lado, a aprovação de Lula registrou queda após um breve aumento em julho, provocado pela repercussão de tensões comerciais com os Estados Unidos. Em outubro, o presidente tinha pouco mais de 51% de aprovação, mas o índice caiu mais de dois pontos em novembro, chegando a cerca de 49%. O novo levantamento reforça um cenário eleitoral polarizado e indefinido, com sinais de fortalecimento da direita e redução da vantagem do atual presidente a menos de dois anos da eleição.
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada estadual Ivana Bastos, foi homenageada na noite desta sexta-feira (2) com o título de Cidadã Riocontense, durante uma solenidade realizada no município de Rio de Contas, na Chapada Diamantina. O reconhecimento marcou um dos momentos mais significativos da trajetória pública da parlamentar. "Uma noite que ficará para sempre no meu coração! Receber o título de Cidadã Riocontense foi uma das maiores honras da minha vida pública", declarou Ivana, emocionada com a homenagem. "Que alegria fazer parte, agora oficialmente, dessa terra tão rica em história, cultura e acolhimento!", completou.
A proposta do título foi feita pelo atual prefeito de Rio de Contas, Célio Evangelista, ainda quando ocupava o cargo de vereador. Durante a cerimônia, Ivana fez um agradecimento especial ao gestor. "Célio, obrigada por esse gesto de carinho e confiança. Tenho muito orgulho da parceria que construímos e do trabalho que estamos realizando juntos por Rio de Contas", destacou. A sessão solene contou com a presença do presidente da Câmara de Vereadores, Deraldo Neto, e dos vereadores Kaique Mafra, Jonhy Abreu e Vinicius Costas, além de secretários municipais, ex-vereadores, a primeira-dama Elaine Dark e o procurador do município, Adão Castro.
Diversas lideranças políticas da região também prestigiaram o evento, como os prefeitos Fernando Santos (Dom Basílio), Fabrício Abrantes (Brumado), Joanina Sampaio (Livramento de Nossa Senhora) e Vanessa Senna (Lençóis); os ex-prefeitos Roberval Meira (Dom Basílio), atual secretário estadual de Infraestrutura de Portos e Aeroportos, Dr. Éder Jaques (Jussiape), Márcio Farias (Rio de Contas), Reinalldo Góes (Iuiu) e Dr. Carlos Batista (Livramento), além do comandante da 46ª CIPM, Major Wagner Rocha. "Cada gesto de carinho que recebi nessa noite me motiva ainda mais a seguir firme no compromisso com o povo de Rio de Contas. Essa cidade agora também é minha, por afeto, por compromisso e por honra", finalizou a deputada.
O título de Cidadã Riocontense reforça os laços entre Ivana Bastos e a população de Rio de Contas, onde a parlamentar tem atuado em parceria com a gestão municipal na busca por melhorias e investimentos para a cidade.
O ex-presidente da República Fernando Collor de Mello deixou o presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, em Maceió, na noite de quinta-feira (1º), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou sua prisão domiciliar. A medida foi tomada com base em parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que considerou as condições de saúde do ex-presidente, que sofre de apneia do sono, doença de Parkinson e transtorno afetivo bipolar, além de sua idade avançada, 75 anos. Collor, condenado a 8 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, havia sido preso no dia 25 de abril, em Maceió, quando se preparava para embarcar para Brasília. A condenação, originada na Operação Lava Jato, envolveu o recebimento de R$ 20 milhões em vantagens indevidas em contratos da BR Distribuidora, entre 2010 e 2014.
Com a autorização do STF, Collor deverá cumprir a pena em sua residência, utilizando tornozeleira eletrônica. A defesa do ex-presidente argumentou que suas condições de saúde justificam a medida, e o parecer da Procuradoria-Geral da República reforçou essa argumentação.
Embora tenha afirmado “fui eleito para ser prefeito e vou prefeitar”, o tucano João Doria, gestor de São Paulo, se esquivou, na manhã desta segunda-feira (6), ao ser questionado qual seria a sua resposta caso recebesse um pedido formal para ser candidato à Presidência da República. “O apelo não foi feito ainda, então não posso responder”, despistou, em entrevista à rádio Jovem Pan. Diante do desgaste de lideranças tradicionais do PSDB, a cúpula da legenda já estuda levar adiante a discussão de uma candidatura presidencial do prefeito João Doria, em 2018. Parlamentares e dirigentes tucanos reconhecem que o assunto, antes restrito a comentários esparsos nos bastidores, já deixou o território das fofocas.