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A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, Joneuma Silva Neres, deixou a prisão na manhã de terça-feira (17), após permanecer mais de um ano detida por suspeita de envolvimento na fuga de 16 detentos da unidade. De acordo com informações, ela passará a cumprir prisão domiciliar. A decisão foi confirmada após a saída da unidade prisional, onde ela estava custodiada junto com a filha, uma bebê de oito meses nascida durante o período de detenção. A Justiça não detalhou, até a última atualização, os motivos que levaram à concessão do benefício. A ex-diretora é acusada pelo Ministério Público da Bahia de facilitar a fuga ocorrida em dezembro de 2024, quando um grupo armado invadiu o presídio enquanto internos escapavam por um buraco aberto no teto de uma cela. Segundo as investigações, a ação teria sido planejada com apoio interno. A ex-gestora também é investigada por suposto envolvimento com integrantes de organização criminosa, incluindo um relacionamento com um dos detentos que fugiram. Até o momento, apenas um dos fugitivos foi recapturado. Outros dois morreram em confrontos com a polícia e 13 seguem foragidos. As investigações continuam em andamento e o caso segue sob responsabilidade da Justiça baiana.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro solicitou uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tratar da situação de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pedir a concessão de prisão domiciliar. A informação foi divulgada pelo blog da jornalista Andréia Sadi. Segundo a publicação, Michelle relatou ao magistrado viver um drama pessoal diante das condições de saúde do marido. Jair Bolsonaro está preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. O pedido ocorre após o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, negar recentemente mais uma solicitação da defesa para a substituição da prisão por regime domiciliar. Paralelamente, parlamentares aliados do ex-presidente articulam uma ofensiva política no Congresso. De acordo com o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), 145 deputados assinaram um pedido de prisão domiciliar humanitária em favor de Bolsonaro. O documento foi apresentado como forma de pressionar o Judiciário a reavaliar a situação do ex-presidente. Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não se manifestou sobre o pedido de audiência feito por Michelle Bolsonaro.
Alcançamos, na Câmara dos Deputados, 145 assinaturas para o pedido de prisão domiciliar humanitária para o presidente Bolsonaro.
— Gustavo Gayer (@GayerGus) January 12, 2026
É o mínimo, um ato de clamor para tentar trazer alguma dignidade ao nosso capitão.
Bolsonaro está preso indevidamente, um idoso de mais de 70 anos, que…
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