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Sesab define empresa responsável por ampliação do Hospital do Oeste em Barreiras
BARREIRAS 20/Mai/2026 - 18h13
Foto: Leonardo Rattes/Sesab

Sesab define empresa responsável por ampliação do Hospital do Oeste em Barreiras

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia definiu o consórcio responsável pelas novas obras de reforma e ampliação do Hospital do Oeste, localizado no município de Barreiras, no oeste da Bahia. O anúncio foi divulgado nesta quarta-feira (20). Segundo informações apuradas, o Consórcio Hospital do Oeste será responsável pela execução das intervenções na unidade hospitalar. O grupo é formado pelas empresas Sian Engenharia Ltda., apontada como líder do consórcio, e Comtel Engenharia Ltda. As empresas foram selecionadas após apresentarem as melhores propostas técnicas e financeiras durante o processo de contratação. O valor adjudicado para realização das obras é de R$ 62.067.240,13. Em nota, a Sesab informou que o contrato para a reforma e ampliação do hospital deverá ser assinado nesta quinta-feira (21), com previsão de início das obras o mais rápido possível. As melhorias estruturais no Hospital do Oeste já haviam sido anunciadas pela secretaria no início deste ano. O projeto prevê a implantação de 23 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 30 leitos de enfermaria, além da construção de um novo centro cirúrgico e implantação do serviço de ressonância magnética. Recentemente, a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) do hospital também recebeu um acelerador linear, equipamento que deverá ser utilizado em tratamentos de radioterapia. Considerado um dos principais equipamentos de saúde do oeste baiano, o Hospital do Oeste realizou, apenas no ano passado, mais de 129 mil consultas médicas, 12,8 mil internamentos e cerca de 9,3 mil cirurgias. A unidade também registrou quase 388 mil atendimentos ligados ao Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT). Além da assistência médica, os serviços internos da unidade processaram aproximadamente 487 mil quilos de roupas hospitalares e serviram mais de 637 mil refeições para pacientes, acompanhantes e colaboradores ao longo do período.

UPA 24h de Livramento passa por reforma para modernizar estrutura
LIVRAMENTO 06/Mai/2026 - 10h30
Foto: Reprodução / Achei Sudoeste

UPA 24h de Livramento passa por reforma para modernizar estrutura

A Unidade de Pronto Atendimento 24h de Livramento de Nossa Senhora está passando por uma ampla reforma em sua estrutura física, no município de Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste da Bahia. A obra é realizada com recursos próprios e tem como objetivo modernizar as instalações e melhorar as condições de atendimento à população. De acordo com a gestão municipal, o projeto contempla a substituição de pisos e forros, além de uma reestruturação completa da fachada da unidade. Também está prevista a ampliação da cobertura frontal do prédio, com a proposta de oferecer mais sombra e conforto para os usuários que aguardam atendimento. Durante a execução dos serviços, a prefeitura optou por manter o funcionamento da unidade, isolando apenas os espaços em reforma. A administração reconhece que a intervenção pode gerar transtornos temporários, como poeira e circulação de trabalhadores, mas destaca que as melhorias são necessárias para garantir mais qualidade e durabilidade à estrutura. A UPA 24h desempenha papel importante na rede de saúde do município, contribuindo para reduzir a demanda do hospital municipal e ampliar o acesso da população aos atendimentos de urgência e emergência.

Reforma quer aposentadoria aos 65, mas quem vai te empregar com essa idade?
12/Fev/2017 - 18h00
Foto Divulgação

Reforma quer aposentadoria aos 65, mas quem vai te empregar com essa idade?

A proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo determina que os brasileiros trabalhem, no mínimo, até os 65 anos e contribuam por 25 anos com o INSS para poder se aposentar. Quem quiser ganhar o valor integral do benefício terá que trabalhar mais tempo, por 49 anos. Atualmente, o brasileiro se aposenta, em média, com 58 anos. Ou seja, se a proposta for aprovada do jeito que está, as pessoas precisariam trabalhar sete anos a mais, em geral. Isso leva à pergunta: existem empregos para as pessoas trabalharem até os 65 anos, ou mais? Ricardo Basaglia, diretor-executivo da empresa de recrutamento e seleção Michael Page, afirma que, de fato, há uma resistência das empresas, no geral, em contratar pessoas mais velhas. "De maneira geral, sim, existe um preconceito maior no Brasil do que em outros países", afirma. "Na Europa, há uma população de mais idade e lá, naturalmente, estão mais acostumados com pessoas mais velhas no mercado de trabalho." Basaglia diz que isso melhorou nos últimos dez anos, mas está "longe de não haver restrição [a pessoas mais velhas]".


Sem investimento, reforma do ensino médio pode piorar desigualdade, dizem especialistas
10/Fev/2017 - 16h30
Foto divulgação

Sem investimento, reforma do ensino médio pode piorar desigualdade, dizem especialistas

A reforma do ensino médio aprovada no Senado Federal esta semana não terá os efeitos desejados caso não haja investimento na área, segundo afirmaram especialistas em educação. Os senadores aprovaram o texto sem modificações por 43 votos a 13. Por se tratar de uma medida provisória, o texto tem força de lei desde a publicação no "Diário Oficial", em setembro. Para o conselheiro nacional da Educação Cesar Callegari, a reforma tem, ao mesmo tempo, partes positivas e problemas graves. Callegari diz que a proposta da flexibilização é boa, porém, há cinco anos, o governo criou o programa Ensino Médio Inovador com objetivo parecido e ele “empacou” por falta de recursos. Por isso, para a reforma sair do papel, é necessário investimento. Outra crítica do conselheiro é que a reforma não toca em dois pontos cruciais para garantir a qualidade da educação no ensino médio: a formação de professores e a infraestrutura das escolas. “Haverá dinheiro para as inovações? A falta de recursos é a o nó dessa nova proposta. Também não se toca na questão do problema da falta de professores qualificados, da superlotação das salas de aulas. As questões estruturais permanecem aí agravadas pela PEC da limitação de gastos”, afirma.


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