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Disputa por vaga no TCU mobiliza oposição e aliados do governo na Câmara
POLíTICA 14/Abr/2026 - 08h59
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados/Arquivo

Disputa por vaga no TCU mobiliza oposição e aliados do governo na Câmara

A um dia da eleição que definirá o novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), a disputa pela vaga tem intensificado articulações políticas na Câmara dos Deputados. A oposição tenta unificar os nomes lançados por partidos de direita para enfrentar o deputado Odair Cunha (PT-MG), que conta com o apoio do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Nos bastidores, Motta atua para consolidar votos em favor de Odair e evitar dissidências, em cumprimento a um acordo firmado com o PT em 2024. Segundo relatos de parlamentares, o presidente da Câmara tem feito contatos diretos com deputados para reforçar o apoio ao candidato. Do outro lado, lideranças da oposição buscam reduzir o número de candidaturas e concentrar votos em um único nome. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o influenciador Pablo Marçal, recém-filiado ao União Brasil, participaram das articulações para convencer candidatos com menor competitividade a desistirem da disputa. A eleição está marcada para esta terça-feira (14), após a sabatina dos sete candidatos realizada na Comissão de Finanças e Tributação. Além de Odair Cunha, concorrem à vaga Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Danilo Forte (PP-CE), Hugo Leal (PSD-RJ), Gilson Daniel (Podemos-ES), Soraya Santos (PL-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP). Todos tiveram os nomes aprovados por unanimidade na comissão. Durante a sabatina, os candidatos apresentaram posicionamentos sobre independência e atuação técnica no cargo. Odair Cunha afirmou que sua candidatura não pertence a grupos políticos e defendeu o caráter institucional do tribunal. Já outros concorrentes destacaram a necessidade de autonomia e criticaram acordos políticos na escolha para um cargo vitalício. A votação ocorre em turno único e por maioria simples, o que amplia a importância das articulações de última hora. A avaliação entre parlamentares é de que a divisão de votos entre candidatos da oposição pode favorecer o nome apoiado pelo governo. O Tribunal de Contas da União é composto por nove ministros, sendo seis indicados pelo Congresso Nacional e três pelo Poder Executivo. A Corte tem como função fiscalizar a aplicação de recursos públicos, analisar contas do governo federal e realizar auditorias nos órgãos da administração pública.

Angelo Coronel avalia nomes do interior para suplência ao Senado
BAHIA 08/Abr/2026 - 21h26
Foto: Redes Sociais

Angelo Coronel avalia nomes do interior para suplência ao Senado

O senador Angelo Coronel tem intensificado as articulações para definir os nomes que irão compor sua chapa na disputa pela reeleição ao Senado em 2026. Entre as possibilidades em análise, ganha força o nome da vereadora Edylene Ferreira (Republicanos), atual presidente da União dos Vereadores da Bahia (UVB). Com quatro mandatos e forte atuação na região sisaleira, Edylene reúne apoio entre lideranças municipais e dentro da própria UVB, o que dialoga com a estratégia do senador de incluir uma representação municipalista  preferencialmente feminina na composição. A movimentação também ocorre em meio a disputas internas na base oposicionista. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), já havia anunciado o nome do ex-deputado federal Marcelo Guimarães Filho (Podemos) como primeiro suplente de Coronel, fruto de um acordo político com o partido. Apesar disso, Coronel adota um discurso mais cauteloso e evita confirmar o nome, afirmando que a decisão ainda está em análise. Segundo ele, o Podemos pleiteia a indicação, mas há duas vagas de suplência em disputa, o que mantém o cenário aberto. Nos bastidores, a definição deve envolver equilíbrio político entre partidos aliados e a busca por representatividade regional, fator considerado estratégico para fortalecer a candidatura no interior do estado. A composição final da chapa ainda depende de ajustes entre lideranças e deve ser consolidada nas próximas semanas, à medida que as articulações eleitorais avançam na Bahia.

Angelo Coronel declara voto em Flávio Bolsonaro para presidente
POLíTICA 06/Abr/2026 - 21h31
Foto: Arquivo/Blog Regional

Angelo Coronel declara voto em Flávio Bolsonaro para presidente

O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que pretende votar no senador Flávio Bolsonaro nas eleições presidenciais deste ano. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da Rádio Antena 1. Ao analisar o cenário eleitoral, Coronel destacou que a influência de lideranças políticas locais é limitada quando se trata da disputa pelo Palácio do Planalto. Segundo ele, o eleitor tende a tomar sua decisão de forma independente. “Eleição de presidente se engana quem acha que uma liderança local vai influenciar. O povo escolhe por conta própria. A liderança do município influencia na eleição do governador, do senador. Ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente”, afirmou. O parlamentar também justificou sua posição com base na relação pessoal com o pré-candidato. De acordo com ele, a convivência no Senado pesou na escolha. “Eu, por ser meu amigo pessoal, meu colega de Senado, não vou deixar de votar num amigo para votar em outro que não tenho nenhuma relação”, declarou. A fala ocorre em meio à movimentação política que antecede as eleições de 2026 e evidencia o alinhamento individual de lideranças, mesmo em um cenário de disputas amplas e polarizadas.

Lula lidera disputa presidencial e vence adversários em pesquisa nacional
POLíTICA 15/Jan/2026 - 08h37
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Lula lidera disputa presidencial e vence adversários em pesquisa nacional

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pela reeleição no pleito marcado para outubro deste ano, segundo pesquisa elaborada pela plataforma de jornalismo Meio em parceria com o Instituto Ideia, divulgada na terça-feira (13). O levantamento indica que Lula aparece à frente de todos os adversários tanto no primeiro quanto no segundo turno. A única exceção ocorre no confronto direto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cenário em que os dois aparecem tecnicamente empatados no segundo turno, considerando a margem de erro da pesquisa. De acordo com o estudo, Lula mantém vantagem sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e governadores associados ao campo da direita, como Ratinho Júnior (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSD). A pesquisa ouviu 2.000 pessoas por meio de entrevistas telefônicas realizadas entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06731/2026. Em um dos cenários de primeiro turno testados, Lula aparece com 40,2% das intenções de voto, enquanto Tarcísio soma 32,7%. Na sequência, Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 5,5% cada. Eleitores que não souberam responder representam 11,8%, enquanto brancos e nulos somam 3,6%. Quando o cenário substitui Tarcísio por Flávio Bolsonaro, Lula registra 39,7% das intenções de voto, contra 26,5% do senador. Nesse cenário, Ratinho Júnior aparece com 7%. Em outra simulação, com Flávio Bolsonaro e Eduardo Leite, o presidente marca 39,6%, enquanto o senador chega a 27,6%. Eduardo Leite registra 2,8%, atrás de Caiado (5,5%) e Zema (5,4%). O levantamento também testou dois cenários com Michelle Bolsonaro. No primeiro, com a presença de Ratinho Júnior, Lula aparece com 40% das intenções de voto, contra 29% da ex-primeira-dama. No segundo, com Eduardo Leite, o resultado se mantém semelhante: 40,1% para Lula e 29,7% para Michelle.

Otto Alencar Filho deixa mandato e Charles Fernandes assume como deputado federal
POLíTICA 27/Dez/2025 - 10h19
Foto: Blog Regional

Otto Alencar Filho deixa mandato e Charles Fernandes assume como deputado federal

A bancada do PSD na Câmara dos Deputados passará por mudança a partir de 2026. Na terça-feira (23), o deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA) renunciou ao mandato, e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou o suplente para ocupar a vaga. Otto Alencar Filho deixou o cargo após ser indicado pelo governador Jerônimo Rodrigues para assumir uma cadeira como conselheiro no Tribunal de Contas do Estado da Bahia. Com a nomeação, ele abriu mão do mandato parlamentar. O suplente convocado é o ex-prefeito de Guanambi, Charles Fernandes (PSD). Nos últimos dois anos, Fernandes vinha exercendo a suplência de Sérgio Brito (PSD), que ocupava o cargo de secretário da Infraestrutura da Bahia. Com a mudança, Charles Fernandes assume de forma definitiva o mandato de deputado federal até o fim da atual Legislatura, previsto para o início de 2027. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar comemorou o retorno ao Congresso. “Reassumo, em definitivo, o mandato na Câmara dos Deputados com sentimento de gratidão e de ainda mais responsabilidade”, escreveu.

Aliados avaliam que Hugo Motta deve se aproximar do governo Lula em (2026)
POLíTICA 22/Dez/2025 - 09h30
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados/Arquivo

Aliados avaliam que Hugo Motta deve se aproximar do governo Lula em (2026)

Aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), avaliam que o parlamentar tende a adotar uma postura mais pragmática e de maior diálogo com o governo federal a partir de (2026). A leitura nos bastidores é de que o cenário eleitoral do próximo ano deve influenciar diretamente o posicionamento político do deputado, especialmente em relação ao Palácio do Planalto. A expectativa é que Hugo Motta busque ampliar pontes com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante dos interesses eleitorais na Paraíba. O deputado pretende disputar a reeleição para a Câmara e, paralelamente, atuar para fortalecer o projeto político do pai, Nabor Wanderley, que é cotado para a disputa ao Senado. No estado, Lula mantém bom desempenho eleitoral, fator considerado decisivo nas articulações. Hugo Motta e Nabor Wanderley integram o mesmo campo político do governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB). Impedido de concorrer novamente ao governo estadual em (2026), Azevêdo deve concentrar esforços na disputa ao Senado, cenário que tende a fortalecer alianças com o governo federal e ampliar a presença de Lula no estado. Interlocutores também destacam que sinais recentes emitidos pelo Planalto reforçam a leitura de uma aproximação gradual. A nomeação de Gustavo Feliciano, aliado político de Hugo Motta, para o comando do Ministério do Turismo é apontada como um gesto que amplia o diálogo institucional entre o Executivo e a presidência da Câmara.

Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem
JUSTIçA 18/Dez/2025 - 19h49
Fotos: Carolina Antunes/PR - Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Arquivo

Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (18), cassar os mandatos dos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). As decisões foram publicadas no Diário da Câmara e assinadas pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e por outros integrantes do colegiado. Eduardo Bolsonaro teve a perda do mandato declarada por excesso de faltas às sessões deliberativas. Em (2025), ele faltou a (63) das (78) sessões realizadas, o equivalente a cerca de (81)%, ultrapassando o limite constitucional de um terço de ausências. Eleito por São Paulo, o parlamentar vive nos Estados Unidos desde o início do ano e tentou exercer o mandato à distância, o que não foi admitido pela Câmara. A cassação não o torna inelegível automaticamente, condição que dependerá de eventual condenação pelo Supremo Tribunal Federal em processo no qual é réu. No caso de Alexandre Ramagem, a cassação ocorreu em cumprimento a decisão do STF, que determinou a perda do mandato e condenou o parlamentar a (16) anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência, Ramagem deixou o país antes da conclusão do julgamento e é considerado foragido. O Ministério da Justiça deve dar início ao pedido de extradição. As duas cassações foram decretadas por ato da Mesa Diretora, sem necessidade de votação em plenário, conforme previsto no regimento da Casa e nas decisões judiciais em vigor.

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