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Durante participação no CPAC Estados Unidos, realizado no Texas neste sábado (28), o senador Flávio Bolsonaro colocou a Bahia no centro de sua estratégia política para as eleições de 2026. Pré-candidato à Presidência, ele afirmou que vê o estado como um dos principais polos de transformação no Nordeste e declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto. Ao comentar o cenário baiano, o parlamentar criticou a permanência do Partido dos Trabalhadores no comando do estado nas últimas duas décadas. Segundo ele, a continuidade do grupo político não teria produzido avanços suficientes em áreas consideradas prioritárias, como segurança, educação e geração de empregos. Flávio Bolsonaro defendeu que uma mudança política no Nordeste passa por alterar a percepção do eleitorado. Para ele, é necessário reforçar que programas sociais são direitos da população e não instrumentos de controle político. O senador também associou a troca de gestão à possibilidade de melhorias nas condições de vida. Ao tratar diretamente da Bahia, ele destacou ACM Neto como figura central nesse processo. Segundo o pré-candidato, o ex-prefeito teria potencial para converter esse discurso em apoio popular no estado. Apesar da sinalização, ele ponderou que ainda não há definições formais sobre alianças ou composição de palanques. O senador também mencionou articulações em andamento com partidos como União Brasil e Progressistas, que têm influência na Bahia. As conversas, segundo ele, ainda estão em estágio inicial, mas indicam aproximações para o próximo ciclo eleitoral. Ao ampliar o debate, Flávio Bolsonaro fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, classificando a atual gestão como distante das demandas das novas gerações, especialmente nas áreas de tecnologia e mercado de trabalho. Mesmo com as críticas, o senador destacou o potencial da Bahia e do Nordeste, apontando a região como estratégica para o desenvolvimento do país. Ele também defendeu maior atenção internacional ao processo eleitoral brasileiro, com foco em transparência e segurança nas eleições de 2026.
O senador Otto Alencar (PSD-BA) foi submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência neste fim de semana, após apresentar um mal-estar ao retornar de uma agenda política no município de Lapão, no interior da Bahia. De acordo com nota divulgada pela assessoria de imprensa do parlamentar, Otto Alencar procurou atendimento médico e passou por exames que diagnosticaram um quadro de bradicardia, condição caracterizada pela diminuição da frequência cardíaca. Diante do diagnóstico, a equipe médica indicou a realização de um procedimento cardíaco preventivo, com a implantação de um marca-passo. A intervenção foi realizada no Hospital Aliança, em Salvador, e ocorreu sem intercorrências, conforme informou a assessoria. Ainda segundo o comunicado oficial, o senador apresenta boa evolução clínica e permanece em observação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Cardíaca, seguindo todos os protocolos médicos recomendados. “O senador encontra-se bem, clinicamente estável, em observação na UTI Cardíaca”, conclui a nota divulgada pela equipe do parlamentar.
O senador Otto Alencar (PSD) afirmou, nesta quinta-feira (8), que o Partido Social Democrático seguirá integrado ao projeto político do governador Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições de 2026, independentemente da composição final da chapa majoritária. A declaração foi dada durante entrevista, na qual o parlamentar reiterou o compromisso da legenda com a atual gestão estadual. Segundo Otto, a única indicação formal do PSD é o nome do senador Angelo Coronel (PSD), mas o apoio ao governo não está condicionado à presença do correligionário na chapa. De acordo com o senador, caso Angelo Coronel não seja escolhido para compor a chapa majoritária, o partido permanecerá na base aliada sem apresentar outro nome. Otto afirmou que a postura do PSD não se trata de pressão ou barganha política. Durante a entrevista, o senador também comentou declarações recentes de Angelo Coronel sobre não ter interesse em determinados cargos. Otto disse respeitar integralmente a posição do colega e destacou a relação de confiança, lealdade e amizade construída ao longo dos anos. O parlamentar afastou ainda qualquer possibilidade de aproximação do PSD com grupos de oposição ao governo baiano. Segundo ele, não há convergência política ou ideológica que justifique uma mudança de posicionamento da legenda no cenário estadual.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários avaliados por pesquisa divulgada nesta terça-feira, dia 16, pelo instituto Quaest. De acordo com o levantamento, o petista registra percentuais que variam entre 34% e 41%, conforme os adversários apresentados aos eleitores. Em todas as simulações, o senador Flávio Bolsonaro aparece na segunda colocação, consolidando-se como o principal nome da oposição nos cenários testados. Esta é a primeira pesquisa de abrangência nacional realizada após a retirada do ex-presidente Jair Bolsonaro das projeções eleitorais, com a inclusão do filho como pré-candidato. O estudo foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento testou nomes como os governadores Ratinho Júnior, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de outros pré-candidatos que aparecem com percentuais menores. Mesmo nos cenários mais amplos, com maior número de concorrentes, o presidente mantém a liderança, enquanto os votos da oposição se distribuem entre diferentes candidaturas. Os dados indicam que Lula segue com vantagem consistente na disputa de primeiro turno, enquanto a briga pela segunda colocação permanece concentrada entre os principais representantes da oposição.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (7) que sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026 pode ser retirada caso uma contrapartida seja apresentada. A declaração foi dada após participar de um culto evangélico em Brasília. Segundo o senador, sua continuidade na disputa está condicionada a um “preço”, que não detalhou naquele momento. Ele afirmou que pretende revelar o conteúdo da contrapartida posteriormente. Flávio Bolsonaro relacionou o tema ao debate sobre um projeto de anistia aos condenados pelo Supremo Tribunal Federal por participação na trama golpista, medida que poderia beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso. O parlamentar disse esperar que os presidentes da Câmara e do Senado cumpram o compromisso de pautar o tema ainda esta semana, defendendo que a proposta seja apreciada em plenário. A pré-candidatura do senador foi lançada dentro do movimento do PL para ocupar espaço no cenário eleitoral de 2026. A possibilidade de retirada, no entanto, passa a depender do avanço das negociações em torno da anistia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece novamente em primeiro lugar nas intenções de voto para um eventual segundo turno das eleições de 2026, segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6). O levantamento mostra o petista com 51%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 36%, mantendo uma diferença de 15 pontos percentuais. As entrevistas foram realizadas entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes de Flávio ser oficialmente colocado como possível nome do PL para a disputa. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais. Em relação ao último levantamento, de julho, Lula ampliou sua vantagem: na ocasião, o petista somava 48%, contra 37% do adversário. De acordo com o instituto, o peso do desgaste político da família Bolsonaro influencia no desempenho atual do senador. O Datafolha também testou outros cenários de segundo turno. Contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 47%, enquanto o governador paulista marca 42%. Em eventual disputa contra Ratinho Jr., o presidente teria 47% e o paranaense, 41%. Entre os integrantes da família Bolsonaro, o desempenho é ainda menor: Eduardo Bolsonaro alcança 35% ante 52% de Lula; Michelle Bolsonaro aparece com 39%, contra 50% do petista. O instituto ainda simulou um confronto direto entre Lula e Jair Bolsonaro, considerando o período anterior ao impedimento da possível candidatura do ex-presidente. Nesse recorte, Lula venceria por 49% a 40%, ampliando a diferença observada na pesquisa anterior, quando pontuava 47% contra 43%. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% em diversas combinações. Com Flávio Bolsonaro na disputa, o senador aparece com 18%, seguido por Ratinho Jr. (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Em outra simulação, com Michelle Bolsonaro, Lula mantém 41%, enquanto ela atinge 24%. Quando Tarcísio de Freitas é testado, o governador paulista chega a 23%, mas o presidente continua isolado na frente, com 41%. O Datafolha não acionou cenários envolvendo possíveis alianças e afirmou que novas pesquisas serão realizadas à medida que o cenário eleitoral avançar.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, negou na quinta-feira (27) que o senador Otto Alencar tenha decidido se lançar candidato ao governo do estado em 2026. A declaração foi feita durante entrevista coletiva, após a circulação de informações ao longo da semana indicando uma possível mudança na relação entre PT e PSD. Os rumores surgiram depois de reuniões internas do PSD em Brasília, nas quais Otto teria mostrado insatisfação caso a sigla não mantivesse a vaga ao Senado para a tentativa de reeleição de Ângelo Coronel. Segundo Jerônimo, porém, o senador não manifestou qualquer intenção de romper com o grupo político nem apresentou pretensão de concorrer ao Executivo estadual. O governador afirmou que recebeu as notícias com estranhamento e reafirmou confiança total no aliado, destacando que o episódio não altera o alinhamento entre ambos. Ele afirmou ainda que Otto continua sendo uma figura central na articulação política do governo e afastou a possibilidade de divisão dentro da base. Jerônimo também lembrou que o nome de Otto chegou a ser cogitado para concorrer ao governo em 2022, mas o senador recusou a proposta à época por não ter interesse na disputa. O governador reiterou que a construção para as eleições de 2026 seguirá conjunta e que as discussões sobre a composição da chapa majoritária não representam risco de ruptura.
O ex-deputado federal e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) Marcelo Nilo confirmou que será pré-candidato ao Senado na chapa liderada por ACM Neto (União Brasil) nas eleições de 2026. A informação foi divulgada nas redes sociais do próprio Nilo, que apareceu em foto ao lado do ex-ministro João Roma (PL), também pré-candidato ao Senado, dentro da mesma composição política. Marcelo Nilo afirmou que divergências mantidas no passado com o ex-senador Antônio Carlos Magalhães não influenciam sua relação com ACM Neto. Segundo ele, o alinhamento atual representa uma escolha coerente com seu posicionamento político. Com trajetória consolidada na política baiana e duas eleições consecutivas como o deputado estadual mais votado da Bahia, Nilo disse que pretende representar com prioridade o interior do estado caso seja eleito senador. Ele declarou que suas principais pautas para a região incluem saúde, educação, segurança pública, geração de emprego e renda e, de forma especial, políticas voltadas aos recursos hídricos. A chapa formada por ACM Neto para 2026 deve incluir João Roma e Marcelo Nilo como nomes concorrentes ao Senado, compondo um grupo que busca se fortalecer na disputa estadual.