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Um motorista de aplicativo foi encontrado morto na noite desta segunda-feira (11), na Via Periférica 1, na região do CIA-Aeroporto, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. A vítima foi identificada pelo pré-nome de Tiago. O corpo do trabalhador foi localizado com marcas de tiros em via pública. Segundo informações divulgadas pelo site Alô Juca, o motorista teria sido sequestrado por suspeitos ligados ao tráfico de drogas na Avenida Gal Costa, em Salvador, ainda durante a tarde desta segunda-feira. No entanto, essa versão ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades policiais. Equipes da Polícia Militar estiveram no local após a localização do corpo. O caso será investigado pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que deverá apurar a autoria e a motivação do assassinato. Até o momento, ninguém foi preso.
Um motorista por aplicativo foi resgatado por policiais civis, nesta sexta-feira (6), após ser sequestrado e torturado por traficantes, na cidade de Eunápolis, no extremo sul da Bahia. Ele estava com as mãos amarradas e apresentava sinais de tortura nas costas. Segundo a Polícia Civil (PC), a vítima foi abordada por pelo menos oito suspeitos, ao aceitar uma corrida, e, depois foi confundido com um informante, por ter conversas no celular com um policial militar. O sequestro começou na noite de quinta-feira (5) e só foi encerrado na manhã desta sexta, após uma denúncia. O homem, que não teve o nome divulgado, foi encontrado em uma área de mata, conhecida como “Boqueirão”. Conforme a polícia, ao perceberam a aproximação policial, os suspeitos chegaram a iniciar uma troca de tiros, mas fugiram em seguida. Pouco depois, um deles foi localizado e identificado pelo motorista por aplicativo. Na região, os policiais localizaram um acampamento improvisado utilizado pelos sequestradores, onde foram apreendidos objetos utilizados nas agressões. Entre eles, um pedaço de madeira com manchas de sangue e um facão.
O caminhoneiro Dener Laurito dos Santos, de 52 anos, confessou à Polícia Civil que forjou toda a história sobre ter sido amarrado a supostos explosivos dentro da cabine da carreta no Rodoanel Mário Covas, na Região Metropolitana de São Paulo. O depoimento foi prestado na tarde desta quarta-feira (19) na Delegacia de Taboão da Serra. A suposta ocorrência levou ao bloqueio total do Rodoanel por cerca de cinco horas, na altura do km 44, provocando 40 km de congestionamento e mobilizando equipes especializadas, entre elas o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE). De acordo com os investigadores, o caminhoneiro foi confrontado com inconsistências entre seu relato inicial e as evidências colhidas durante a investigação. Diante dos elementos apresentados, Dener admitiu que havia inventado o episódio. Segundo a apuração, ele montou um artefato falso utilizando materiais que já estavam na cabine: fio de fone de ouvido, fita crepe, papel alumínio, água e um pequeno tubo de gás utilizado para cozinhar. Ele mesmo se amarrou e posicionou o falso explosivo no veículo. Imagens de uma câmera de segurança reforçaram a farsa. O vídeo mostra o caminhoneiro descendo da carreta para urinar e, em seguida, jogando uma pedra contra o próprio caminhão para simular o início de um ataque. Um motorista que também aparece nas imagens relatou não ter visto qualquer ação criminosa no local, embora tenha afirmado que o caminhão chegou a fechar seu veículo antes de parar na pista. A Polícia Civil informou que o caso foi esclarecido após a análise conjunta de provas técnicas e contradições no depoimento inicial do caminhoneiro. Dener Laurito deve responder por falsa comunicação de crime e poderá ser responsabilizado pelos prejuízos causados à segurança pública e ao trânsito.
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