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A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia recebeu na última sexta-feira (20) e sábado (21) a primeira remessa de vacinas contra a influenza para a Campanha Nacional de Vacinação 2026, com um total de 1.336.000 doses. A distribuição para os municípios já foi iniciada, e o Dia D de mobilização nacional está marcado para o sábado (28). Ao longo da estratégia vacinal, o estado deve receber 6.022.574 doses. A chegada dos imunizantes ocorre em meio a um cenário de atenção na saúde pública. Dados do Serviço Estadual de Regulação indicam crescimento na demanda pediátrica relacionada à Síndrome Respiratória Aguda Grave. As solicitações de UTI pediátrica passaram de 55 na primeira semana de janeiro para 141 entre os dias (12) e (18) de março. No mesmo período, os pedidos de leitos de enfermaria pediátrica aumentaram de 44 para 102. De acordo com a secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, a vacinação é a principal forma de prevenção contra a doença e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes, além de aliviar a pressão sobre os serviços de saúde. O imunizante integra o calendário do Sistema Único de Saúde e é ofertado gratuitamente. Entre os municípios que receberam maior volume de doses nesta primeira remessa estão Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Porto Seguro e Camaçari. A campanha é direcionada a grupos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde e professores. Também estão incluídos povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, indivíduos com comorbidades ou deficiência permanente, além de profissionais de diversas áreas essenciais. A meta nacional é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários. A orientação é que os municípios concentrem esforços especialmente no primeiro mês da campanha, com ações em escolas, unidades de saúde e outros locais de grande circulação. A vacina influenza trivalente deste ano, produzida pelo Instituto Butantan, teve a composição atualizada conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde para o hemisfério sul e protege contra as cepas A/H1N1, A/H3N2 e B/Victoria.
As equipes de imunização de Livramento de Nossa Senhora iniciaram, no dia (11) de dezembro, a vacinação contra a bronquiolite em gestantes. A ação segue diretriz recente do Ministério da Saúde, que incorporou a vacina contra o vírus sincicial respiratório ao calendário do Sistema Único de Saúde. A imunização, que antes era disponibilizada apenas na rede privada, passou a ser oferecida gratuitamente para gestantes a partir de (28) semanas de gestação. A medida tem como objetivo proteger os bebês contra bronquiolite e bronquite, doenças respiratórias que estão entre as principais causas de internação e morte infantil. A vacina é aplicada durante a gestação para que os anticorpos sejam transferidos ao bebê, garantindo proteção nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade às infecções respiratórias. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, as (14) Unidades Básicas de Saúde do município já estão abastecidas com as doses e prontas para atender as gestantes. A orientação é que as futuras mães procurem a unidade de saúde mais próxima para obter informações e garantir a imunização.
O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (25) a aquisição de 1,8 milhão de doses da vacina contra o vírus sincicial respiratório, agente que responde pela maior parte dos casos de bronquiolite em recém-nascidos. O primeiro lote, com 673 mil unidades, será distribuído aos estados ainda nesta semana, permitindo o início imediato da vacinação pelas redes estaduais e municipais ao longo de dezembro. O investimento previsto para esta etapa é de R$ 1,17 bilhão. O imunizante passa a integrar o Calendário Nacional de Vacinação da Gestante e será aplicado a partir da 28ª semana de gravidez. A estratégia tem como objetivo proteger bebês com menos de seis meses, faixa etária mais suscetível às complicações. A meta inicial do governo é alcançar ao menos 80% do público previsto. Além das doses adquiridas para este ano, o Ministério da Saúde planeja comprar outras 4,2 milhões até 2027. A inclusão da vacina no Sistema Único de Saúde só foi possível após acordo firmado entre o Instituto Butantan e o laboratório responsável, que prevê a transferência de tecnologia para produção nacional. Com a fabricação no Brasil, o governo afirma que o acesso ao imunizante será ampliado e menos dependente da importação. Na rede privada, o produto pode custar até R$ 1,5 mil. A orientação da pasta é que todas as gestantes elegíveis sejam chamadas para imunização ainda em dezembro, garantindo a transmissão de anticorpos ao bebê durante a gestação. O vírus sincicial respiratório é apontado como responsável por cerca de três quartos dos casos de bronquiolite e por aproximadamente 40% das pneumonias em crianças com menos de dois anos. De janeiro até 15 de novembro de 2025, o Brasil registrou 43,1 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave associados ao VSR. Desses, mais de 35,5 mil levaram crianças menores de dois anos a internações, representando cerca de 82% das notificações no período.
Começou nesta segunda-feira (7) a campanha nacional de vacinação contra a influenza, organizada pelo Ministério da Saúde com o objetivo de imunizar 90% dos grupos prioritários. Entre os públicos-alvo estão crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos, gestantes, trabalhadores da saúde, puérperas, professores, povos indígenas, pessoas em situação de rua e profissionais das forças de segurança e das Forças Armadas. Caminhoneiros, trabalhadores portuários e do transporte coletivo, além da população privada de liberdade e adolescentes sob medidas socioeducativas, também estão incluídos. O imunizante trivalente distribuído na rede pública protege contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B do vírus influenza, reduzindo entre 60% e 70% os casos graves e óbitos provocados pela doença. Para a campanha deste ano, o Ministério da Saúde adquiriu um total de 73,6 milhões de doses, das quais 67,6 milhões serão distribuídas no primeiro semestre para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. No segundo semestre, outras 5,9 milhões serão enviadas à região Norte durante o chamado "Inverno Amazônico", período de maior circulação viral na região. A vacina é segura e pode ser administrada junto a outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Está contraindicada apenas para crianças menores de seis meses e pessoas com histórico de anafilaxia grave após doses anteriores. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a meta é garantir ampla cobertura vacinal para proteger os grupos mais vulneráveis e reforçar o sistema imunológico da população brasileira contra os vírus respiratórios que circulam intensamente nesta época do ano.
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