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Uma ação conjunta da Polícia Civil da Bahia e da Vigilância Sanitária do município de Carinhanha resultou, na terça-feira (3), na incineração de uma grande quantidade de drogas apreendidas recentemente na cidade. O material destruído havia sido recolhido em operações policiais realizadas na região e teve a incineração autorizada por decisão judicial. O procedimento ocorreu em local apropriado, com acompanhamento das equipes responsáveis, seguindo critérios técnicos e protocolos de segurança. As autoridades informaram que a ação também respeitou normas ambientais e sanitárias, garantindo que o processo fosse realizado sem riscos à saúde pública ou ao meio ambiente. De acordo com os órgãos envolvidos, a medida integra as ações permanentes de enfrentamento ao tráfico de drogas no município e destaca a atuação conjunta entre instituições responsáveis pela segurança pública e pela fiscalização sanitária.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira (21), a comercialização, fabricação, distribuição, importação, divulgação e o uso de medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de produtos que contenham retatrutida, de todas as marcas e lotes. Conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”, os itens vinham sendo comercializados principalmente por meio de redes sociais, como o Instagram. Segundo a Anvisa, os produtos são fabricados por empresas desconhecidas e não possuem registro, notificação ou cadastro junto ao órgão regulador, o que torna a comercialização irregular em todo o território nacional. Em nota, a agência alertou que, por se tratarem de medicamentos de origem incerta, não há garantia quanto à composição, qualidade, eficácia ou segurança. Por esse motivo, a Anvisa afirmou que os produtos não devem ser utilizados “em nenhuma hipótese”. “A ausência de controle sanitário impede qualquer confirmação sobre o que, de fato, está sendo aplicado no organismo do consumidor”, destacou o órgão. A resolução que determina a proibição foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor. O descumprimento da medida pode gerar sanções administrativas, incluindo multas e apreensão dos produtos, além de responsabilização civil e criminal dos envolvidos. A Anvisa reforça que medicamentos devem ser adquiridos apenas em estabelecimentos regularizados e com prescrição médica, quando exigida, e orienta a população a denunciar a venda de produtos irregulares pelos canais oficiais do órgão.
A Vigilância Sanitária interditou um restaurante localizado na Avenida Getúlio Vargas, em Feira de Santana, na terça-feira (23), após identificar uma série de irregularidades que comprometiam o funcionamento do estabelecimento. A ação foi realizada pelo órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana. De acordo com a chefe da Vigilância Sanitária, Thaís Marques, a fiscalização foi desencadeada a partir de uma denúncia anônima que apontava condições inadequadas de higiene no local. Durante a vistoria, os técnicos constataram que as irregularidades relatadas procediam. Entre os problemas encontrados estavam o funcionamento do restaurante sem alvará sanitário, falhas no armazenamento de alimentos, descarte inadequado de restos alimentares, além de deficiências estruturais e de higiene que representavam risco à saúde dos consumidores. Diante das constatações, o estabelecimento foi imediatamente interditado e permanecerá fechado até que todas as exigências previstas na legislação sanitária sejam integralmente cumpridas. Segundo a Vigilância Sanitária, a medida tem caráter preventivo e busca assegurar a proteção da saúde pública e a segurança alimentar da população.
A Coordenação de Vigilância Sanitária e Ambiental (Visa) interditou imediatamente uma farmácia de manipulação em Vitória da Conquista após identificar diversas irregularidades sanitárias, incluindo o uso e o armazenamento de matérias-primas com prazo de validade vencido e ausência de alvará vigente. A inspeção ocorreu na última terça-feira (18) durante uma vistoria de rotina. A fiscalização tinha inicialmente o objetivo de verificar as condições gerais do estabelecimento e notificar o vencimento do alvará sanitário. No entanto, a equipe constatou falhas mais graves nos processos internos, que representam risco direto à saúde pública. Entre as irregularidades documentadas estão matérias-primas vencidas em uso ou disponíveis para manipulação, armazenamento inadequado de itens sensíveis à temperatura e falhas no controle térmico. A geladeira destinada a produtos termolábeis estava com o termômetro sem funcionamento, sem calibração e sem registros de temperatura, prejudicando a segurança dos insumos. A balança analítica também não apresentava evidências de calibração, comprometendo a precisão das pesagens. Nos laboratórios de sólidos e semissólidos foram encontradas substâncias vencidas e equipamentos sem controle adequado. As falhas configuram violação à Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 67/2007, que regulamenta as Boas Práticas de Manipulação em Farmácias, além de outras normas sanitárias. Diante do cenário, a Visa determinou a interdição imediata dos laboratórios e de toda a área de produção. Apenas a recepção foi autorizada a permanecer em funcionamento. A interdição permanecerá vigente até que a empresa comprove documentalmente a correção de todas as irregularidades e se adeque às exigências legais. O órgão também abriu processo de autuação administrativa.
A Coordenação de Vigilância Sanitária e Ambiental (Visa) iniciou, na quinta-feira (23), uma força-tarefa de fiscalização em padarias e panificadoras de Vitória da Conquista, após o aumento no número de denúncias sobre irregularidades e em razão da alta concentração de estabelecimentos do setor no município. De acordo com o órgão, 15 padarias foram inspecionadas até o momento. Destas, seis foram parcialmente interditadas e uma totalmente interditada por falta de condições adequadas de funcionamento.
Durante a operação, foram emitidas 15 notificações e apreendidos cerca de 11 mil pães, além de outros produtos considerados impróprios para consumo. O coordenador da Visa, Maico Mares, informou que muitos locais apresentavam problemas estruturais e de higiene, comprometendo a qualidade dos alimentos. “Os resultados iniciais foram preocupantes. É essencial que os empreendedores cumpram as normas sanitárias e que os consumidores também façam sua parte, fiscalizando e denunciando irregularidades”, destacou. Nos últimos meses, a Vigilância Sanitária de Vitória da Conquista já apreendeu e inutilizou mais de 5 mil quilos de alimentos vencidos ou deteriorados.
As ações seguem de forma contínua, com o objetivo de garantir alimentos seguros e de qualidade à população.
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