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Alexandre de Moraes, novo ministro do Supremo Tribunal Federal, pode mudar o debate jurídico que há no País hoje a respeito de bloqueios judiciais de aplicativos. Durante sua sabatina, realizada no início desta semana no Senado Federal, Moraes defendeu que aplicativos como o WhatsApp possam ser bloqueados no território nacional, caso não colaborem com a Justiça. Moraes disse que "a empresa dona do aplicativo não dá nenhum apoio às investigações criminais", e que encaminhou, no Ministério da Justiça, uma proposta para obrigar a empresa responsável pelo aplicativo a ter sede no Brasil. Segundo o magistrado, isso poderia acontecer por meio de uma mudança no Marco Civil da Internet.
"Essa é uma questão que o Congresso Nacional deve analisar, porque é importantíssima, do Whatsapp e da comunicação. Porque não se trata só da comunicação de mensagem, mas se trata da utilização por organizações criminosas da ligação pelo Whatsapp", disse Moraes. No entanto, é importante lembrar que o Marco Civil já tem uma regra que permite que o WhatsApp possa ser acionado na Justiça brasileira - no artigo 11, a lei define que pode ser aplicada para empresa que atue no exterior, mas tenha uma integrante do mesmo grupo econômico no Brasil. Uma interpretação possível no caso do WhatsApp, que foi comprado pelo Facebook em 2014 - este último, por sua vez, possui escritório no Brasil. Em entrevistas recentes, Brian Acton, cofundador do WhatsApp, disse que não tem planos para abrir uma sede da empresa no Brasil. Segundo ele, é mais fácil administrar a companhia diretamente dos Estados Unidos.
A verificação em duas etapas para o WhatsApp já está disponível para todos os usuários. Com ela, é possível colocar uma senha no aplicativo que servirá como uma camada extra de segurança quando a pessoa for cadastrar o WhatsApp em novos aparelhos. Além disso, periodicamente o app pede que o usuário insira a senha, em uma rotina de segurança. Para quem tem medo de esquecer a senha e acabar "trancado" fora do seu WhatsApp, é possível cadastrar também um email. Caso o usuário esqueça os números, pode inserir o email e receberá uma mensagem com os procedimentos necessários para redefinir a senha. Quem preferir, pode não inserir nenhum email, mas nesse caso, se esquecer a senha, deve ficar sem acesso à conta. A função já está disponível nas versões para iPhone, Android e Windows Phone. É bom lembrar que o recurso é opcional. Quem estiver com a última versão do app, deve ir até Configurações > Conta > Verificação em Duas Etapas > Ativar.
Veja algumas dicas para manter seu WhatsApp mais seguro:
*Duas etapas: A verificação apresentada no texto acima é a última novidade de segurança do WhatsApp. Como a senha criada não é enviada por mensagem de SMS, caso o SIM do celular seja clonado não será possível habilitar uma nova conta somente com o número do aparelho e o código de confirmação que o app envia.
*App atualizado: Além de novidades, as atualizações trazem também correções de seguranças que são disponibilizadas periodicamente. Muitas vezes você pode nem perceber, mas é importante manter o app em sua última versão para evitar ataques.
*Celular com senha: Quando perdemos ou temos o celular roubado, uma preocupação grande deve ser, além da perda material, o vazamento de informações. O bloqueio de tela com senha ou PIN é importante para evitar que o bandido tenha acesso direto de maneira rápida aos seus dados.
*Desconfie de mensagens e correntes: "Reenvie para x amigos para desbloquear função tal" tem se tornado um meio comum de atrair pessoas para golpes. O WhatsApp não tem intenção de cobrar pelo serviço, não há opção para desbloquear mais cores no aplicativo e nem algo do tipo. Desconfie de mensagens que ofereçam algo diferente para você.
O WhatsApp, que pertence ao Facebook, liberou nesta quinta-feira (9) um recurso que promete aumentar a segurança no aplicativo. A autenticação de duas etapas permite que os usuários criem uma senha de seis dígitos para proteger suas conversas e outras informações pessoais. A novidade surge no ato do primeiro login, quando você configura o WhatsApp em um novo aparelho. A autenticação de duas etapas já é utilizada por aplicativos bancários e até serviços de e-mail. O recurso permite que o usuário personalize uma senha de seis dígitos para garantir que sua conta pessoal não seja utilizada em nenhum outro dispositivo. Uma vez feito isso, a função estará ativa para o número de telefone. Além do código, o usuário terá que fornecer um endereço de e-mail que será usado para redefinir sua senha caso a esqueça. "Assim você não corre o risco de ficar sem acesso a sua conta caso se esqueça de seu código de acesso", explica o WhatsApp. Quem não quiser ativar a autenticação em dois fatores não será obrigado a isso. Aqueles que ativarem o recurso de segurança serão solicitados a inserir o código periodicamente, explica o WhatsApp. Para usar a função, você precisa ir às configurações de conta do aplicativo e ativá-la manualmente.
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