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A Bahia está entre os 18 estados brasileiros incluídos em alerta de perigo por chuvas intensas e tempestades emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso é válido até as 10h desta quinta-feira (19). Segundo o órgão meteorológico, o volume de precipitação pode atingir até 100 milímetros por dia, acompanhado de ventos que podem superar os 100 km/h. As condições elevam o risco de transtornos como alagamentos, quedas de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica. Além da Bahia, também estão sob alerta os estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Mato Grosso, Pará, Amapá, Ceará, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins. O Inmet orienta que a população acompanhe as atualizações oficiais e adote medidas preventivas em caso de ocorrência de tempestades.
A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou nesta terça-feira (23) que o ano de 2026 começará sem cobrança adicional na conta de energia elétrica para os consumidores. Em janeiro, será aplicada a bandeira tarifária verde, o que significa ausência de acréscimos sobre o valor da tarifa básica. Segundo a agência reguladora, apesar de o período chuvoso ter começado com volumes abaixo da média histórica, os meses de novembro e dezembro registraram, de forma geral, manutenção das chuvas e dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas em todo o país. O cenário permitiu maior equilíbrio entre oferta e demanda de energia. De acordo com a Aneel, em janeiro não será necessário acionar as usinas termelétricas na mesma intensidade observada em meses anteriores. A redução do despacho dessas unidades evita a cobrança de custos adicionais repassados aos consumidores por meio do sistema de bandeiras tarifárias. Em dezembro, a agência já havia reduzido a bandeira tarifária do patamar vermelho 1 para o amarelo. Com a mudança, o valor adicional caiu de R$ 4,46 para R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora consumidos, preparando o caminho para a adoção da bandeira verde no início do próximo ano. O Ministério de Minas e Energia destacou que a bandeira verde reflete um cenário de maior segurança energética, no qual não há necessidade de acionamento intensivo das termelétricas. Essas usinas apresentam custo de geração mais elevado e utilizam combustíveis fósseis, que contribuem para a emissão de gases de efeito estufa. A pasta lembrou ainda que, apesar do crescimento das fontes renováveis como solar e eólica na matriz elétrica brasileira, a geração hidrelétrica continua sendo a base do sistema. A produção depende diretamente do regime de chuvas nas principais bacias hidrográficas, fator determinante para o equilíbrio do setor. Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias indica os custos variáveis da geração de energia no Sistema Interligado Nacional. Quando a bandeira é verde, não há cobrança adicional. Já nas bandeiras amarela ou vermelha, a conta de luz sofre acréscimos proporcionais ao consumo de energia.
Mais de dois mil agricultores familiares do município de Tanhaçu, no Sudoeste da Bahia, foram contemplados com o pagamento do Garantia Safra, programa do Governo Federal que assegura apoio financeiro aos produtores rurais quando a colheita é comprometida por fatores climáticos, como a seca prolongada ou o excesso de chuvas. O benefício representa um importante reforço na renda das famílias que dependem diretamente da agricultura para sua subsistência, especialmente em um cenário de instabilidade climática que afeta a produção no semiárido baiano. Para o prefeito Valdemir Gondim, a iniciativa vai além do auxílio financeiro. “Cuidar de quem vive do campo é garantir dignidade. O Garantia Safra é fundamental para assegurar que o agricultor tenha condições de enfrentar as dificuldades e manter sua família”, destacou o gestor municipal. O programa é resultado de uma parceria entre os governos federal, estadual e municipal, e tem como objetivo reduzir os impactos econômicos das perdas agrícolas, contribuindo para a permanência do homem e da mulher no campo e para o fortalecimento da agricultura familiar.
A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou na sexta-feira (28) a substituição do primeiro patamar da bandeira vermelha pela bandeira amarela nas contas de energia. Com a mudança, a cobrança extra passa de 4,46 reais para 1,885 real a cada 100 kWh consumidos. O órgão informou que a previsão de maior volume de chuvas em dezembro, em comparação ao mês anterior, permitiu o recuo no sistema de bandeiras. Mesmo assim, a expectativa é de precipitações abaixo da média histórica para este período. Segundo a agência, as condições de geração estão um pouco mais favoráveis, mas ainda exigem o uso de termelétricas para complementar a oferta, especialmente nos horários de maior demanda e no período noturno, quando a produção solar é interrompida. O cenário atual apresenta momentos de sobra de energia renovável ao longo do dia e necessidade de desligamento temporário de parte da geração solar, enquanto em outros horários há déficit e maior dependência de fontes fósseis. Nos meses de setembro e outubro, a bandeira vermelha contribuiu para pressionar a inflação, mesmo com a queda registrada nos preços dos alimentos.
A Barragem de Ceraíma, em Guanambi, no sudoeste da Bahia, enfrenta um cenário de alerta devido ao baixo volume de água acumulado. O reservatório, que abastece o perímetro irrigado da região, está operando com cerca de 30% da capacidade e já provocou queda significativa na produção agrícola. De acordo com o presidente da Cooperativa dos Agricultores de Ceraíma, Marco Antônio Fraga, as chuvas registradas nas últimas semanas não foram suficientes para elevar o nível do reservatório. Ele estima que aproximadamente 40% da safra já foi perdida e considera que a situação pode se agravar caso não haja recuperação hídrica nos próximos meses. O dirigente também questiona a captação de água pela Embasa, afirmando que a Adutora do Algodão poderia ser utilizada como alternativa de abastecimento. No perímetro irrigado, produtores vêm reduzindo drasticamente a utilização da água, medida que tem refletido diretamente na diminuição da oferta de frutas e hortaliças. Caso o ritmo atual de queda no volume se mantenha, a previsão é de que a barragem alcance o volume morto até junho de 2026, o que impediria a continuidade da irrigação. A produção agrícola local abastece mais de 27 municípios da região, o que amplia a preocupação com os efeitos econômicos e sociais decorrentes da crise hídrica.
O governador Jerônimo Rodrigues esteve no município de Sítio do Mato, no Oeste baiano, na tarde deste sábado (22), para acompanhar os danos causados pelas fortes chuvas que atingem a região, já reconhecida em situação de emergência. A visita teve como objetivo alinhar ações emergenciais e garantir apoio imediato às famílias afetadas. Ele esteve acompanhado do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, coronel Aloísio Fernandes, do superintendente da Defesa Civil estadual, Osny Santos, da secretária da Saúde, Roberta Santana, e de outras autoridades. As chuvas intensas registradas na noite de sexta-feira (21) provocaram alagamentos próximos ao mercado municipal, especialmente nas imediações da Rua das Flores e da Travessa das Flores. Técnicos da Embasa instalaram uma bomba hidráulica para acelerar o escoamento da água acumulada, medida considerada fundamental para reduzir riscos e iniciar a recuperação da área. Durante a visita, Jerônimo Rodrigues afirmou que o Estado vai atuar para garantir intervenções rápidas na infraestrutura urbana e prestar suporte às famílias que tiveram as casas atingidas. O governador também destacou que a Secretaria da Saúde prepara ações para reforçar o atendimento no Hospital Municipal e nas Unidades Básicas de Saúde, além de apoiar demandas locais relacionadas a creches e estradas vicinais. Equipes do Corpo de Bombeiros seguem atuando tanto na sede do município quanto na comunidade da Gameleira, onde é realizada uma avaliação de risco solicitada pelos moradores. O objetivo é identificar possíveis ameaças e garantir a segurança da população diante do volume de chuvas registrado. Além de Sítio do Mato, outras cidades baianas seguem recebendo suporte do Governo do Estado. Em Araci, famílias vulneráveis começaram a receber kits de higiene, limpeza e colchões enviados pela Defesa Civil estadual na manhã deste sábado. Os municípios de Wagner, Mutuípe e Lauro de Freitas também decretaram situação de emergência entre os dias 19 e 21 de novembro após registrarem alagamentos e transtornos causados pelo mau tempo.
Os municípios de Araci, Mutuípe e Sítio do Mato decretaram Situação de Emergência após os impactos provocados pelas fortes chuvas que atingem diversas regiões da Bahia. Em resposta, o Governo do Estado intensificou o monitoramento e as ações de apoio às prefeituras, com equipes da Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia, do Corpo de Bombeiros Militar e da Secretaria da Saúde mobilizadas desde a noite de quinta-feira (20). O governador Jerônimo Rodrigues informou que tem mantido contato direto com gestores municipais para acompanhar as medidas necessárias. Desde a emissão do alerta para 344 municípios com previsão de chuva intensa, a Defesa Civil estadual segue em monitoramento contínuo, reunindo informações de todas as regiões sobre áreas alagadas, acumulados de chuva e danos às estruturas. Diversas cidades registraram alagamentos e enxurradas, entre elas Mairi, Amargosa, Uibaí, Ruy Barbosa, Irecê, Gandu, Barra do Mendes, Santa Maria da Vitória, Riacho de Santana, Nordestina e Cansanção. Em Araci, 895 moradores tiveram de deixar suas casas. O município receberá ajuda humanitária estadual neste sábado (22). Em Wagner, foram contabilizados 240 milímetros de chuva em seis horas, causando desabrigados e alagamentos. Em Macaúbas, sete pessoas deixaram suas residências após uma precipitação intensa. Outros municípios também relataram ocorrências significativas. Em Rodelas, chuvas de 69 milímetros comprometeram estradas rurais. Em Sítio do Mato, a Praça da Feira ficou tomada pela água, e moradores precisaram ser deslocados. Em Cícero Dantas, foi identificado risco de desabamento de uma residência, enquanto Mutuípe registrou agravamento de pontos de alagamento. Equipes foram encaminhadas ainda para Lauro de Freitas, que também sofreu com temporais. Na BA-575, entre Santana e Porto Novo, o volume de água ultrapassou a pista, interrompendo a circulação de veículos. A Secretaria de Infraestrutura aguarda a redução da água para avaliar os danos e iniciar os reparos. Órgãos estaduais permanecem em contato com as prefeituras de Caetité, Coronel João Sá, Serrinha, Ubaíra, Canarana, Miguel Calmon, Monte Santo, Capim Grosso, Palma de Monte Alto, Taperoá, Campo Formoso, Central e Paulo Afonso para atualização dos impactos. O Governo do Estado iniciou o envio de alertas de chuva pelo WhatsApp nesta sexta-feira (21), com orientações oficiais da Defesa Civil. O primeiro disparo alcançou cerca de 3 milhões de moradores. Para receber os avisos, é necessário manter o cadastro atualizado no portal ba.gov.br ou no aplicativo oficial. As mensagens são enviadas exclusivamente pelo número (71) 4020-5353.
O trecho da BR-116 que havia sido interditado após a formação de uma cratera em decorrência das fortes chuvas foi totalmente liberado neste sábado (22). A recuperação emergencial foi concluída pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), permitindo a retomada do tráfego no local. A área afetada fica próxima ao povoado de Tracupá, em Tucano, no norte da Bahia, e estava bloqueada desde a manhã de sexta-feira (21). Segundo o Dnit, o volume de água registrado na região provocou o arraste de sedimentos que comprometeram o funcionamento do bueiro existente. O acúmulo impediu a passagem da água e ocasionou o rompimento do aterro no km 296. Durante o período de interdição, a Polícia Rodoviária Federal orientou motoristas a utilizarem rotas alternativas, entre elas a BA-233, a BA-084 e trechos das BRs 110 e 410. Com a conclusão dos reparos, o fluxo foi restabelecido e a rodovia segue monitorada pelas equipes responsáveis.
O governador Jerônimo Rodrigues determinou a intensificação das ações do Governo do Estado para garantir assistência imediata aos municípios atingidos pelas fortes chuvas na Bahia, apoiando as gestões municipais e executando medidas emergenciais voltadas à proteção e assistência à população. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estão mobilizados para atender às ocorrências e apoiar os municípios que precisem. A Secretaria de Saúde já está acompanhando a situação e pronta para responder às novas demandas. A Secretaria de Infraestrutura coopera com o trabalho de restabelecimento da energia onde houve interrupção no fornecimento. Entre as prioridades estão o reforço das equipes de assistência social, o envio de maquinário para desobstrução de vias e o apoio às famílias desalojadas. Jerônimo destacou o apoio e acompanhamento aos municípios de Araci, Feira de Santana e Valença e, além da capital baiana. Segundo o governador, a integração entre Estado e prefeituras é fundamental para agilizar respostas e garantir que os recursos cheguem rapidamente às áreas mais vulneráveis. Equipes do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e da Secretaria de Meio Ambiente seguem no monitoramento ambiental, acompanhando os impactos das chuvas. As escolas estaduais permanecem de plantão para oferecer apoio quando necessário. O governador afirmou ainda que as equipes técnicas permanecem de prontidão e que novas ações serão definidas conforme as condições climáticas evoluam. Jerônimo também reforçou a importância de a população seguir as orientações da Defesa Civil e ficar atenta a novos alertas. Em caso de emergência, também acionar o Corpo de Bombeiros, ligando para 193. Nas localidades afetadas por fortes chuvas, a população deve ter atenção redobrada, evitando áreas alagadas e pontos de enxurrada; não se abrigando debaixo de árvores, redobrando a atenção ao dirigir e acompanhando os alertas oficiais da Defesa Civil do município.
Parte do telhado do Hospital Municipal de Castro Alves foi arrancada pelo vento durante a forte ventania que atingiu o município na tarde desta quinta-feira (20). O temporal, acompanhado de chuvas intensas, causou preocupação entre moradores e provocou danos em diversos pontos da cidade. Relatos indicam que as rajadas atingiram a estrutura da unidade de saúde e acabaram desprendendo parte da cobertura, que foi lançada a metros de distância. Apesar dos danos, não há registro de pessoas feridas. Equipes da Prefeitura foram acionadas para realizar a avaliação dos estragos e iniciar ações emergenciais de reparo. A região tem enfrentado episódios de chuva forte ao longo dos últimos dias, situação que mantém algumas áreas em estado de atenção devido ao risco de novos transtornos.
As projeções meteorológicas realizadas pela Climatempo apontam que o feriadão da Consciência Negra, que tem início na quinta-feira (20) e irá até o domingo (23), deverá ser de fortes chuvas em diversas localidades da Bahia. Diante deste cenário, a Neoenergia Coelba estará com o efetivo de profissionais em campo e no Centro de Operações Integradas reforçado para monitorar o sistema elétrico em tempo real e atender as ocorrências com agilidade e segurança. De acordo com a Climatempo, o litoral baiano e as regiões Centro, Sudoeste, Centro Oeste e Oeste devem ser as mais atingidas pelos temporais. O acumulado de chuvas pode superar os 100 milímetros e os ventos podem atingir 60 km/h. As adversidades provocam danos severos à rede elétrica, com a queda de árvores de grande porte e objetos na fiação. Além disso, vias alagadas e obstruídas dificultam o deslocamento às ocorrências. Se antecipando ao cenário adverso, a Neoenergia Coelba estará com a quantidade de eletricistas reforçada durante todo o feriado, especialmente nos locais em que o cenário tende a ser mais crítico, como no Litoral Norte, Salvador, Vitória da Conquista e Extremo Oeste. A distribuidora também conta com tecnologias de automação que permitem a recomposição remota do fornecimento de energia de forma rápida e, em muitos casos, automática - reduzindo a necessidade de deslocamento de equipes. O plano da distribuidora inclui ainda a priorização de atendimentos a serviços essenciais, como hospitais, escolas, unidades de segurança pública e clientes que dependem de equipamentos elétricos para sobrevivência.