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O reggae perdeu um de seus maiores representantes nesta segunda-feira (24). O cantor, compositor e ator jamaicano Jimmy Cliff morreu aos 81 anos. Considerado uma das figuras centrais da música jamaicana, ele ganhou projeção ainda jovem e se tornou um dos principais responsáveis por levar o reggae ao cenário internacional. Nascido na Jamaica, o artista começou a cantar na adolescência e se destacou pela voz marcante e pela forma como incorporava elementos da cultura de seu país em suas composições. Ao longo da carreira, consolidou-se como um dos nomes mais influentes do gênero, reunindo sucessos que atravessaram gerações. Entre seus trabalhos mais reconhecidos está o filme The Harder They Come, lançado em 1972, no qual atuou e interpretou músicas que ampliaram o alcance do reggae no exterior. O projeto se tornou um marco cultural ao apresentar a música jamaicana para públicos de diversos países. O artista lançou álbuns e canções que se tornaram referências no reggae, entre elas Reggae Night e Many Rivers to Cross, que seguem entre as mais lembradas por fãs e músicos do gênero. Sua discografia inclui trabalhos de destaque, como o álbum The Power and the Glory. A morte foi confirmada pela esposa do cantor, Latifa, que informou que ele sofreu uma convulsão seguida de pneumonia. A família destacou o reconhecimento do artista e o vínculo que manteve com o público ao longo de décadas de carreira, marcado por apresentações, gravações e contribuições para a cultura jamaicana.
A banda Calcinha Preta divulgou, na noite desta sexta-feira (21), que Mika Rodrigues e Marlus Viana passam a integrar oficialmente o grupo. A chegada dos dois artistas ocorre após a saída de Silvânia Aquino, que deixou a formação no dia 10 e posteriormente assinou com a produtora do cantor Wesley Safadão. O anúncio foi feito pelas redes sociais da banda. Com as mudanças, Mika e Marlus se unem a Daniel Diau, Bell Oliver e O’hara Ravick na nova formação dos vocais. O grupo sergipano, com mais de duas décadas de trajetória, segue reconhecido por seu estilo romântico e por versões de clássicos internacionais adaptados ao forró, além de sucessos que marcaram época. A banda acumula dezenas de álbuns, DVDs e projetos audiovisuais, além de participações em trilhas sonoras de novelas. A previsão é de que os novos integrantes subam ao palco já nesta sexta-feira, em uma apresentação em São Paulo. A direção do grupo informou que todos os compromissos da agenda seguem confirmados. Após deixar a banda, Silvânia informou que sua saída ocorreu por questões contratuais. Ela agora trabalha em um novo projeto musical ao lado de Berg Rabelo, intitulado “Duas Paixões”, cuja estreia ainda não tem data definida.
A cidade histórica de Rio de Contas celebra, a partir do dia 27 de novembro, seus 302 anos com uma programação cultural que reúne cortejo, feira literária e atrações musicais. As atividades seguem até o dia 29 e contam com apoio do Governo da Bahia. As comemorações começam na quarta-feira (27), aniversário do município, com um cortejo cultural pelas ruas da cidade e apresentações musicais de Vitor Fernandes e Papazoni. Nos dias 28 e 29 acontece a primeira edição da FLIRCONTAS, Feira Literária de Rio de Contas. A programação inclui bate-papos com escritores convidados. No dia 28, o encontro será com a autora Ryane Leão. Já no dia 29, o escritor, professor e ex-deputado federal Jean Wyllys participa das atividades literárias. A parte musical inclui shows de Carlinhos Brown, Banda 4Ns, Quintas do Samba e outras atrações no dia 28. No dia 29, o palco recebe Afrosamba, Yaya Massemba, Olodum e a participação especial do cantor Del Feliz. A agenda, divulgada pela Prefeitura de Rio de Contas, reforça o caráter cultural dos festejos, reunindo música, literatura e manifestações artísticas para marcar o aniversário da cidade.
Toca uma música antiga no rádio e, de repente, você se vê cantando junto. Já passou por isso? Mesmo sem nem lembrar que a canção existia, de alguma forma ela estava lá, armazenada na sua cabeça. Há alguns anos, cientistas do Instituto Max Planck de Neurociência e da Cognição Humana, em Leipzig, na Alemanha, se questionaram por que pacientes com Alzheimer conseguiam se lembrar de melodias ou apresentar fortes emoções ao ouvir canções que marcaram suas vidas. Foi quando eles descobriram que a música fica armazenada em uma parte diferente do cérebro da que guarda a maior parte das nossas memórias. O documentário "Alive Inside" mostra isso na prática. Um dos pacientes com Alzheimer retratados no filme começa a responder sobre seu passado com lucidez logo após ouvir uma música. Custódio Michailowsky, neurologista do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, explica que o uso da musicoterapia no tratamento de pacientes com Alzheimer está bem estabelecido.
"Ela pode trazer memórias passadas e retardar o processo de degeneração", explica. Além disso, a música ainda pode ajudar na socialização do paciente. "Se a pessoa se isola, isso vira uma bola de neve. A música traz emoção, traz motivação para a pessoa. Além de fazer dançar, se mexer", afirma Michailowsky. Portanto, pode-se dizer que ela estimula até a atividade física. Mesmo quem não tem Alzheimer pode se beneficiar muito com o conhecimento musical. "É importante a ativação das atividades artísticas. Através da educação artística, o cérebro se desenvolve mais rapidamente. Pode ser pela música, escultura, desenho...", defende o especialista. "Pessoas que têm a habilidade de ouvir uma música e tocá-la ou identificar as notas têm o lobo temporal esquerdo melhor desenvolvido", explica. A música "exercita" diversas partes do cérebro ao mesmo tempo, o que ajuda a prevenir o Alzheimer. "Acredita-se que a única forma de nos comunicarmos com uma civilização de fora da Terra, se encontrarmos uma, é pela música", relata, ainda Michailowsky, já que as notas musicais transmitem sensações sem precisar de palavras. "A música é muito importante. É umas das coisas que mais provocam excitação do cérebro. Além dos circuitos, há liberação de substâncias, como a serotonina e até algumas análogas da morfina", finaliza o neurologista.
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