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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, uma medida provisória que autoriza a destinação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para entidades hospitalares filantrópicas, instituições que atuam com pessoas com deficiência e organizações sem fins lucrativos que participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi feito durante visita às Obras Sociais Irmã Dulce, na Bahia, ocasião em que também foram assinados outros três atos voltados ao repasse de recursos para a área da saúde. A expectativa do governo federal é de que a medida possibilite a liberação de R$ 4 bilhões em 2026 para essas entidades, sem impacto nos recursos já destinados à habitação, saneamento e infraestrutura. O uso do FGTS para operações de crédito destinadas a instituições filantrópicas da saúde já havia sido autorizado entre 2019 e 2022. Com a nova medida provisória, a possibilidade foi restabelecida até 2030, permitindo que bancos públicos ofereçam financiamentos com taxas de juros mais baixas às entidades beneficiadas. Dados apresentados pelo governo indicam que a taxa média de juros da carteira de crédito da Caixa Econômica Federal com recursos do FGTS para hospitais filantrópicos, contratada no período anterior, foi de 11,6% ao ano, enquanto a taxa média praticada com recursos próprios da instituição é de 17,7% ao ano. Durante a cerimônia, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a redução dos encargos financeiros permitirá ampliar e qualificar os serviços prestados ao SUS, fortalecendo o programa Agora Tem Especialistas. Segundo ele, a medida também garante ampliação do prazo de pagamento de 120 para 180 meses, além de carência de 12 meses, contribuindo para a manutenção dos serviços, aumento do número de cirurgias e aquisição de equipamentos pelas entidades filantrópicas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pela reeleição no pleito marcado para outubro deste ano, segundo pesquisa elaborada pela plataforma de jornalismo Meio em parceria com o Instituto Ideia, divulgada na terça-feira (13). O levantamento indica que Lula aparece à frente de todos os adversários tanto no primeiro quanto no segundo turno. A única exceção ocorre no confronto direto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cenário em que os dois aparecem tecnicamente empatados no segundo turno, considerando a margem de erro da pesquisa. De acordo com o estudo, Lula mantém vantagem sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e governadores associados ao campo da direita, como Ratinho Júnior (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSD). A pesquisa ouviu 2.000 pessoas por meio de entrevistas telefônicas realizadas entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06731/2026. Em um dos cenários de primeiro turno testados, Lula aparece com 40,2% das intenções de voto, enquanto Tarcísio soma 32,7%. Na sequência, Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 5,5% cada. Eleitores que não souberam responder representam 11,8%, enquanto brancos e nulos somam 3,6%. Quando o cenário substitui Tarcísio por Flávio Bolsonaro, Lula registra 39,7% das intenções de voto, contra 26,5% do senador. Nesse cenário, Ratinho Júnior aparece com 7%. Em outra simulação, com Flávio Bolsonaro e Eduardo Leite, o presidente marca 39,6%, enquanto o senador chega a 27,6%. Eduardo Leite registra 2,8%, atrás de Caiado (5,5%) e Zema (5,4%). O levantamento também testou dois cenários com Michelle Bolsonaro. No primeiro, com a presença de Ratinho Júnior, Lula aparece com 40% das intenções de voto, contra 29% da ex-primeira-dama. No segundo, com Eduardo Leite, o resultado se mantém semelhante: 40,1% para Lula e 29,7% para Michelle.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem previsão de retornar à Bahia no início de fevereiro, cerca de uma semana antes do início oficial do Carnaval. A agenda em discussão inclui uma passagem por Salvador por volta do dia 7, segundo informações apuradas nos bastidores políticos. A visita está associada às comemorações dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, previstas para ocorrer no Trapiche Barnabé, embora o local ainda não tenha confirmação oficial. O evento deve reunir lideranças nacionais e estaduais da sigla. Além do caráter partidário, a presença de Lula na capital baiana é interpretada como um movimento com reflexos no cenário político estadual. O presidente já sinalizou a intenção de disputar a reeleição e, durante a agenda, deve reforçar publicamente o apoio ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que é pré-candidato a um novo mandato. Nos bastidores, também cresce a expectativa de que Lula utilize a visita para indicar apoio à possível candidatura do ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao Senado Federal. Caso a articulação se confirme, o movimento pode fortalecer a formação de uma chapa majoritariamente petista na disputa estadual, que também pode contar com a participação do senador Jaques Wagner no processo eleitoral. Até o momento, a agenda oficial do presidente na Bahia ainda não foi confirmada publicamente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão nesta quarta-feira (24), véspera de Natal. A mensagem de fim de ano terá duração de 6 minutos e 39 segundos e será exibida a partir das 20h30, segundo informações divulgadas pela CNN Brasil. De acordo com a emissora, o pronunciamento já foi gravado e segue a tradição mantida por presidentes brasileiros de se dirigir à população neste período do ano. Em mensagens desse tipo, é comum que os chefes do Executivo façam votos de boas festas e apresentem um balanço das ações e resultados alcançados ao longo do ano. No pronunciamento de Natal exibido no ano passado, Lula afirmou que governar significa cuidar das pessoas, com atenção especial àquelas que mais necessitam. Na ocasião, ele destacou que sua gestão se baseia no diálogo e na atuação conjunta com a sociedade, os governos estaduais e as administrações municipais. O presidente também ressaltou, na mensagem anterior, a importância da harmonia entre os Poderes da República, defendendo o respeito e a convivência equilibrada entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário como pilares da democracia brasileira. Ainda naquele discurso, Lula associou o Natal a um momento de reflexão sobre valores cristãos, como compaixão, fraternidade, respeito e amor ao próximo, defendendo que esses princípios orientem não apenas as celebrações de fim de ano, mas também a vida cotidiana ao longo de todo o ano.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto do indulto natalino de (2025), publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (23). A medida prevê o perdão de pena para pessoas presas que se enquadrem nos critérios estabelecidos pela legislação, ao mesmo tempo em que amplia as restrições para condenações consideradas de maior gravidade. O texto exclui do benefício condenados por atentados ao Estado Democrático de Direito, crimes hediondos ou equiparados, como tortura, terrorismo e racismo. Também ficam fora do indulto pessoas condenadas por violência contra a mulher, tráfico de drogas, organização criminosa e delitos praticados por lideranças de facções. Nos casos relacionados à corrupção, como peculato, concussão e corrupção ativa ou passiva, o decreto estabelece que o indulto somente poderá ser concedido quando a pena aplicada for inferior a quatro anos. A norma ainda impede o perdão a presos que tenham firmado acordo de colaboração premiada ou que estejam custodiados em unidades prisionais de segurança máxima. Com a publicação, caberá ao Judiciário analisar, caso a caso, o enquadramento dos condenados nos critérios definidos pelo decreto presidencial.
Aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), avaliam que o parlamentar tende a adotar uma postura mais pragmática e de maior diálogo com o governo federal a partir de (2026). A leitura nos bastidores é de que o cenário eleitoral do próximo ano deve influenciar diretamente o posicionamento político do deputado, especialmente em relação ao Palácio do Planalto. A expectativa é que Hugo Motta busque ampliar pontes com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diante dos interesses eleitorais na Paraíba. O deputado pretende disputar a reeleição para a Câmara e, paralelamente, atuar para fortalecer o projeto político do pai, Nabor Wanderley, que é cotado para a disputa ao Senado. No estado, Lula mantém bom desempenho eleitoral, fator considerado decisivo nas articulações. Hugo Motta e Nabor Wanderley integram o mesmo campo político do governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB). Impedido de concorrer novamente ao governo estadual em (2026), Azevêdo deve concentrar esforços na disputa ao Senado, cenário que tende a fortalecer alianças com o governo federal e ampliar a presença de Lula no estado. Interlocutores também destacam que sinais recentes emitidos pelo Planalto reforçam a leitura de uma aproximação gradual. A nomeação de Gustavo Feliciano, aliado político de Hugo Motta, para o comando do Ministério do Turismo é apontada como um gesto que amplia o diálogo institucional entre o Executivo e a presidência da Câmara.
A maioria dos brasileiros segue contrária à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026, mas a rejeição à permanência do petista no cargo apresentou recuo no último mês. De acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira, dia 16, 56% dos entrevistados afirmam que Lula não merece permanecer por mais quatro anos na Presidência da República, enquanto 41% defendem um novo mandato. Apesar do cenário ainda desfavorável, o levantamento indica uma melhora na avaliação do presidente em relação ao futuro político. Em novembro, a rejeição à reeleição era de 60%, enquanto o apoio somava 37%. Em dezembro, a diferença entre os dois grupos diminuiu em oito pontos percentuais, resultado da queda na rejeição e do crescimento no número de entrevistados favoráveis à continuidade do atual governo. A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro e ouviu 2.004 pessoas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários avaliados por pesquisa divulgada nesta terça-feira, dia 16, pelo instituto Quaest. De acordo com o levantamento, o petista registra percentuais que variam entre 34% e 41%, conforme os adversários apresentados aos eleitores. Em todas as simulações, o senador Flávio Bolsonaro aparece na segunda colocação, consolidando-se como o principal nome da oposição nos cenários testados. Esta é a primeira pesquisa de abrangência nacional realizada após a retirada do ex-presidente Jair Bolsonaro das projeções eleitorais, com a inclusão do filho como pré-candidato. O estudo foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento testou nomes como os governadores Ratinho Júnior, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de outros pré-candidatos que aparecem com percentuais menores. Mesmo nos cenários mais amplos, com maior número de concorrentes, o presidente mantém a liderança, enquanto os votos da oposição se distribuem entre diferentes candidaturas. Os dados indicam que Lula segue com vantagem consistente na disputa de primeiro turno, enquanto a briga pela segunda colocação permanece concentrada entre os principais representantes da oposição.
A Polícia Federal reuniu documentos que confirmam o registro de uma viagem internacional envolvendo Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República. A documentação indica que ambos embarcaram em um voo de primeira classe com destino à Europa no dia 8 de novembro do ano passado, partindo do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com chegada em Lisboa, capital de Portugal. Os registros obtidos pela PF detalham informações como o número do voo, a classe utilizada e até a localização dos assentos ocupados pelos passageiros. De acordo com os dados, Antônio Carlos Camilo Antunes viajou no assento 3A, enquanto Lulinha ocupou o assento 6J, ambos localizados na primeira classe da aeronave e posicionados junto à janela. O voo identificado nos documentos é o Latam JJ-8148. A viagem já havia sido mencionada em depoimento prestado à Polícia Federal por Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Carlos Camilo Antunes. Segundo ele, o deslocamento internacional faria parte de uma série de viagens realizadas pelos dois ao exterior. A lista de passageiros do voo citada pela PF é considerada um elemento de confirmação de parte do relato apresentado à investigação. No âmbito do Congresso Nacional, a CPMI do INSS chegou a discutir a possibilidade de requisitar à companhia aérea os dados completos do voo, mas o pedido acabou não sendo aprovado após articulação de parlamentares governistas. A Polícia Federal, no entanto, obteve as informações por meios próprios, incorporando os documentos ao inquérito em andamento. Ainda conforme o depoimento do ex-funcionário, os custos das viagens teriam sido arcados por Antônio Carlos Camilo Antunes. Ele também relatou à PF que Lulinha receberia repasses mensais de valores elevados e que teria ocorrido um pagamento de grande monta ao empresário, informações que seguem sob apuração das autoridades. De acordo com valores praticados pelo mercado, passagens aéreas internacionais em primeira classe podem variar entre cifras elevadas, oferecendo serviços como poltronas totalmente reclináveis, atendimento personalizado e opções exclusivas de alimentação e bebidas durante o voo. A investigação também registra que Lulinha passou a residir em Madri, na Espanha, em meados deste ano. A mudança levantou questionamentos entre parlamentares da oposição que integram a CPMI do INSS, que buscam esclarecer se a decisão ocorreu em meio ao avanço das apurações sobre o caso no Congresso Nacional. A reportagem não obteve retorno das defesas de Antônio Carlos Camilo Antunes nem de Fábio Luís Lula da Silva até a publicação desta matéria. Pessoas próximas a Lulinha afirmaram que ele pretende retornar ao Brasil no fim do ano e que avalia medidas judiciais contra associações feitas entre seu nome e as investigações em curso. Segundo esses interlocutores, a presença no mesmo voo não comprova que os dois tenham viajado juntos ou mantido relação durante o deslocamento.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que deve deixar o cargo em abril de 2026 para concorrer ao Senado, caso confirme a candidatura nas eleições do próximo ano. Segundo ele, uma conversa definitiva sobre o assunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está prevista para o início de janeiro. De acordo com Rui Costa, a possível candidatura faz parte da estratégia do governo federal de fortalecer a presença política no Congresso Nacional, especialmente no Senado. Ele lembrou que a legislação eleitoral determina a desincompatibilização de ministros seis meses antes do pleito e informou que sua programação é deixar o comando da Casa Civil no dia 13 de abril. As especulações em torno da candidatura ganharam força após a divulgação, na última semana, de um vídeo publicado pelo senador Jaques Wagner nas redes sociais, no qual aparece ao lado de Rui Costa e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. A movimentação ampliou os comentários sobre a formação de uma chapa majoritária composta exclusivamente por nomes do PT nas eleições de 2026. Caso a articulação avance, a Bahia poderá ter três ex-governadores disputando cargos majoritários no próximo pleito, cenário que reforça o peso político do estado no contexto nacional.
O Partido dos Trabalhadores prepara uma celebração de três dias para marcar os 46 anos de fundação da sigla. O evento está programado para ocorrer entre 5 e 7 de fevereiro, em Salvador, e contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com lideranças do partido, a programação deve funcionar também como um momento de projeção política, sendo tratada internamente como possível ato de largada para a pré-campanha de Lula à reeleição. O encontro reunirá ministros e integrantes do governo, que participarão com palestras e debates. Entre os nomes previstos está Sidônio Palmeira, chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência. A última visita de Lula à Bahia ocorreu em outubro deste ano. Na ocasião, o presidente participou da cerimônia de inauguração da fábrica da BYD em Camaçari e também anunciou investimentos industriais durante agenda oficial em Maragogipe. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (8) pelo Metrópoles.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece novamente em primeiro lugar nas intenções de voto para um eventual segundo turno das eleições de 2026, segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6). O levantamento mostra o petista com 51%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 36%, mantendo uma diferença de 15 pontos percentuais. As entrevistas foram realizadas entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes de Flávio ser oficialmente colocado como possível nome do PL para a disputa. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais. Em relação ao último levantamento, de julho, Lula ampliou sua vantagem: na ocasião, o petista somava 48%, contra 37% do adversário. De acordo com o instituto, o peso do desgaste político da família Bolsonaro influencia no desempenho atual do senador. O Datafolha também testou outros cenários de segundo turno. Contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 47%, enquanto o governador paulista marca 42%. Em eventual disputa contra Ratinho Jr., o presidente teria 47% e o paranaense, 41%. Entre os integrantes da família Bolsonaro, o desempenho é ainda menor: Eduardo Bolsonaro alcança 35% ante 52% de Lula; Michelle Bolsonaro aparece com 39%, contra 50% do petista. O instituto ainda simulou um confronto direto entre Lula e Jair Bolsonaro, considerando o período anterior ao impedimento da possível candidatura do ex-presidente. Nesse recorte, Lula venceria por 49% a 40%, ampliando a diferença observada na pesquisa anterior, quando pontuava 47% contra 43%. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% em diversas combinações. Com Flávio Bolsonaro na disputa, o senador aparece com 18%, seguido por Ratinho Jr. (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Em outra simulação, com Michelle Bolsonaro, Lula mantém 41%, enquanto ela atinge 24%. Quando Tarcísio de Freitas é testado, o governador paulista chega a 23%, mas o presidente continua isolado na frente, com 41%. O Datafolha não acionou cenários envolvendo possíveis alianças e afirmou que novas pesquisas serão realizadas à medida que o cenário eleitoral avançar.