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O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a comissão não foi responsável pelo vazamento de supostas mensagens envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. A declaração foi publicada pelo senador nas redes sociais nesta sexta-feira (06). Na mensagem, ele afirmou que a comissão atuou dentro das normas legais e pediu que seja investigada a origem das informações divulgadas. “A CPMI sempre atuou dentro dos limites legais e regimentais. Por isso, é fundamental esclarecer de onde surgiu a informação de que esse conteúdo teria sido divulgado pela comissão. Antes de atribuir essa responsabilidade ao Parlamento, é preciso identificar com precisão a origem desses documentos”, escreveu o parlamentar. A manifestação ocorreu após o ministro André Mendonça determinar a abertura de inquérito para apurar o vazamento de dados sigilosos de Vorcaro que teriam sido obtidos pela comissão. O gabinete de Alexandre de Moraes também divulgou nota negando que tenha havido troca de mensagens entre o ministro e o banqueiro. A suposta conversa foi divulgada em reportagem do jornal O Globo. Segundo a publicação, o diálogo teria ocorrido no dia 17 de novembro de 2025, quando Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez durante a Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal.
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Moradores de Macaúbas, no sudoeste da Bahia, denunciaram nas redes sociais um possível caso de maus-tratos contra gatos registrado na Rua Santo Antônio. Segundo relatos, alguns animais teriam sido vítimas de envenenamento e agressões físicas. A situação ganhou repercussão após a denúncia ser divulgada em um perfil nas redes sociais, gerando diversos comentários de moradores que demonstraram indignação com o caso. Algumas pessoas afirmaram que já perderam gatos na mesma rua em circunstâncias semelhantes. Outros moradores disseram que passaram a manter os animais dentro de casa por medo de novos ataques. Nos comentários da publicação, moradores também cobraram providências das autoridades e pediram a investigação do caso, incluindo a análise de câmeras de segurança instaladas na região. Um advogado que participou da discussão nas redes sociais orientou que qualquer informação que possa ajudar na identificação dos responsáveis seja repassada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente para que as providências necessárias sejam adotadas. De acordo com a legislação brasileira, maus-tratos contra animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais e pode resultar em pena de até cinco anos de prisão, além de multa, especialmente em casos envolvendo cães e gatos. Moradores que tiverem informações sobre o caso podem procurar a polícia ou os órgãos responsáveis para colaborar com as investigações. Enquanto isso, a população segue cobrando medidas de proteção aos animais no município.
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, contestou declarações feitas pelo governador Jerônimo Rodrigues a respeito do sistema de regulação da saúde pública estadual. A reação ocorreu nesta segunda-feira (16), após o chefe do Executivo afirmar, durante entrevista no Carnaval, que a regulação “é boa” e que críticas ao tema seriam “pirraça”. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ACM Neto questionou a avaliação do governador e afirmou que a situação relatada por pacientes e familiares em diferentes regiões do estado revela dificuldades no acesso a internações hospitalares. Segundo ele, há registros frequentes de pessoas aguardando atendimento em corredores de hospitais ou dentro de ambulâncias. O ex-prefeito também defendeu maior sensibilidade por parte do governo diante das queixas apresentadas pela população, sobretudo por cidadãos de baixa renda que dependem exclusivamente da rede pública. Para Neto, tratar as críticas como “pirraça” desconsidera a realidade enfrentada por pacientes que aguardam vaga pelo sistema de regulação. Durante a manifestação, o pré-candidato relembrou compromissos assumidos por Jerônimo Rodrigues na campanha eleitoral de 2022, quando o então candidato prometeu reduzir ou zerar a fila da regulação. Na avaliação de ACM Neto, o cenário atual não corresponde às expectativas criadas naquele período. O governador ainda não havia respondido às novas declarações até a publicação desta matéria.
A canção Panamera, interpretada por Tony Salles, foi consagrada como Música do Carnaval e também levou o prêmio de Melhor Coreografia na edição deste ano do Troféu Band Folia. O reconhecimento veio após a faixa se destacar nos principais circuitos da festa, tornando-se um dos maiores sucessos da temporada. Além do ritmo envolvente, o destaque ficou por conta da coreografia associada à música, que rapidamente se espalhou entre foliões e ganhou ampla repercussão nas redes sociais. Conhecido como “passinho da Panamera”, o conjunto de movimentos simples e de fácil execução contribuiu para a popularização da música entre públicos de diferentes idades. A dança foi reproduzida em trios elétricos, camarotes e blocos, consolidando-se como uma das marcas da folia. A premiação reforça o papel das coreografias virais na dinâmica do Carnaval, evidenciando a integração entre música, performance e participação popular como elementos centrais da festa.
O governo da Espanha anunciou, nesta terça-feira (3), que pretende proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A decisão aproxima o país da política adotada recentemente pela Austrália e reforça uma tendência internacional de endurecimento das regras para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez durante o World Government Summit, em Dubai. Segundo ele, as plataformas digitais serão obrigadas a implementar mecanismos eficazes de verificação de idade, substituindo os sistemas atualmente utilizados, considerados frágeis pelo governo espanhol. Sánchez afirmou que as redes sociais funcionam hoje como um Velho Oeste digital, no qual crimes e abusos acabam sendo tolerados. A proposta deve ser aprovada pelo Conselho de Ministros na próxima semana e altera um projeto de lei que já está em tramitação, passando a proibir de forma explícita o cadastro de menores nessas plataformas. Além da restrição de acesso, o governo espanhol pretende avançar em uma legislação que responsabilize criminalmente executivos de empresas de tecnologia que não removam conteúdos ilegais ou de ódio. A proposta também prevê punições para práticas de manipulação algorítmica que ampliem a circulação desse tipo de material. O primeiro-ministro informou ainda que a Espanha passou a integrar uma coalizão com outros cinco países europeus para coordenar regras e fiscalizações conjuntas. O objetivo é tornar a aplicação das novas normas mais rigorosa e eficaz, inclusive em âmbito internacional.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira (21), a comercialização, fabricação, distribuição, importação, divulgação e o uso de medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de produtos que contenham retatrutida, de todas as marcas e lotes. Conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras do Paraguai”, os itens vinham sendo comercializados principalmente por meio de redes sociais, como o Instagram. Segundo a Anvisa, os produtos são fabricados por empresas desconhecidas e não possuem registro, notificação ou cadastro junto ao órgão regulador, o que torna a comercialização irregular em todo o território nacional. Em nota, a agência alertou que, por se tratarem de medicamentos de origem incerta, não há garantia quanto à composição, qualidade, eficácia ou segurança. Por esse motivo, a Anvisa afirmou que os produtos não devem ser utilizados “em nenhuma hipótese”. “A ausência de controle sanitário impede qualquer confirmação sobre o que, de fato, está sendo aplicado no organismo do consumidor”, destacou o órgão. A resolução que determina a proibição foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor. O descumprimento da medida pode gerar sanções administrativas, incluindo multas e apreensão dos produtos, além de responsabilização civil e criminal dos envolvidos. A Anvisa reforça que medicamentos devem ser adquiridos apenas em estabelecimentos regularizados e com prescrição médica, quando exigida, e orienta a população a denunciar a venda de produtos irregulares pelos canais oficiais do órgão.
A Receita Federal voltou a desmentir, nesta quarta-feira (14), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre um suposto monitoramento de transações via Pix para fins de cobrança de impostos. Em nota oficial, o órgão reforçou que não existe tributação sobre o Pix e que qualquer fiscalização com esse objetivo é proibida pela Constituição Federal. Segundo o Fisco, são completamente inverídicas as mensagens que falam em “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências”. A Receita esclarece que o Pix é apenas um meio de pagamento, assim como o dinheiro em espécie, o cartão de débito ou de crédito, e que sua utilização não gera, por si só, qualquer obrigação tributária. Os boatos utilizam de forma distorcida a Instrução Normativa nº 2.278, publicada em agosto do ano passado, sugerindo que a regra permitiria o rastreamento de transações individuais de cidadãos. De acordo com a Receita, a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já exigidas dos bancos tradicionais, no âmbito das políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e à ocultação de bens. O órgão destacou ainda que não há acesso a valores específicos das transações, nem à origem, destino ou natureza dos gastos realizados pelos usuários do sistema de pagamentos instantâneos. As informações tratadas são agregadas e institucionais, sem qualquer individualização. As notícias falsas voltaram a ganhar força nas últimas horas após a divulgação de vídeos do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), nos quais ele afirma que o governo retomaria o monitoramento do Pix. Há cerca de duas semanas, a Receita Federal já havia publicado outro alerta para rebater boatos semelhantes. Em nota, o Fisco afirmou que esse tipo de conteúdo busca induzir a população ao erro, provocar insegurança financeira e comprometer a credibilidade de um dos principais meios de pagamento do país. O órgão também alertou que a disseminação dessas mensagens pode favorecer interesses do crime organizado e de grupos que lucram com a monetização e o engajamento gerados por informações falsas nas redes sociais.
Uma mulher de 29 anos teve uma das pernas amputadas após ser atropelada enquanto corria na Avenida ACM, em Serrinha, na última quinta-feira (25). O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais nos últimos dias. A vítima foi identificada como Gleice de Araújo, que trabalha como vendedora de sandálias. Segundo familiares, ela praticava corrida em um trecho bastante movimentado da avenida, conhecido pelo intenso fluxo de veículos e pedestres, quando foi atingida por uma motocicleta. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um motociclista trafega empinando o veículo pela via. Em seguida, outra motocicleta aparece nas imagens após a colisão, que atingiu diretamente a jovem. De acordo com a família, o condutor da moto que atropelou Gleice é um adolescente, que teria perdido o controle do veículo. Após o impacto, o motociclista fugiu do local sem prestar socorro, conforme relato dos parentes. A jovem foi socorrida e passou por uma cirurgia de emergência na noite de sexta-feira (26). Durante o procedimento, foi necessária a amputação de uma das pernas. Gleice segue internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana. Segundo familiares, o estado de saúde da paciente é considerado delicado.
O prefeito de Paramirim, João Ricardo, informou na tarde desta segunda-feira (22) que decidiu vetar integralmente o projeto de lei que institui o pagamento de auxílio-alimentação para vereadores e servidores da Câmara Municipal. Segundo o gestor, a decisão foi tomada a pedido dos próprios parlamentares e anunciada por meio de vídeo divulgado nas redes sociais. De acordo com o prefeito, o veto atende a uma solicitação formal do Poder Legislativo e reforça o compromisso da gestão com o diálogo institucional. Na manifestação pública, João Ricardo destacou que a decisão foi construída de forma conjunta, com base na humildade, no entendimento entre os poderes e na busca por uma administração responsável e equilibrada. O projeto de lei havia sido aprovado por unanimidade durante sessão extraordinária da Câmara Municipal de Paramirim, realizada na sexta-feira (12). A proposta previa o pagamento de um auxílio-alimentação mensal de R$ 1.500 para cada vereador e de R$ 600 para os servidores do Legislativo. O benefício teria caráter indenizatório, sem incidência de imposto de renda ou contribuição previdenciária, e seria pago por meio de cartão ou vale eletrônico, mediante contratação de empresa especializada. Segundo estimativas apresentadas durante a tramitação da matéria, o impacto financeiro anual apenas com o auxílio destinado aos vereadores seria de aproximadamente R$ 198 mil. Atualmente, os 11 parlamentares do município recebem subsídio mensal de R$ 10.432,39, além do 13º salário, o que eleva o custo anual do Legislativo para cerca de R$ 1,5 milhão. A proposta foi aprovada em meio a um cenário de restrições financeiras no município. Recentemente, a Prefeitura de Paramirim anunciou o cancelamento da festa de Réveillon, justificando a medida pela necessidade de priorizar despesas essenciais e garantir a manutenção do quadro de servidores. Com o veto integral do Executivo, o projeto retorna à Câmara Municipal, que poderá manter o veto ou derrubá-lo em nova votação. Até lá, o auxílio-alimentação não entra em vigor.
O senador Sergio Moro recebeu o apoio do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, para a disputa pelo governo do Paraná nas eleições do próximo ano. O gesto político foi divulgado por meio de um vídeo publicado nas redes sociais. Na gravação, Sergio Moro aparece ao lado de ACM Neto e do presidente nacional do União Brasil, Antônio de Rueda. Durante a manifestação, o líder baiano destacou a trajetória política do senador e avaliou que ele reúne condições para assumir a gestão do Executivo estadual paranaense, apontando preparo e crescimento político ao longo do tempo. Sergio Moro ganhou projeção nacional ao atuar como juiz responsável por processos da Operação Lava Jato, incluindo a condenação do então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Posteriormente, deixou a magistratura para ingressar na política, assumindo o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Jair Bolsonaro, cargo do qual se desligou após divergências com o então presidente. Em 2022, Moro chegou a ensaiar uma candidatura à Presidência da República, mas acabou concorrendo ao Senado pelo Paraná, sendo eleito. Desde então, seu nome passou a ser cogitado para disputar o governo estadual, movimento que agora ganha respaldo de lideranças nacionais do União Brasil. O apoio de ACM Neto ocorre em um momento de articulações políticas para as eleições de 2026. Pré-candidato ao governo da Bahia, o ex-prefeito de Salvador também busca consolidar alianças para a formação de sua própria chapa majoritária, em um cenário considerado desafiador para a composição de acordos políticos no estado.
O governador Jerônimo Rodrigues divulgou, nesta quinta-feira (18), uma boa notícia para os servidores públicos estaduais, anunciando os pontos facultativos nos dias 24, 26 e 31 de dezembro de 2025 e 2 de janeiro de 2026. O anúncio foi feito através das redes sociais oficiais do gestor, com a informação de que o decreto será publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (19). “Um descanso merecido para os servidores e servidoras desacelerarem um pouco com a família e descansar, para a gente retomar 2026 com muita energia e continuar cuidando do povo da Bahia”, afirmou Jerônimo Rodrigues. Para encerrar, ele agradeceu a atuação dos servidores na construção do governo, e confirmou o pagamento da segunda parcela do 13º salário nesta sexta (19).
A Polícia Civil da Bahia concluiu uma investigação que apurou a prática de crimes contra a honra cometidos por meio de redes sociais em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. O inquérito foi finalizado na segunda-feira (15) pela 1ª Delegacia Territorial do município. Durante as apurações, os investigadores identificaram uma dentista de 29 anos como responsável pela criação de um perfil falso utilizado para perseguir, difamar e caluniar um homem com quem havia mantido um relacionamento eventual. A investigação teve início após a vítima registrar denúncia no fim de novembro de 2025, relatando que vinha sendo alvo de ataques virtuais com informações falsas e ofensivas. De acordo com a Polícia Civil, a conta falsa era usada para enviar mensagens a pessoas do convívio da vítima, contendo acusações sem qualquer comprovação. Entre os conteúdos divulgados estavam alegações de agressão física, transmissão de doença sexualmente transmissível, abandono de filho, envolvimento em traições e a acusação de ter engravidado outra mulher sem assumir a paternidade, além de ofensas pessoais. A suspeita foi interrogada na presença de advogado e confessou a autoria dos atos. Ela afirmou que a motivação foi ciúme, após não ter mais sido correspondida pelo ex-ficante. Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil realizou o indiciamento pelos crimes de calúnia e difamação, com agravante pelo uso de meio digital, além do crime de perseguição, caracterizado como stalking. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário para análise do Ministério Público, que irá decidir sobre o oferecimento de denúncia.