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Michelle Bolsonaro reage à prisão do ex-presidente e diz confiar na Justiça divina
BRASIL 22/Nov/2025 - 20h49
Foto: Reprodução

Michelle Bolsonaro reage à prisão do ex-presidente e diz confiar na Justiça divina

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou neste sábado (22) após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo Supremo Tribunal Federal e cumprida pela Polícia Federal nas primeiras horas da manhã. Em publicação nas redes sociais, ela agradeceu as orações recebidas e afirmou que mantém confiança na Justiça divina diante do cenário envolvendo o marido. Michelle estava em Fortaleza, no Ceará, onde participaria de um compromisso do PL Mulher na noite anterior, quando soube da prisão. Durante a manhã, ela divulgou um trecho bíblico em suas redes sociais, ressaltando que busca apoio espiritual neste momento. Jair Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde permanece sob custódia. A prisão ocorre na etapa final do julgamento que apura sua participação na trama golpista investigada pelo STF, processo no qual ele já foi condenado a 27 anos e três meses de prisão. O deputado federal Helio Lopes, aliado próximo do ex-presidente, esteve na superintendência durante a manhã. Ele relatou que fazia orações em frente ao condomínio onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar desde agosto, quando presenciou a chegada das viaturas da PF. O parlamentar acompanhou o deslocamento do comboio até a sede da Polícia Federal e criticou a decisão que levou à detenção do ex-chefe do Executivo. A defesa de Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre novos passos jurídicos após a prisão preventiva. O caso segue em análise no Supremo Tribunal Federal.

Eduardo Bolsonaro diz que redução de tarifas pelos EUA não tem relação com diplomacia brasileira
ECONOMIA 21/Nov/2025 - 20h00
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados/Arquivo

Eduardo Bolsonaro diz que redução de tarifas pelos EUA não tem relação com diplomacia brasileira

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira (20/11) que a decisão dos Estados Unidos de reduzir parte das tarifas aplicadas a produtos brasileiros não está relacionada à atuação diplomática do governo brasileiro. Segundo o parlamentar, o recuo faz parte de um movimento interno da administração Donald Trump para conter a inflação norte-americana. Em publicação nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro argumentou que a retirada parcial das tarifas atende exclusivamente às demandas econômicas dos EUA e não decorre de negociações conduzidas pelo Brasil. Para ele, a medida faz parte de uma estratégia voltada a entregar resultados rápidos ao eleitorado norte-americano em um contexto de pressão inflacionária. O deputado também responsabilizou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela tarifa de 50% aplicada pelos Estados Unidos à maior parte das exportações brasileiras. Segundo Eduardo, o aumento estaria relacionado ao que classificou como uma crise institucional provocada pelo magistrado, o que teria abalado a confiança internacional no Brasil. A Casa Branca publicou, nesta quinta-feira, uma ordem executiva que zera as tarifas de 40% aplicadas a produtos agrícolas brasileiros, incluindo carne bovina fresca, resfriada ou congelada, café, cacau, frutas, vegetais, nozes e fertilizantes. Na semana anterior, o governo dos EUA já havia retirado uma tarifa global de 10%, embora alguns setores brasileiros continuassem sujeitos à alíquota de 40%.

“Só cheiro mole”: ACM Neto diz que paralisação de obras virou padrão no governo Jerônimo
POLíTICA 21/Nov/2025 - 00h00
Foto: Divulgação

“Só cheiro mole”: ACM Neto diz que paralisação de obras virou padrão no governo Jerônimo

O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) voltou a criticar o governo estadual ao comentar a situação de obras paralisadas na Bahia. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele reagiu à resposta do governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre a interrupção das obras da Estrada da Sapucaia, em Cruz das Almas. Neto afirmou que Jerônimo deu “mais um migué” ao ser questionado por um repórter sobre a paralisação e acusou o governador de não dizer a verdade. “O golpe tá aí, cai quem quer. Vejam só mais essa lorota.. ou melhor, mais esse migué.. do governador Jerônimo Rodrigues, quando um repórter perguntou por que as obras da Estrada da Sapucaia, em Cruz das Almas, estão paralisadas”, disse. Segundo o ex-prefeito, o problema não se resume ao trecho de Cruz das Almas. Ele citou outras obras que estariam paradas, como a BA-120, entre Monte Santo e Queimadas; a delegacia e o Mercadão de Ibicoara, parados há mais de um ano; a BA-225, entre Gentio do Ouro e Mirorós; e a duplicação da rodovia entre Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos. Neto ainda mencionou dados do Tribunal de Contas da União para reforçar a crítica. “Segundo o Tribunal de Contas da União, são mais de 900 obras paradas em todo o estado. Mais de R$ 1,5 bilhão que está na conta do governo, mas que não sai do papel.” Ele encerrou afirmando que a situação se tornou prática comum da atual gestão. “Aliás, obra parada virou padrão do governo Jerônimo na Bahia, que promete muito e não entrega nada. Só ladainha. Só cheiro mole.”

Redes sociais, armas para usar no mercado de trabalho
19;31 02/Fev/2017 - 11h00
iBahia Foto: Divulgação

Redes sociais, armas para usar no mercado de trabalho

Para o bem e para o mal. As redes sociais podem ajudar a conseguir uma vaga ou eliminar qualquer chance dentro da empresa. LinkedIn, Facebook, Instagram apresentam o candidato, sua imagem pública. Use-as a seu favor, aconselham consultores de Recursos Humanos. Concentre esforços no LinkedIn, que é bom sempre estar atualizado, orienta Carla Galo, palestrante motivacional que acompanha seleção de pessoal. "A presença no LinkedIn é fundamental. É uma rede social empresarial. Mas nada de dizer que está em busca de novos desafios. Fica ambíguo. Se está desempregado deve anunciar que está buscando recolocação. Mascarar a verdade não vai ajudar a conseguir um novo emprego", afirma Carla.


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