Essa tag tem 92 posts encontrados
O governador Jerônimo Rodrigues anunciou uma série de mudanças no secretariado estadual e em órgãos da administração pública, em movimento alinhado ao calendário eleitoral de 2026. As alterações ocorrem por conta da regra de desincompatibilização, que obriga gestores a deixarem cargos até seis meses antes do primeiro turno prazo que se encerrou no sábado (4). As mudanças atingem áreas estratégicas do governo e, segundo o governador, buscam manter o equilíbrio político da base aliada sem comprometer a continuidade das ações em andamento. Na Secretaria de Agricultura (Seagri), assume Vivaldo Góis de Oliveira, que ocupava a chefia de gabinete da pasta, substituindo Pablo Barrozo. Já na Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Elisabete Costa passa a comandar a área no lugar de Osni Cardoso. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) terá como novo titular Joaquim Belarmino Cardoso Neto, ex-prefeito de Alagoinhas, substituindo Jusmari Oliveira. Na Educação, a chefe de gabinete Luciana Menezes assume interinamente a pasta após a saída de Rowenna Brito. Na Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), Marise Prado de Oliveira Chastinet deixa a presidência da Juceb para assumir a função no lugar de Larissa Moraes, que, por sua vez, passa a comandar a Cerb. Com isso, a Junta Comercial do Estado da Bahia passa a ser presidida por Ramon de Almeida Bagano Guimarães. Outras mudanças incluem a chegada de Camilla Batista à Secretaria de Políticas para Mulheres, após a saída de Neuza Cadore, e a nomeação de Aécio Moreira do Nascimento como responsável interino pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico. A Casa Civil também teve alteração: o então chefe de gabinete, Carlos Melo, assumiu o comando da pasta no lugar de Afonso Florence. As mudanças fazem parte do processo de reorganização política antes das eleições e refletem a movimentação de quadros que devem disputar cargos eletivos no pleito deste ano.
O prazo da chamada janela partidária para as eleições de 2026 se encerra nesta sexta-feira (3), marcando o fim de um período estratégico para a reorganização das forças políticas no país. O mecanismo, aberto no dia 5 de março, permite que deputados federais, estaduais e distritais troquem de partido sem risco de perder o mandato. Prevista no artigo 22-A da Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995), a regra estabelece um intervalo de 30 dias em anos eleitorais para a mudança de legenda por parlamentares eleitos pelo sistema proporcional. A medida funciona como uma “justa causa” para a desfiliação, dispensando justificativas formais durante esse período. Neste ano, o benefício alcança apenas deputados federais, estaduais e distritais. Vereadores eleitos em 2024 não podem utilizar a janela, já que não estão em fim de mandato. Já os ocupantes de cargos majoritários — como presidente da República, governadores e senadores — podem mudar de partido a qualquer momento, sem necessidade de justificativa legal. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o mandato nos cargos proporcionais pertence ao partido político, e não ao candidato eleito. Por isso, fora da janela partidária, a troca de sigla só é permitida em situações específicas, como mudança no programa partidário, discriminação política pessoal ou anuência da legenda, conforme previsto na legislação. Criada a partir da reforma eleitoral de 2015 e consolidada pela Emenda Constitucional nº 91 de 2016, a janela partidária se tornou um dos principais instrumentos de movimentação política pré-eleitoral, influenciando diretamente a formação de alianças e estratégias para as eleições, cujo primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro.
O pré-candidato a vice-governador da Bahia, Zé Cocá (PP), afirmou nesta segunda-feira (30) que o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), foi fundamental para a sua decisão de concorrer às eleições deste ano, e que enxerga em ACM Neto (União Brasil) o parceiro certo no governo para tirar o estado da pobreza e do atraso. O prefeito de Jequié afirmou que, com muito trabalho, espera levar a melhora de vida aos quatro cantos da Bahia. A chapa da oposição ao governo estadual foi apresentada na noite desta segunda-feira, em evento político realizado em Feira de Santana por José Ronaldo. Zé Cocá disse que foi o prefeito da Princesinha do Sertão quem o convenceu a trabalhar com ACM Neto, mostrando que a participação do atual prefeito de Jequié e ex-presidente da UPB seria fundamental para levar uma mudança de verdade a todas as regiões do interior da Bahia. “Para que a gente chegue naquele cantinho, naquela cidade lá na ponta do estado, onde quer que seja. Para que a gente alcance o pequeno produtor, que não tem assistência técnica para mudar a sua vida. Para que a gente leve segurança pública e saúde para quem mais precisa, para que a educação sirva para abrir caminhos. Nós estamos nos piores índices de educação do país, e isso é falta de política pública, falta de investimento na ponta”, disse Zé Cocá. O prefeito de Jequié disse que olhou nos olhos de ACM Neto e sentiu confiança. “Eu disse: Neto, cuida desse estado que eu estarei do seu lado, abraçado, de manhã, de tarde e de noite, para que a gente faça dessa Bahia um lugar que saia da pobreza, um estado que saia dos piores índices de segurança pública do Brasil, que saia do atraso na alfabetização. E você me deu a sua palavra de que vai acordar cedo e dormir tarde trabalhando muito para que isso tudo fique no passado”, afirmou. Zé Cocá lembrou da sua história política, destacando que, por ser um homem do campo, foi menosprezado em todas as vezes em que tentou se candidatar, seja a prefeito de Lafaiete Coutinho, a deputado estadual, a prefeito de Jequié ou a presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB). Ele disse que sempre venceu por acreditar em Deus e por trabalhar muito, e que não será diferente nesse pleito. Além de ACM Neto e Zé Cocá como pré-candidatos a governador e vice, respectivamente, foi confirmado que o ex-ministro e ex-deputado federal João Roma (PL) disputará uma vaga no Senado Federal, assim como o atual senador Ângelo Coronel (Republicanos), que buscará a reeleição.
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, afirmou nesta segunda-feira (30) que a oposição inicia um novo momento político no estado após o lançamento da chapa em Feira de Santana. O evento foi conduzido pelo prefeito José Ronaldo e reuniu lideranças de diferentes regiões. Durante o ato, ACM Neto reconheceu falhas na última eleição estadual e disse que o grupo chega mais preparado para a disputa. “Que nós erramos em algumas coisas na eleição passada. Eu tenho aqui a humildade não só para reconhecer os erros, mas, sobretudo, para acertos. Mudar o caminho e buscar uma nova rota, tentando obter o resultado de vitória que eu acho que nós desejamos”, afirmou. O pré-candidato destacou o peso político do encontro em Feira e elogiou o discurso de José Ronaldo. “Começou aqui em Feira um ato político muito relevante, de alto significado. As palavras do prefeito Zé Ronaldo foram fantásticas. Ele fez um discurso extremamente feliz. A gente está aqui motivado, disposto à luta e confiante na construção da vitória”, disse. ACM Neto também criticou a gestão estadual ao tratar da situação do interior, com foco no semiárido. Segundo ele, há falta de investimentos em infraestrutura hídrica e apoio ao pequeno produtor rural. “O problema é que não há nenhuma grande obra que tenha sido iniciada e cumprida na gestão deles para levar água, principalmente para o pequeno produtor, para as pessoas que vivem no campo. Boa parte do território baiano está no semiárido, com cidades pobres, sem atividade econômica, sem renda, e o governo não trabalhou para isso”, declarou. O ex-prefeito afirmou que, se eleito, pretende priorizar políticas públicas voltadas ao homem do campo e ao desenvolvimento das pequenas cidades. Ele citou o prefeito de Jequié, Zé Cocá, ao falar da importância da experiência administrativa no interior. “Será uma obsessão minha colocar como prioridade a vida do homem do campo, do pequeno produtor rural, levar oportunidade de trabalho para quem vive nas pequenas cidades, com uma visão estratégica de médio prazo e ações de investimento”, concluiu.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), declarou nesta segunda-feira (30), durante evento político realizado em Feira de Santana, que a chapa apresentada pela oposição reúne os melhores quadros da Bahia para tirar o governo das mãos do PT e mudar o destino do estado. Segundo ele, ACM Neto (União Brasil) fez a lição de casa, trazendo para perto um nome forte do interior, como Zé Cocá (PP), reatando com antigos aliados, como João Roma (PL), e atraindo quem estava do outro lado em 2022, como Ângelo Coronel (Republicanos). Bruno lembrou da história de ACM Neto, que em 2008 perdeu a sua primeira eleição para prefeito de Salvador, mas que em 2012 voltou ainda mais forte, fazendo o dever de casa e se elegendo. Essa trajetória, segundo ele, tornou Neto um gestor ainda melhor para a capital baiana. “Vai ser como aconteceu com você antes, Neto: você não venceu em 2022, mas agora em 2026 a Bahia te espera para você entrar para a história como o maior governador de todos os tempos desse estado”, disse. O prefeito de Salvador disse que há quatro anos os eleitos da Bahia foram enganados por um candidato que ninguém conhecia e que se escondeu atrás de um número. “Só tínhamos uma coisa a dizer sobre ele: que era inexperiente e despreparado. E isso se confirmou, está aí o que estamos sofrendo. Agora já se passaram quatro anos e todos conhecem ele e sabem que a Bahia só fez piorar, em todas as áreas, nesses 20 anos do PT”, afirmou. “Por isso, chegou a hora da mudança com segurança. O governador que está aí foi testado e reprovado. Neto, diferentemente dele, já foi testado e aprovado, e está pronto para governar a Bahia para os mais carentes, para o interior da Bahia, para levar progresso para os quatro cantos do nosso estado”, completou. Bruno disse que, desde 2024, ele e outros prefeitos eleitos e reeleitos pela oposição, como o anfitrião da noite, José Ronaldo (União Brasil), almejavam ter Zé Cocá como pré-candidato a vice-governador. “Porque ele é um quadro público qualificado, mostrou seu potencial à frente da prefeitura de Lafaiete Coutinho, foi deputado estadual, prefeito de Jequié e presidente da UPB. Portanto, é um representante legítimo e nato do interior da Bahia”, comentou. Ele também comentou que a escolha de João Roma como pré-candidato ao Senado mostra que a oposição está mais unida do que nunca, e que sempre desejou trazer Ângelo Coronel para o seu grupo. Segundo ele, a chegada do atual senador mostra que ele reconhece que a Bahia merece muito mais do que o atual governo estadual entrega.
A composição da chapa governista na Bahia deve ser definida ainda nesta terça-feira (31), com a tendência de manutenção do vice-governador Geraldo Júnior ao lado do governador Jerônimo Rodrigues na disputa pela reeleição. As negociações se intensificaram na noite de segunda-feira (30), durante reuniões realizadas na sede da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. O encontro reuniu lideranças partidárias em uma rodada considerada decisiva para o desenho final da chapa majoritária. Entre os nomes envolvidos nas articulações, o senador Otto Alencar, presidente estadual do PSD, foi chamado para discutir o cenário e avaliar a permanência do MDB na vaga de vice. Durante as conversas, o nome da presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, chegou a ser cogitado como alternativa para compor a chapa, indicando a disputa interna pelo espaço. Apesar das especulações, a tendência, segundo apuração, é de que Geraldo Júnior seja mantido na posição, encerrando um período de incerteza e disputa nos bastidores da base governista.
A disputa política na Bahia ganhou novos contornos nesta terça-feira (31), após uma declaração do prefeito de Salvador, Bruno Reis, sobre a situação do vice-governador Geraldo Júnior dentro da base do governador Jerônimo Rodrigues. Ao comentar a indefinição sobre a permanência de Geraldo Jr. na chapa para a próxima eleição, Bruno criticou o que classificou como falta de respeito ao atual vice. Segundo ele, o cargo estaria sendo oferecido a diferentes nomes aliados do Partido dos Trabalhadores, sem uma definição clara. “O que estão fazendo com o atual vice-governador é algo deplorável. É uma desconsideração pública. Já ofereceram o cargo dele a mais de dez nomes e nenhum aceitou”, afirmou o prefeito. A fala teve repercussão imediata e provocou reação dentro do MDB. Horas depois, o ex-ministro e presidente de honra da sigla na Bahia, Geddel Vieira Lima, respondeu publicamente ao prefeito nas redes sociais. No comentário, Geddel relembrou episódios do passado político envolvendo Bruno Reis, especialmente o período em que o MDB indicou seu nome para compor chapa com ACM Neto na disputa pela Prefeitura de Salvador. Em tom crítico, o dirigente afirmou que a escolha de Bruno não teria sido consensual e que houve resistência interna. “Você sabe, e sabe também que tenho como provar, que Neto não te queria. Foi preciso eu, que tinha muita força à época, enfiar, depois de muita humilhação para você, seu nome pela goela dele”, escreveu. Geddel ainda completou dizendo que o MDB teve papel decisivo na trajetória política de Bruno Reis e pediu que o prefeito evitasse críticas ao partido. O episódio evidencia o clima de tensão nos bastidores da política baiana, especialmente diante das articulações para a formação de chapas e alianças visando as próximas eleições.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira (30) uma mudança no comando do Ministério da Educação. O atual secretário-executivo da pasta, Leonardo Barchini, deve assumir o ministério nos próximos dias, substituindo Camilo Santana. A saída de Camilo ocorre em meio à preparação para as eleições deste ano. Segundo Lula, o agora ex-ministro deixará o cargo para se dedicar ao cenário político, embora ainda não haja definição sobre qual cargo ele pretende disputar. Camilo Santana foi eleito senador pelo Ceará em 2022, mas se licenciou do mandato para comandar o Ministério da Educação no início do atual governo. Antes disso, também ocupou o cargo de governador do estado. O anúncio foi feito durante um evento em Brasília voltado à área educacional, ocasião em que Lula apresentou Leonardo Barchini como novo titular da pasta. “Leonardo é da minha confiança, do Camilo Santana e da equipe. Tenho o prazer de chamá-lo de novo ministro da Educação”, afirmou o presidente. A troca ocorre em um momento estratégico para o governo, com ajustes na equipe ministerial em função do calendário eleitoral e da reorganização política da base aliada.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deve anunciar na tarde desta segunda-feira (30) sua pré-candidatura à Presidência da República. A coletiva está marcada para as 16h, na sede do PSD, em São Paulo. O movimento ocorre após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que, na semana passada, abriu espaço para que Caiado se firmasse como principal nome da legenda na disputa pelo Palácio do Planalto. Dentro do partido, o governador goiano ainda disputava espaço com o chefe do Executivo do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. A definição por Caiado foi impulsionada pelo apoio de setores do agronegócio e pela defesa de pautas ligadas à segurança pública, tema que deve ganhar peso no debate eleitoral. Filiado ao PSD desde o dia 14 de março, Caiado também prepara sua saída do governo estadual. A expectativa é de que ele deixe o cargo nesta terça-feira (31), quando o vice-governador Daniel Vilela assumirá a administração do estado. A entrada de Caiado na disputa reforça o cenário de movimentações antecipadas para as eleições presidenciais, com partidos buscando consolidar nomes e ampliar alianças em nível nacional.
A rejeição à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nova alta e atingiu 53,3% dos eleitores, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30). Em fevereiro, o índice era de 52,2%, o que indica crescimento na resistência ao nome do petista para um novo mandato. Os dados mostram uma tendência de aumento desde o início de 2026. Em janeiro, 51% dos entrevistados afirmavam que Lula não merecia ser reeleito — número que avançou mais de dois pontos percentuais em três meses. Na outra ponta, o percentual de eleitores que defendem a reeleição do presidente segue em queda. O índice passou de 45,3% em janeiro para 43,9% em fevereiro e chegou a 43,7% em março. Outros 3% disseram não saber ou preferiram não opinar. O recorte regional revela diferenças marcantes. O Nordeste aparece como a região onde Lula mantém maior apoio à reeleição, com 54,8% dos entrevistados favoráveis. Já no Sul, a rejeição é mais expressiva: 66,1% afirmam que o presidente não merece um novo mandato. Nas demais regiões, também predomina a avaliação negativa. No Norte e Centro-Oeste, a rejeição chega a 59,5%, enquanto no Sudeste o índice é de 53,6%. No Nordeste, 42,6% dos entrevistados disseram que Lula não deveria ser reeleito. A pesquisa ouviu 2.080 eleitores entre os dias 25 e 28 de março de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00873/2026.
O cenário político em Barra da Estiva ganhou um novo capítulo com a mudança de posicionamento do ex-prefeito João de Didi. Após anos sendo identificado como aliado do grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues e pelo ex-governador Rui Costa, o ex-gestor decidiu declarar apoio ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto na disputa pelo Governo da Bahia. Com dois mandatos consecutivos à frente do município e histórico de votação expressiva, João de Didi esteve reunido com ACM Neto, acompanhado de vereadores que integram sua base política. O encontro também contou com a presença do deputado estadual Sandro Régis, que passa a ter o respaldo das lideranças locais ligadas ao ex-prefeito. Aliado do deputado estadual Nelson Leal, João mantém influência no cenário político regional, o que pode ampliar o peso da adesão no redesenho das forças para as próximas eleições.
O vereador Gilmar Frigo (PSD), 45 anos, e a esposa dele, a professora Clarice Sartoro Frigo, 47, foram encontrados mortos dentro da própria casa na manhã deste domingo (15), na zona rural de Boa Vista da Aparecida, no Paraná. Clarice era professora da rede municipal de ensino e servidora pública. Gilmar cumpria seu primeiro mandato como vereador, eleito para o período de 2025 a 2028. Antes da política, trabalhava como motorista de ônibus. A Polícia Civil informou que a suspeita inicial é de que o homem tenha matado a esposa e, em seguida, tirado a própria vida. A corporação ressaltou, no entanto, que a hipótese será investigada e que um inquérito policial será instaurado para apurar todas as circunstâncias do caso. A Prefeitura de Boa Vista da Aparecida decretou luto oficial de três dias e suspendeu o expediente das repartições públicas nesta segunda-feira (16), exceto nos serviços essenciais. O município tem cerca de 8 mil habitantes.