O presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, criticou o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), durante um evento político realizado na terça-feira (14), no bairro de Pau da Lima, em Salvador. Em seu discurso, Roma questionou a atuação do ministro na área da saúde e voltou a defender a união da oposição baiana para as eleições de 2026. Durante a agenda, o dirigente do PL afirmou que o Tribunal de Contas da União (TCU) teria rejeitado a execução de mais de R$ 50 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinados à saúde, atribuindo o resultado a uma gestão considerada ineficiente. As declarações ocorrem em meio à troca de críticas entre integrantes da oposição e Rui Costa sobre a condução da saúde pública. João Roma também saiu em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pré-candidato classificou como desproporcionais as decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiram contatos do ex-chefe do Executivo. Segundo ele, as medidas representam perseguição política e contribuem para ampliar a polarização no país. Ao abordar o cenário eleitoral de 2026, Roma reafirmou o alinhamento entre o PL e o grupo liderado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). De acordo com o presidente estadual do partido, lideranças nacionais da direita, como os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, consideram ACM Neto o principal nome da oposição para disputar o Governo da Bahia nas próximas eleições. As declarações foram feitas durante um encontro político promovido pelo PL na capital baiana.
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