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Convenção oficializa ACM Neto como candidato ao Governo da Bahia
ELEIçõES 2026 22/Jul/2026 - 18h13
Foto: Divulgação

Convenção oficializa ACM Neto como candidato ao Governo da Bahia

A convenção do União Brasil e dos partidos que integram a aliança de oposição oficializou, na tarde desta quarta-feira (22), a candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao Governo da Bahia. O evento, realizado no Centro de Convenções de Salvador, também confirmou Zé Cocá (PP) como candidato a vice-governador e Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL) como candidatos ao Senado. A convenção reuniu lideranças da federação União Brasil/PP, PL, federação PSDB/Cidadania, Republicanos, Novo, federação Solidariedade/PRD e Podemos, marcando o início oficial da campanha da chapa. Antes do evento, ACM Neto concedeu entrevista coletiva e afirmou que o cenário eleitoral de 2026 é diferente do enfrentado em 2022. Segundo ele, o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que anteriormente era pouco conhecido do eleitorado, agora será avaliado pela gestão realizada nos últimos anos. Durante a coletiva, o candidato também criticou a administração estadual e contestou a declaração de Jerônimo Rodrigues de que teria cumprido 92% das promessas de governo. ACM Neto citou dados divulgados pelo portal G1 para afirmar que parte significativa dos compromissos assumidos não foi executada e declarou que, se estivesse na condição do atual governador, não disputaria a reeleição. O ex-prefeito de Salvador afirmou ainda que chega à nova disputa mais preparado do que na eleição anterior, destacando a experiência adquirida ao longo de sua trajetória política e administrativa. Na ocasião, ACM Neto apresentou o slogan da campanha, "Mudança com Segurança". Segundo ele, a expressão foi definida pela equipe de marketing para representar, de um lado, o desejo de mudança manifestado por parte da população baiana e, de outro, transmitir confiança na condução de um eventual governo. De acordo com o candidato, o termo "segurança" possui dois significados: faz referência ao enfrentamento da violência no estado e também busca destacar sua experiência administrativa, citando os oito anos à frente da Prefeitura de Salvador como credencial para governar a Bahia.

João Roma critica Rui Costa e defende Bolsonaro durante evento em Salvador
BAHIA 15/Jul/2026 - 10h59
Foto: Patrick Cassiano - Blog Regional

João Roma critica Rui Costa e defende Bolsonaro durante evento em Salvador

O presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, criticou o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), durante um evento político realizado na terça-feira (14), no bairro de Pau da Lima, em Salvador. Em seu discurso, Roma questionou a atuação do ministro na área da saúde e voltou a defender a união da oposição baiana para as eleições de 2026. Durante a agenda, o dirigente do PL afirmou que o Tribunal de Contas da União (TCU) teria rejeitado a execução de mais de R$ 50 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinados à saúde, atribuindo o resultado a uma gestão considerada ineficiente. As declarações ocorrem em meio à troca de críticas entre integrantes da oposição e Rui Costa sobre a condução da saúde pública. João Roma também saiu em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O pré-candidato classificou como desproporcionais as decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiram contatos do ex-chefe do Executivo. Segundo ele, as medidas representam perseguição política e contribuem para ampliar a polarização no país. Ao abordar o cenário eleitoral de 2026, Roma reafirmou o alinhamento entre o PL e o grupo liderado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). De acordo com o presidente estadual do partido, lideranças nacionais da direita, como os governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, consideram ACM Neto o principal nome da oposição para disputar o Governo da Bahia nas próximas eleições. As declarações foram feitas durante um encontro político promovido pelo PL na capital baiana.

Lula anuncia Teresa Leitão como nova líder do governo no Senado
BRASIL 26/Jun/2026 - 22h36
Foto: Divulgação / Senado

Lula anuncia Teresa Leitão como nova líder do governo no Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira (25), a senadora Teresa Leitão (PT-PE) como a nova líder do governo no Senado Federal. A escolha foi divulgada por meio das redes sociais do presidente e ocorre após o afastamento do senador Jaques Wagner (PT-BA) da função.


Segundo Lula, Teresa Leitão terá a missão de coordenar a articulação política do governo na Casa, conduzindo o diálogo com os parlamentares e acompanhando a tramitação de projetos considerados prioritários para o Executivo. Entre as pautas citadas pelo presidente estão a proposta que trata do fim da escala de trabalho 6x1 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.


A mudança na liderança ocorre após Jaques Wagner deixar o cargo na quarta-feira (24). O senador baiano foi alvo de uma operação da Polícia Federal na semana passada, no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de corrupção relacionadas ao caso do Banco Master.


De acordo com a investigação, Wagner é suspeito de ter recebido vantagens indevidas do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio da instituição financeira. O parlamentar, no entanto, nega qualquer irregularidade e afirmou estar "absolutamente tranquilo" em relação às apurações conduzidas pelas autoridades.


Com a nomeação de Teresa Leitão, o governo busca manter a articulação política no Senado e assegurar o avanço das propostas consideradas estratégicas para a administração federal. A senadora pernambucana passa a exercer a função de interlocutora do Palácio do Planalto junto aos parlamentares da Casa.

Jaques Wagner critica rejeição de Jorge Messias ao STF e nega erro na articulação no Senado
POLíTICA 06/Mai/2026 - 15h49
Foto: Blog Regional

Jaques Wagner critica rejeição de Jorge Messias ao STF e nega erro na articulação no Senado

O senador Jaques Wagner (PT) comentou a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, após votação no Senado. Em entrevista, ele negou ter cometido erro na contagem de votos e classificou como injusto o tratamento dado ao indicado durante o processo. Segundo Wagner, o momento ainda é recente e foi marcado por desgaste emocional. O senador afirmou que Messias possui qualificação para o cargo e não deveria ter sido alvo de críticas durante a sabatina. De acordo com o parlamentar, antes da votação, a expectativa era de aprovação do nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que trabalhava com uma projeção de pelo menos 41 a 42 votos favoráveis, mas que o cenário mudou devido a articulações nos bastidores. Wagner destacou a dificuldade de prever resultados em votações secretas e afirmou que houve movimentações contrárias que não foram percebidas a tempo. Para ele, parte dos senadores utilizou a sabatina para fazer uma disputa política, em vez de avaliar critérios como conhecimento jurídico e reputação. O senador também negou ter atuado contra a indicação e afirmou que trabalhou pela aprovação de Messias. Segundo ele, críticas recebidas estariam relacionadas a uma disputa em torno do nome de Rodrigo Pacheco como alternativa para a vaga no STF. Por fim, Wagner afirmou que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ficou desgastada durante o processo. Ele ressaltou que, como líder do governo, mantém diálogo com diferentes parlamentares para viabilizar votações, mas reiterou que a escolha do indicado ao STF é prerrogativa do presidente da República.

Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa ao Senado na Bahia, aponta pesquisa
BAHIA 29/Abr/2026 - 16h47
Foto: Blog Regional

Rui Costa e Jaques Wagner lideram disputa ao Senado na Bahia, aponta pesquisa

Os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner aparecem na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado na Bahia, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29). O levantamento ouviu 1.200 eleitores em todo o estado entre os dias 23 e 27 de abril. No cenário de intenção de voto, Rui Costa registra 24%, seguido por Jaques Wagner, com 22%. Na sequência aparecem João Roma, com 9%, e Angelo Coronel, com 6%. Delliana Ricelli tem 1%, enquanto Marcelo Santtana não pontuou. O levantamento aponta ainda que 22% dos entrevistados pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 16% estão indecisos ou não souberam responder. Segundo os dados, metade do eleitorado afirma já ter definido o voto, enquanto 47% admitem a possibilidade de mudança até o pleito. Em relação ao alinhamento político, 47% dos entrevistados preferem candidatos ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 15% optam por nomes associados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Outros 33% demonstram preferência por candidatos independentes. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos, possui margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-03657/2026.

Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro por suposta ofensa a Lula
BRASIL 15/Abr/2026 - 10h23
Foto: Victor Piemonte/STF

Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro por suposta ofensa a Lula

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou a abertura de inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi tomada nesta terça-feira (14) após pedido da Polícia Federal, com base em solicitação do Ministério da Justiça. O caso teve origem em uma publicação feita pelo parlamentar em janeiro deste ano nas redes sociais. Segundo a Polícia Federal, o conteúdo divulgado associava Lula a crimes e ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A avaliação dos investigadores é de que a postagem foi realizada em ambiente público, com grande alcance, e teria imputado fatos criminosos ao chefe do Executivo. Na decisão, Moraes determinou o envio do caso à Polícia Federal para a realização das diligências iniciais. O prazo estabelecido para a apuração é de 60 dias, período em que deverão ser reunidos elementos para verificar se houve crime contra a honra do presidente. O inquérito busca esclarecer as circunstâncias da publicação e avaliar a eventual responsabilização do senador conforme a legislação penal vigente.

Angelo Coronel avalia nomes do interior para suplência ao Senado
BAHIA 08/Abr/2026 - 21h26
Foto: Redes Sociais

Angelo Coronel avalia nomes do interior para suplência ao Senado

O senador Angelo Coronel tem intensificado as articulações para definir os nomes que irão compor sua chapa na disputa pela reeleição ao Senado em 2026. Entre as possibilidades em análise, ganha força o nome da vereadora Edylene Ferreira (Republicanos), atual presidente da União dos Vereadores da Bahia (UVB). Com quatro mandatos e forte atuação na região sisaleira, Edylene reúne apoio entre lideranças municipais e dentro da própria UVB, o que dialoga com a estratégia do senador de incluir uma representação municipalista  preferencialmente feminina na composição. A movimentação também ocorre em meio a disputas internas na base oposicionista. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), já havia anunciado o nome do ex-deputado federal Marcelo Guimarães Filho (Podemos) como primeiro suplente de Coronel, fruto de um acordo político com o partido. Apesar disso, Coronel adota um discurso mais cauteloso e evita confirmar o nome, afirmando que a decisão ainda está em análise. Segundo ele, o Podemos pleiteia a indicação, mas há duas vagas de suplência em disputa, o que mantém o cenário aberto. Nos bastidores, a definição deve envolver equilíbrio político entre partidos aliados e a busca por representatividade regional, fator considerado estratégico para fortalecer a candidatura no interior do estado. A composição final da chapa ainda depende de ajustes entre lideranças e deve ser consolidada nas próximas semanas, à medida que as articulações eleitorais avançam na Bahia.

Após apelo de Nikolas Ferreira, Alcolumbre promete pautar veto
POLíTICA 08/Abr/2026 - 21h22
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Após apelo de Nikolas Ferreira, Alcolumbre promete pautar veto

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta quarta-feira (8) que pretende convocar uma sessão do Congresso Nacional para analisar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que trata da dosimetria das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. A decisão ocorre após pressão de parlamentares, incluindo o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que pediu publicamente a votação do tema. O parlamentar chegou a divulgar um vídeo nas redes sociais defendendo a análise do veto, que ultrapassou 100 milhões de visualizações. O projeto, aprovado pelo Congresso em dezembro do ano passado, propõe alterações no cálculo das penas aplicadas a condenados por participação nos atos, incluindo casos já julgados ou em andamento. O texto foi vetado integralmente pelo presidente da República. Durante sessão no Senado, Alcolumbre afirmou que a pauta ainda será definida e pode não incluir todos os itens pendentes. Segundo ele, a prioridade é deliberar sobre o veto, considerado um tema relevante que depende de decisão do Congresso. “Essa pauta cabe ao presidente do Senado, e eu vou exercer essa prerrogativa. Nosso desejo é realizar essa sessão o mais rápido possível para deliberarmos sobre esse assunto”, afirmou. Além da discussão sobre a dosimetria, parlamentares da oposição também defendem a inclusão de outros temas, como a leitura de requerimento para instalação de uma CPMI envolvendo o Banco Master. A realização da sessão depende de alinhamento com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, já que as reuniões conjuntas acontecem no plenário da Casa. O tema deve seguir no centro do debate político nos próximos dias, com articulações entre governo e oposição em torno da pauta.

Pagamentos a escritório ligado à família de ministro do STF chegam a R$ 80 milhões
JUSTIçA 08/Abr/2026 - 21h08
Foto: Divulgação/STF

Pagamentos a escritório ligado à família de ministro do STF chegam a R$ 80 milhões

Documentos da Receita Federal do Brasil enviados à CPI do Senado que investiga o crime organizado indicam que pagamentos declarados pelo Banco Master ao escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados somaram cerca de R$ 80,2 milhões entre 2024 e 2025. Os dados apontam que, em 2024, foram registrados 11 repasses mensais de aproximadamente R$ 3,6 milhões, totalizando R$ 40,1 milhões. Já em 2025, o valor declarado repete o mesmo montante anual, embora sem detalhamento mês a mês. O escritório tem entre suas sócias Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Procurado, o escritório afirmou que não confirma as informações divulgadas, alegando que os dados fiscais são sigilosos e teriam sido vazados de forma ilícita. No entanto, não apresentou valores alternativos. A assessoria do ministro também foi acionada, mas não houve manifestação até a publicação. Segundo informações divulgadas anteriormente, o contrato entre o banco e o escritório previa pagamentos que poderiam chegar a R$ 129 milhões ao longo de três anos, com média de R$ 3,6 milhões mensais. Ainda conforme os registros, o banco declarou recolhimento de cerca de R$ 2,4 milhões por ano em impostos retidos na fonte sobre os pagamentos, o que indica valores líquidos próximos de R$ 37,6 milhões anuais ao escritório. Em nota pública, o Barci de Moraes afirmou que prestou serviços de consultoria jurídica ao banco entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, período em que teria realizado 94 reuniões de trabalho, com participação de uma equipe de 15 advogados, além da contratação de outros escritórios especializados. A banca também destacou que não atuou em processos do banco no âmbito do STF. O caso segue sob análise da comissão parlamentar, em meio a questionamentos sobre a natureza e os valores do contrato firmado.

Estatuto dos Cães e Gatos pode ampliar pena para quem maltrata animais
BRASIL 25/Fev/2026 - 00h00
Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Estatuto dos Cães e Gatos pode ampliar pena para quem maltrata animais

O Projeto de Lei 6.191/2025 que institui o Estatuto dos Cães e Gatos prevê pena de seis meses a dez anos de reclusão para quem matar ou torturar cães ou gatos. O texto foi aprovado por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos do Senado e agora está em análise na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania. Elaborada com a participação de entidades de defesa animal e especialistas em direito animal a proposta é dividida em 12 capítulos e 60 artigos. O estatuto estabelece princípios garantias direitos e deveres voltados à proteção saúde e bem estar dos animais além de disciplinar a convivência com a sociedade. O projeto cria um marco regulatório para o tratamento digno e responsável de cães e gatos e amplia punições para maus tratos. Ficam proibidos abandono agressões mutilações estéticas uso em rinhas restrição injustificada de liberdade e testes que provoquem sofrimento. Também são vedados confinamento inadequado comercialização clandestina e a negação de água e alimentação. O texto introduz o conceito de animais comunitários que são cães e gatos em situação de rua com vínculos com determinada comunidade. Prevê ainda a custódia responsável compromisso legal e ético do tutor de garantir condições adequadas de cuidado. A adoção passa a exigir que o responsável tenha mais de 18 anos comprove condições adequadas e não possua antecedentes por maus tratos. O texto determina que a adoção deve atender prioritariamente aos interesses do animal sobretudo em casos de trauma ou abandono. Relator da proposta o senador Paulo Paim afirmou que o estatuto é uma resposta firme a episódios recentes de violência contra animais e defendeu a consolidação de direitos fundamentais como a vida a integridade e o bem estar. Se aprovado nas próximas etapas o projeto seguirá para análise da Câmara dos Deputados.

Rui Costa define chapa governista para 2026 e deixa Angelo Coronel fora do arranjo
POLíTICA 26/Jan/2026 - 11h24
Foto: Blog Regional

Rui Costa define chapa governista para 2026 e deixa Angelo Coronel fora do arranjo

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou publicamente a composição da chapa governista para as eleições de 2026 na Bahia e deixou o senador Angelo Coronel fora do arranjo. A declaração foi feita durante visita ao município de Maracás, no Vale do Jiquiriçá, no sábado, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Jaques Wagner. Durante entrevista, Rui Costa disse que deixará o ministério no fim de março para disputar uma vaga no Senado e que a chapa majoritária seria formada por Jerônimo Rodrigues na disputa pelo governo e Jaques Wagner ao Senado. O ministro também voltou a descartar qualquer possibilidade de disputar o governo estadual. A agenda em Maracás incluiu a inauguração de uma escola em tempo integral e simbolizou a unidade do grupo petista. Angelo Coronel e o senador Otto Alencar não participaram do evento. As declarações de Rui contrastam com o posicionamento adotado por Jerônimo Rodrigues, que tem evitado tratar a chapa como definida e afirma que as negociações seguem em andamento, sem descartar publicamente Coronel. Jaques Wagner tem sinalizado preferência por uma chapa composta apenas por nomes do PT, mas também afirma que o processo de negociação ainda não foi encerrado. O presidente Lula deve participar das articulações políticas. Do lado do PSD, Angelo Coronel mantém o discurso de que será candidato à reeleição. Otto Alencar já declarou que o senador terá legenda para concorrer, mesmo que de forma independente, caso fique fora da chapa governista.

Jerônimo diz ser o único pré-candidato ao governo pela base aliada
BAHIA 26/Jan/2026 - 10h29
Foto: Blog Regional

Jerônimo diz ser o único pré-candidato ao governo pela base aliada

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, negou rumores de que poderia abrir mão da pré-candidatura à reeleição para dar lugar ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, na disputa pelo Palácio de Ondina. Em entrevista à Rádio Baiana FM, o petista classificou as informações como falsas e afirmou que não há debate interno sobre mudança na cabeça da chapa governista. Segundo Jerônimo, a discussão dentro da base aliada está concentrada na definição das vagas ao Senado, que envolvem os nomes dos senadores Jaques Wagner, Angelo Coronel e Rui Costa. O governador afirmou que sua condição de pré-candidato ao governo está consolidada e que não foi questionada em nenhum momento. Jerônimo também afirmou que, no âmbito do PT, não houve abertura para disputa interna pelo governo estadual. De acordo com ele, nenhum outro nome do partido se colocou para concorrer ao cargo, o que mantém sua pré-candidatura como consenso até o momento. O governador disse ainda que a composição da chapa está em construção e que a definição final deve ocorrer a partir do diálogo entre os aliados.

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