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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorização para a realização de uma cirurgia no ombro direito. O procedimento está previsto para ocorrer entre sexta-feira (24) e sábado (25). De acordo com o pedido encaminhado ao Supremo, os advogados alegam necessidade médica para a intervenção, que tem como objetivo tratar lesões no manguito rotador. A solicitação inclui autorização para todas as etapas do tratamento, abrangendo desde a preparação até o período de recuperação. A análise do ministro é necessária em razão da situação jurídica do ex-presidente, que cumpre pena após condenação relacionada a uma tentativa de golpe de Estado. Em decisão anterior, foi concedido a Bolsonaro o direito à prisão domiciliar por questões de saúde, após internação em unidade de terapia intensiva em um hospital de Brasília. Antes da medida, ele estava custodiado em uma unidade da Polícia Militar do Distrito Federal. O pedido atual aguarda deliberação do relator, que deverá decidir sobre a autorização para a realização do procedimento cirúrgico.
O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, e apresenta inchaço e irritabilidade, segundo atualização divulgada na noite deste domingo (15) pelo filho, o ex-vereador Carlos Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, Carlos afirmou que o inchaço seria efeito colateral dos antibióticos administrados durante o tratamento. Bolsonaro foi hospitalizado na sexta-feira (13) após apresentar febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Os médicos diagnosticaram broncopneumonia bacteriana bilateral. Segundo Carlos Bolsonaro, a equipe médica teria alertado que o quadro poderia ter evoluído para óbito caso o atendimento tivesse demorado mais. Na sexta-feira, o médico Claudio Birolini já havia indicado risco de evento potencialmente fatal diante da gravidade da infecção pulmonar. O ex-presidente segue sob monitoramento intensivo e em tratamento com antibióticos.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (10) a visita do assessor sênior do governo do presidente Donald Trump, Darren Beattie, ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso em Brasília. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão na unidade conhecida como Papudinha, no Distrito Federal, após condenação por tentativa de golpe de Estado. Por determinação judicial, todas as visitas ao ex-presidente precisam de autorização prévia de Moraes, relator do processo no STF. No pedido encaminhado ao ministro, a defesa solicitou que o encontro com o assessor norte-americano ocorresse nos dias (16) ou (17) de março. Na decisão, no entanto, Moraes determinou que a visita seja realizada no dia (18), uma quarta-feira, entre 8h e 10h. De acordo com o despacho, não há previsão legal para alteração do calendário regular de visitas no estabelecimento prisional. O ministro destacou que os visitantes devem se adequar às regras do presídio, com o objetivo de preservar a organização administrativa e a segurança da unidade. A decisão também autoriza que Darren Beattie esteja acompanhado de um intérprete durante o encontro, desde que o nome do profissional seja informado previamente à administração do presídio.
A CPI do Crime Organizado aprovou, na quarta-feira (25), a convocação do ex-ministro da Cidadania João Roma, atual presidente do PL na Bahia, para prestar depoimento nas próximas semanas. Como convocado, ele terá comparecimento obrigatório diante do colegiado. João Roma integrou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e comandou o Ministério da Cidadania. Segundo o relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), a convocação não implica, necessariamente, que o ex-ministro seja alvo de investigação formal. O parlamentar afirmou que a CPI também chama testemunhas consideradas relevantes para o esclarecimento dos fatos, destacando que o crime organizado depende de infiltração em estruturas financeiras para prosperar. Após a decisão, João Roma se manifestou por meio das redes sociais. Ele declarou não ter qualquer relação com os fatos investigados e classificou a convocação como de natureza política. Em publicação, afirmou que a medida envolveria também o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e criticou o que chamou de movimento sem fundamento razoável. O ex-ministro atribuiu a iniciativa a uma estratégia política para desviar o foco de questões da atual gestão federal. Além da convocação, os senadores aprovaram a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do Banco Master, bem como o envio de relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Também foram autorizadas diligências relacionadas a empresas vinculadas ao grupo financeiro investigado. A comissão tem como objetivo aprofundar a apuração sobre possíveis conexões entre organizações criminosas e estruturas do Estado, com foco em movimentações financeiras e relações societárias. As oitivas devem ter início nas próximas semanas. Entre as convocações aprovadas estão Paulo Guedes, João Roma e Ronaldo Vieira Bento. Já na condição de convidados constam nomes como os ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Alexandre de Moraes; Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central; Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil; Tomás Miguel Ribeiro Paiva, comandante do Exército; além de integrantes do Ministério Público, Polícia Federal, Polícia Civil, especialistas em compliance, financiamento ao terrorismo e representantes de órgãos de segurança pública no Brasil e na Argentina.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro solicitou uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tratar da situação de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pedir a concessão de prisão domiciliar. A informação foi divulgada pelo blog da jornalista Andréia Sadi. Segundo a publicação, Michelle relatou ao magistrado viver um drama pessoal diante das condições de saúde do marido. Jair Bolsonaro está preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. O pedido ocorre após o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, negar recentemente mais uma solicitação da defesa para a substituição da prisão por regime domiciliar. Paralelamente, parlamentares aliados do ex-presidente articulam uma ofensiva política no Congresso. De acordo com o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), 145 deputados assinaram um pedido de prisão domiciliar humanitária em favor de Bolsonaro. O documento foi apresentado como forma de pressionar o Judiciário a reavaliar a situação do ex-presidente. Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não se manifestou sobre o pedido de audiência feito por Michelle Bolsonaro.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou de forma permanente a visitação de familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Com a decisão, ficam liberadas as visitas dos filhos que residem no Brasil — Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura — além da enteada Letícia Firmo. As visitas poderão ocorrer sem necessidade de novas autorizações judiciais, desde que respeitados os horários e normas previstos em portaria interna da Polícia Federal. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses, em regime inicial fechado, após condenação por coordenar a tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente está detido na Superintendência da Polícia Federal, no Distrito Federal. Na decisão, Moraes destacou que, cumpridas as exigências legais, a visitação permanente está assegurada aos familiares autorizados, conforme regras estabelecidas pela administração da PF. O ministro também ressaltou que permanece válida a autorização concedida anteriormente à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que já possui permissão permanente para visitar o ex-presidente desde dezembro. Ficou de fora da decisão o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro, que reside nos Estados Unidos desde março de 2025. Em dezembro, ele perdeu o mandato parlamentar por ausência em sessões deliberativas da Câmara dos Deputados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (11) que o ex-presidente Jair Bolsonaro passe por uma perícia médica no prazo de até 15 dias. A medida tem como objetivo avaliar a real necessidade de um procedimento cirúrgico solicitado pela defesa do ex-chefe do Executivo. Na decisão, o ministro destacou que exames médicos realizados antes da prisão de Bolsonaro, ocorrida em 22 de novembro, não apontaram urgência para qualquer intervenção cirúrgica. Moraes ressaltou ainda que, desde o início do cumprimento da pena, o ex-presidente tem tido acesso a acompanhamento médico contínuo. Segundo o despacho, não houve registro de agravamento do estado de saúde ou de situação clínica emergencial após a prisão. A avaliação médica agora determinada deverá esclarecer se há fundamento técnico para o pedido apresentado pelos advogados. Bolsonaro iniciou no final de novembro o cumprimento de pena de 27 anos e três meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, após condenação relacionada à tentativa de ruptura institucional para permanecer no poder depois das eleições de 2022. O ex-presidente está detido em uma sala especial adaptada em um prédio da Polícia Federal, em Brasília. Desde então, tem recebido autorização judicial para visitas de familiares e encontros com sua equipe jurídica.
A pré-candidata a deputada federal em 2026, Raissa Soares (PL), afirmou nesta quarta-feira (10) que o pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), não conseguirá vencer o governador Jerônimo Rodrigues (PT) sem o apoio do grupo alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada durante entrevista ao bahia.ba na Assembleia Legislativa da Bahia. Raissa disse que a união com o PL será indispensável para que o ex-prefeito de Salvador tenha competitividade na disputa estadual. Segundo ela, o cenário presidencial também interfere na estratégia, citando que o União Brasil já lançou Ronaldo Caiado para a Presidência da República, enquanto o PL trabalha o nome do senador Flávio Bolsonaro. A pré-candidata avalia que, apesar do grande número de nomes colocados nacionalmente, a direita tende a se unir no segundo turno, fortalecendo candidaturas estaduais vinculadas ao grupo. Ela também apontou a possibilidade de João Roma, presidente do PL na Bahia, integrar a chapa de ACM Neto como candidato ao Senado, o que, segundo afirmou, poderia ampliar as chances do ex-prefeito. Raissa intensificou críticas ao governo do estado, mencionando dificuldades na saúde, educação, segurança pública e infraestrutura. Ela também criticou o novo pedido de empréstimo solicitado pela gestão estadual, afirmando que a Bahia enfrenta uma crise financeira prolongada. Ao comentar o cenário nacional, Raissa voltou a criticar o governo federal. Segundo ela, há aumento do assistencialismo, dificuldades econômicas e redução de empregos. A pré-candidata citou ainda sua atuação durante a pandemia da Covid-19 como marco de sua entrada na política. Raissa reforçou que seguirá com sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados e afirmou que sua atuação no período da pandemia motivou sua decisão de disputar novamente uma vaga no Congresso.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o Projeto de Lei 2162/23, conhecido como PL da Dosimetria, que recalcula e reduz as penas impostas aos condenados pela trama golpista e pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O texto também alcança o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por liderar a articulação golpista. As informações são do Metrópoles. A sessão foi aberta às 1h38 e o resultado anunciado às 2h25 pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O placar registrou 291 votos favoráveis e 148 contrários. A oposição bolsonarista orientou voto a favor e tratou a aprovação como vitória parcial, já que antes tentava articular uma anistia ampla, não obtida. O projeto segue agora para o Senado Federal. O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou em plenário, na terça-feira (09), que pretende colocar o texto em análise ainda em 2025. A votação ocorreu em meio a uma disputa entre governistas e oposição. Aliados do governo tentaram retirar o projeto de pauta, mas o requerimento foi rejeitado por 294 votos a 146. Em seguida, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, apresentou pedido de adiamento da votação, que também foi derrotado. Em setembro, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado. Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde 22 de novembro. Com a aprovação do PL da Dosimetria, a expectativa é de que o ex-presidente cumpra um período menor de prisão, caso o texto seja aprovado também pelo Senado.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi apontado nesta sexta-feira (5) como o escolhido do ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar o Palácio do Planalto em 2026. A definição foi comunicada pelo próprio parlamentar após um encontro do ex-presidente com a Polícia Federal, em Brasília. No anúncio, Flávio informou que recebeu a indicação como uma tarefa de grande peso político e afirmou que o movimento representa o alinhamento do grupo bolsonarista para a próxima eleição presidencial. Segundo ele, a decisão reflete o entendimento de que a família Bolsonaro e o Partido Liberal devem apresentar um nome competitivo na disputa nacional. O senador afirmou que a escolha ocorre em um momento que considera delicado para o país, citando dificuldades econômicas, aumento de tributos e problemas na área de segurança. Para ele, a candidatura surge como resposta ao que classifica como desafios acumulados pelo governo federal. Flávio Bolsonaro destacou ainda que pretende defender as pautas que marcaram os governos e campanhas anteriores de seu grupo político. Ele afirmou que acredita em um novo ciclo para o país e disse confiar que sua atuação será direcionada por convicções pessoais e princípios democráticos. Com a indicação, o PL dá início à fase de articulação para montar a estratégia eleitoral de 2026, posicionando o senador como o principal nome do campo bolsonarista na corrida pelo Planalto.
Três dos quatro filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a criticar publicamente Michelle Bolsonaro após discordarem de sua postura dentro do grupo político da família. Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro reagiram à forma como a ex-primeira-dama se posicionou contra a aproximação do PL no Ceará com Ciro Gomes, movimento articulado pelo deputado estadual André Fernandes. A primeira manifestação veio de Flávio Bolsonaro, que afirmou ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, que as críticas de Michelle ao acordo foram autoritárias e constrangedoras. Segundo ele, a articulação conduzida por André Fernandes havia sido autorizada pelo próprio Jair Bolsonaro. Após a fala do senador, Eduardo Bolsonaro também contestou a atitude de Michelle. Ele afirmou que ela foi injusta e desrespeitosa com André Fernandes ao repreendê-lo publicamente durante um evento e defendeu que não cabia questionar a articulação, já que a movimentação seguia orientação do ex-presidente. Carlos Bolsonaro se somou às críticas dos irmãos e publicou que o grupo precisa se manter unido e respeitar a liderança de Jair Bolsonaro, evitando influências externas que dificultem o alinhamento interno. A discordância ganhou força depois que Michelle reprovou a aproximação política entre André Fernandes, que preside o PL no Ceará, e Ciro Gomes, reforçando um novo capítulo de tensão dentro da família Bolsonaro.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal registre e fiscalize todas as marmitas entregues ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (1) e inclui o monitoramento da rotina alimentar do ex-presidente. O despacho também autoriza o cadastramento das três pessoas responsáveis pela preparação e entrega da alimentação especial. Elas deverão assinar um termo de responsabilidade, enquanto a Polícia Federal ficará encarregada de definir os horários das entregas e registrar o conteúdo recebido. Segundo familiares, Bolsonaro segue uma dieta específica por recomendação médica. Em 25 de novembro, após visitá-lo, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-presidente necessita de alimentação controlada por causa de sequelas de cirurgias e alterações no fluxo intestinal. A determinação de Moraes adiciona uma nova camada de controle às condições de acompanhamento impostas ao ex-presidente.