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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2949 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (9). Com isso, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 38 milhões para o próximo sorteio. As dezenas sorteadas foram: 04, 06, 11, 38, 49 e 54. De acordo com a Caixa Econômica Federal, 28 apostas acertaram cinco números e cada uma receberá R$ 56.175,26. Outras 2.366 apostas acertaram quatro dezenas e terão direito ao prêmio de R$ 1.095,81. O próximo sorteio será realizado no sábado, com expectativa de novo movimento nas casas lotéricas em razão do valor acumulado.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a ocupação da cadeira da Presidência por Glauber Braga durante sessão desta terça-feira representou um desrespeito ao Legislativo. O episódio ocorreu durante a etapa de debates no plenário, quando o parlamentar do Psol permaneceu sentado na cadeira mesmo após pedido para que deixasse o local, o que levou à interrupção dos trabalhos. Após a situação, policiais legislativos foram acionados e retiraram o deputado da Mesa. Motta declarou que a postura rompeu com o funcionamento regular da Casa e destacou que as regras internas determinam limites para a atuação dos parlamentares em plenário. Ele informou que seguiu os protocolos de segurança previstos no regimento e que determinou apuração sobre eventuais excessos cometidos contra profissionais de imprensa durante o tumulto. A liderança do Psol reagiu ao episódio e afirmou que a Casa adotou tratamento distinto em relação a outras ocupações da Mesa, feitas anteriormente por parlamentares de oposição. Deputados governistas criticaram a condução da sessão, enquanto integrantes da oposição defenderam a retirada de Braga e classificaram a ação como necessária para restabelecer a ordem em plenário. O episódio aconteceu em meio à indicação de que os pedidos de cassação de Glauber Braga e Carla Zambelli serão votados nesta quarta-feira. A cassação de Braga foi aprovada pelo Conselho de Ética após análise de denúncia que envolve agressões físicas ocorridas no ano passado no interior da Câmara. O parlamentar voltou a se manifestar no plenário e afirmou que a decisão afeta diretamente o mandato concedido pelos eleitores do Rio de Janeiro. As discussões seguiram com trocas de críticas entre parlamentares da base do governo e da oposição sobre a conduta no plenário e a atuação da Polícia Legislativa. A sessão foi retomada após a reorganização da Mesa e a definição da pauta da semana.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10), o Projeto de Lei 2162/23, conhecido como PL da Dosimetria, que recalcula e reduz as penas impostas aos condenados pela trama golpista e pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O texto também alcança o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por liderar a articulação golpista. As informações são do Metrópoles. A sessão foi aberta às 1h38 e o resultado anunciado às 2h25 pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O placar registrou 291 votos favoráveis e 148 contrários. A oposição bolsonarista orientou voto a favor e tratou a aprovação como vitória parcial, já que antes tentava articular uma anistia ampla, não obtida. O projeto segue agora para o Senado Federal. O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou em plenário, na terça-feira (09), que pretende colocar o texto em análise ainda em 2025. A votação ocorreu em meio a uma disputa entre governistas e oposição. Aliados do governo tentaram retirar o projeto de pauta, mas o requerimento foi rejeitado por 294 votos a 146. Em seguida, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, apresentou pedido de adiamento da votação, que também foi derrotado. Em setembro, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado. Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde 22 de novembro. Com a aprovação do PL da Dosimetria, a expectativa é de que o ex-presidente cumpra um período menor de prisão, caso o texto seja aprovado também pelo Senado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece novamente em primeiro lugar nas intenções de voto para um eventual segundo turno das eleições de 2026, segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6). O levantamento mostra o petista com 51%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 36%, mantendo uma diferença de 15 pontos percentuais. As entrevistas foram realizadas entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes de Flávio ser oficialmente colocado como possível nome do PL para a disputa. A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais. Em relação ao último levantamento, de julho, Lula ampliou sua vantagem: na ocasião, o petista somava 48%, contra 37% do adversário. De acordo com o instituto, o peso do desgaste político da família Bolsonaro influencia no desempenho atual do senador. O Datafolha também testou outros cenários de segundo turno. Contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 47%, enquanto o governador paulista marca 42%. Em eventual disputa contra Ratinho Jr., o presidente teria 47% e o paranaense, 41%. Entre os integrantes da família Bolsonaro, o desempenho é ainda menor: Eduardo Bolsonaro alcança 35% ante 52% de Lula; Michelle Bolsonaro aparece com 39%, contra 50% do petista. O instituto ainda simulou um confronto direto entre Lula e Jair Bolsonaro, considerando o período anterior ao impedimento da possível candidatura do ex-presidente. Nesse recorte, Lula venceria por 49% a 40%, ampliando a diferença observada na pesquisa anterior, quando pontuava 47% contra 43%. No cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41% em diversas combinações. Com Flávio Bolsonaro na disputa, o senador aparece com 18%, seguido por Ratinho Jr. (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Em outra simulação, com Michelle Bolsonaro, Lula mantém 41%, enquanto ela atinge 24%. Quando Tarcísio de Freitas é testado, o governador paulista chega a 23%, mas o presidente continua isolado na frente, com 41%. O Datafolha não acionou cenários envolvendo possíveis alianças e afirmou que novas pesquisas serão realizadas à medida que o cenário eleitoral avançar.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi apontado nesta sexta-feira (5) como o escolhido do ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar o Palácio do Planalto em 2026. A definição foi comunicada pelo próprio parlamentar após um encontro do ex-presidente com a Polícia Federal, em Brasília. No anúncio, Flávio informou que recebeu a indicação como uma tarefa de grande peso político e afirmou que o movimento representa o alinhamento do grupo bolsonarista para a próxima eleição presidencial. Segundo ele, a decisão reflete o entendimento de que a família Bolsonaro e o Partido Liberal devem apresentar um nome competitivo na disputa nacional. O senador afirmou que a escolha ocorre em um momento que considera delicado para o país, citando dificuldades econômicas, aumento de tributos e problemas na área de segurança. Para ele, a candidatura surge como resposta ao que classifica como desafios acumulados pelo governo federal. Flávio Bolsonaro destacou ainda que pretende defender as pautas que marcaram os governos e campanhas anteriores de seu grupo político. Ele afirmou que acredita em um novo ciclo para o país e disse confiar que sua atuação será direcionada por convicções pessoais e princípios democráticos. Com a indicação, o PL dá início à fase de articulação para montar a estratégia eleitoral de 2026, posicionando o senador como o principal nome do campo bolsonarista na corrida pelo Planalto.
O Ministério da Justiça formalizou, nesta quarta-feira (3), a demissão de Anderson Torres e Alexandre Ramagem dos quadros da Polícia Federal. A decisão foi assinada pelo ministro Ricardo Lewandowski e publicada após comunicação do Supremo Tribunal Federal sobre as condenações de ambos. Ramagem, que estava licenciado do cargo de delegado e exerceu a direção-geral da Agência Brasileira de Inteligência no governo Bolsonaro, foi condenado a 16 anos e um mês por participação em tentativa de golpe de Estado. Já Torres, ex-ministro da Justiça, recebeu pena de 24 anos pelo mesmo caso. As portarias encerram o vínculo estatutário dos dois servidores com a corporação. O desligamento ocorre em razão da perda de cargo público, prevista após decisões judiciais transitadas na esfera penal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou, nesta terça-feira (2), ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma conversa de 40 minutos que tratou de temas da agenda comercial, econômica e de cooperação no combate ao crime organizado internacional. O diálogo ocorreu às 12h, horário de Brasília. Lula avaliou como positiva a decisão dos Estados Unidos de retirar a tarifa adicional de 40% aplicada a produtos brasileiros, entre eles carne, café e frutas. Ele ressaltou que ainda existem outros itens tarifados que precisam ser discutidos e afirmou que o Brasil pretende avançar rapidamente nas negociações com o governo norte-americano. O presidente também destacou a necessidade de ampliar a cooperação entre os dois países no enfrentamento ao crime organizado. Ele mencionou operações recentes conduzidas no Brasil com o objetivo de restringir financeiramente essas organizações e apontou ramificações que atuam a partir do exterior. Trump demonstrou disposição para colaborar e afirmou que apoiará iniciativas conjuntas na área de segurança. Os dois presidentes concordaram em retomar o diálogo em breve para acompanhar o andamento das ações tratadas na ligação.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal registre e fiscalize todas as marmitas entregues ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (1) e inclui o monitoramento da rotina alimentar do ex-presidente. O despacho também autoriza o cadastramento das três pessoas responsáveis pela preparação e entrega da alimentação especial. Elas deverão assinar um termo de responsabilidade, enquanto a Polícia Federal ficará encarregada de definir os horários das entregas e registrar o conteúdo recebido. Segundo familiares, Bolsonaro segue uma dieta específica por recomendação médica. Em 25 de novembro, após visitá-lo, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-presidente necessita de alimentação controlada por causa de sequelas de cirurgias e alterações no fluxo intestinal. A determinação de Moraes adiciona uma nova camada de controle às condições de acompanhamento impostas ao ex-presidente.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, negou na quinta-feira (27) que o senador Otto Alencar tenha decidido se lançar candidato ao governo do estado em 2026. A declaração foi feita durante entrevista coletiva, após a circulação de informações ao longo da semana indicando uma possível mudança na relação entre PT e PSD. Os rumores surgiram depois de reuniões internas do PSD em Brasília, nas quais Otto teria mostrado insatisfação caso a sigla não mantivesse a vaga ao Senado para a tentativa de reeleição de Ângelo Coronel. Segundo Jerônimo, porém, o senador não manifestou qualquer intenção de romper com o grupo político nem apresentou pretensão de concorrer ao Executivo estadual. O governador afirmou que recebeu as notícias com estranhamento e reafirmou confiança total no aliado, destacando que o episódio não altera o alinhamento entre ambos. Ele afirmou ainda que Otto continua sendo uma figura central na articulação política do governo e afastou a possibilidade de divisão dentro da base. Jerônimo também lembrou que o nome de Otto chegou a ser cogitado para concorrer ao governo em 2022, mas o senador recusou a proposta à época por não ter interesse na disputa. O governador reiterou que a construção para as eleições de 2026 seguirá conjunta e que as discussões sobre a composição da chapa majoritária não representam risco de ruptura.
O Senado aprovou por 57 votos a zero, o projeto de lei complementar que regulamenta a aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. A proposta, identificada como PLP 185/2024, segue agora para análise da Câmara dos Deputados. A votação ocorreu com a presença de representantes da categoria nas galerias do plenário. Delegações de diversos estados acompanharam a sessão, representando mais de 400 mil profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde. De autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), o projeto foi classificado por parlamentares como um avanço histórico para os agentes, mas também como um ponto de atenção para as finanças da União, estados e municípios. A equipe econômica do governo federal avaliou a matéria como uma pauta com grande impacto fiscal. O texto estabelece as regras previstas na Emenda Constitucional 120 e garante aposentadoria com integralidade e paridade aos agentes que cumprirem os requisitos mínimos. Pela proposta relatada pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), homens poderão se aposentar aos 52 anos e mulheres aos 50, desde que comprovem pelo menos 20 anos de atuação. Também há previsão de aposentadoria com 15 anos na função e mais 10 anos em outra atividade. O projeto assegura ainda pensão por morte com os mesmos critérios e contempla situações de readaptação por motivos de saúde. Atualmente, a maior parte dos agentes se aposenta pelo INSS, recebendo benefício limitado ao teto e sem direito a integralidade ou reajustes vinculados aos servidores ativos. Caso a proposta seja aprovada pela Câmara e sancionada, os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias passarão a receber na aposentadoria o mesmo salário da ativa e os mesmos reajustes concedidos ao funcionalismo. O avanço do texto gerou reação da Confederação Nacional de Municípios. Em nota divulgada nesta terça-feira, a entidade estimou que a mudança trará impacto de cerca de R$ 103 bilhões às prefeituras, principalmente devido ao aumento do déficit atuarial dos regimes próprios de previdência, que já acumulam mais de R$ 1,1 trilhão.
O deputado estadual Vitor Bonfim, atualmente filiado ao PV, se encontrou nesta terça-feira (25) em Brasília com o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos. A agenda ocorre em meio às articulações do parlamentar para definir o partido pelo qual pretende concorrer à Câmara dos Deputados em 2026. A movimentação envolve conversas com siglas que compõem a base do governo baiano. Bonfim já dialogou com o PT, recebeu sinalização do Podemos e mantém tratativas para identificar o melhor cenário eleitoral. Com o novo encontro, o PSB passa a integrar o grupo de possibilidades em avaliação. Aliados afirmam que o deputado tem adotado postura cautelosa antes de decidir o destino partidário. O objetivo é consolidar apoios entre prefeitos e lideranças regionais para alcançar uma votação capaz de garantir vaga na Câmara, onde interlocutores apontam a necessidade de atingir aproximadamente 100 mil votos para assegurar a eleição. Além de Bonfim, João Campos também tem mantido conversas com parlamentares que buscam nova filiação após a federação formada entre Progressistas e União Brasil. Entre eles está o deputado Niltinho, que se reuniu com o dirigente nacional do PSB em setembro.
O Supremo Tribunal Federal determinou nesta terça-feira (25) o início da execução da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses no processo que apurou a tentativa de impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que ordenou que o ex-presidente permaneça na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já estava detido preventivamente desde sábado (22). Bolsonaro recebeu condenação em regime inicial fechado por chefiar uma estrutura que, segundo o STF, atuou para desestabilizar o processo democrático e promover ações voltadas à ruptura institucional. A Primeira Turma havia concluído o julgamento em setembro, e a defesa não apresentou novos recursos dentro do prazo estabelecido. O ministro registrou que não existe possibilidade legal de apresentação de embargos infringentes, já que esse tipo de recurso só seria admitido se ao menos dois ministros tivessem votado pela absolvição. No julgamento, apenas o ministro Luiz Fux divergiu parcialmente para absolver o ex-presidente. A decisão desta terça também ativou o cumprimento das penas dos demais condenados considerados parte central da tentativa de golpe. Foram expedidas ordens de prisão para: Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, que está nos Estados Unidos e teve mandado internacional expedido; Almir Garnier, ex-comandante da Marinha, que será levado para unidade militar em Brasília; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, que deverá cumprir pena na penitenciária da Papuda; Augusto Heleno, general da reserva e ex-ministro do GSI, preso no Comando Militar do Planalto; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, também entregue ao Comando Militar do Planalto; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil, já preso desde 2024 e encaminhado para a 1ª Divisão do Exército no Rio de Janeiro. O único dos condenados que não terá regime fechado é o tenente-coronel Mauro Cid, que firmou delação premiada e cumprirá dois anos em regime aberto. Com o início da execução penal, Bolsonaro passa oficialmente a cumprir a sentença imposta pela Corte. A defesa ainda pode tentar medidas extraordinárias, mas o STF considera encerrada a fase recursal.